Olá foristas, tenho aqui uma situação com o meu cão que está a tornar difícil de controlar. O meu cão tem 11 meses e é cruzado de pastor alemão (tem quase 30kg). Adoptámo-lo aos 3 meses, teve parvovirose aos 2 meses e foi o único da ninhada que sobreviveu. Quando o adoptámos, estava muito fraquinho e magrinho, e não podia tomar logo as vacinas. Assim, só começou a sair da casa e a conhecer outros cães aos 6 meses.
No início, ele não reagia a outros cães, ficava desconfiado e até com algum receio, mas acabava por aproximar aos outros cães. Só que não teve muitas oportunidades de socialização, e até agora, só conheceu menos de 5 cães com os quais brinca ocasionalmente (incluíndo uma pincher miniatura dos meus pais).
Com os cães conhecidos não tem nenhum problema, só que ele está cada vez mais reactivo face a outros cães. Começou a ladrar a outros cães porque sentia frustrado por causa da trela (não podia aproximar a outro cão), mas a situação escalou de tal forma que ele está a começar a ser ligeiramente agressivo com outros.
Quando um cão estranho se aproxima, fica tenso, atira-se ao outro e ladra, e às vezes tenta agarrar o outro cão pelas costas/pescoço com os dentes, numa forma de exercer controlo e aviso. Assim, o outro cão geralmente começa a rosnar e a afastar, pois não gosta da forma como o meu o aborda.
Só que o maior problema é que ele reage aos outros cães mesmo em distância. E tentar controlá-lo com a trela (correcções por puxões e reprimendas) nem sempre é fácil, pois é um cão de 30kg...
Na zona onde vivo há mais pessoas a passearem os seus cães (às vezes sem trela), por isso é difícil conseguirmos evitar os outros cães durante os paseios.
Estamos a pensar seriamente numa escola de treino para o socializar, ou pelo menos a ensiná-lo a não reagir a outros cães na rua. Só que até lá, precisava de alguma solução que ajude a obter controlo cada vez que ele se torne demasiado reactivo.
Por outro lado, não sei se ele alguma vez conseguirá ser amigável a cães que não conhece...
Alguma dica/opinião sobre isso?
Cão de porte médio/grande muito reactivo a outros cães
Moderador: mcerqueira
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O melhor que tem a fazer é contratar um treinador. É de que zona?
ele enquanto andava na fase de cachorro....a coisa ainda corria mais ou menos...agora começa a entrar na fase adulta...não é anormal o comportamento...principalmente para caes semelhantes ao porte dele...
tem de ter um pouco de paciencia...
isto é horrivel...mas ao menos para não correr o risco de ele morder outro...use um açaime...ou até o vá colocando quando ele começa a reagir...
tem de ter um pouco de paciencia...
isto é horrivel...mas ao menos para não correr o risco de ele morder outro...use um açaime...ou até o vá colocando quando ele começa a reagir...
O cão está a necessitar de uma boa "esfrega" de sociabilização... o melhor seria uma escola em que dão aulas de grupo... se quiser experimentar alguma coisa em casa:
http://www.bomcaopanheiro.blogspot.pt/s ... essividade
http://youtu.be/SJiKqJm6WxU
http://www.bomcaopanheiro.blogspot.pt/s ... essividade
http://youtu.be/SJiKqJm6WxU
Questões de agressividade devem ser seguidas por um bom treinador, mas tenha atenção na escolha do mesmo.
Entretanto não o deixe praticar esse comportamento (é auto-recompensante). Se vir algum cão afaste-se e mantenha uma distância em que o seu cão não reaja. Comece também a ensinar um comportamento alternativo, como "olha para mim". Primeiro em casa e generalize para outros ambientes. Isto dar-lhe-á a possibilidade de passar por outro cão, sem que o seu o veja, pois estará focado em si. Vai dar jeito quando não tem tempo para se afastar de algum cão que apareça.
Entretanto não o deixe praticar esse comportamento (é auto-recompensante). Se vir algum cão afaste-se e mantenha uma distância em que o seu cão não reaja. Comece também a ensinar um comportamento alternativo, como "olha para mim". Primeiro em casa e generalize para outros ambientes. Isto dar-lhe-á a possibilidade de passar por outro cão, sem que o seu o veja, pois estará focado em si. Vai dar jeito quando não tem tempo para se afastar de algum cão que apareça.
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Para já, para o controlar, punha-lhe um coleira estranguladora 

Sei bem do que fala pois tive exactamente o mesmo problema com o Martim.
Enquanto esteve no canil (4 meses) era extremamente sociável mas, quando o adoptámos e porque sentia "as costas quentes" começou a tornar-se agressivo para com os outros cães.
Como ele era bastante possante (36/38 kg) e como infelizmente também apareciam os tais "canitos soltos que não fazem mal" após vários tentativas para mudar o seu comportamento, optei pelo açaime e não há dúvida de que, apesar dele não gostar, era o mais seguro para ele, para os outros animais e até mesmo para mim.
Com a minha cadela por exemplo, o açaime não resulta pois senta-se amuada e não arreda pata.
Boa sorte com os passeios.

Enquanto esteve no canil (4 meses) era extremamente sociável mas, quando o adoptámos e porque sentia "as costas quentes" começou a tornar-se agressivo para com os outros cães.
Como ele era bastante possante (36/38 kg) e como infelizmente também apareciam os tais "canitos soltos que não fazem mal" após vários tentativas para mudar o seu comportamento, optei pelo açaime e não há dúvida de que, apesar dele não gostar, era o mais seguro para ele, para os outros animais e até mesmo para mim.

Com a minha cadela por exemplo, o açaime não resulta pois senta-se amuada e não arreda pata.


Boa sorte com os passeios.

Obrigado pelas dicas.
Sou da zona de Almada, e já temos uma escola de treino em mente que nos aconselharam. O problema é que não temos outros cães calmos à nossa disposição para o treinar, quer de forma positiva quer de forma negativa. Se pudessemos ter diferentes donos e cães a cooperar conosco, do tipo os outros cães quietos num sítio enquanto que diminuíssemos gradualmente a distância (dessensitização), seria mais fácil. É por isso também que queremos ir a uma escola de treino.
O problema é que muitas vezes não conseguimos evitar cruzar o caminho com outros cães, que também podem ser reactivos. Ainda por cima há cães que andam soltos. Não é que estes cães sejam mal comportados, porque até aproximam de forma simpática, só que depois o meu cão é reactivo. O pior é que às vezes os donos nem sequer percebem ou quando chamam o cão de volta este não obedece. Houve uma vez que o meu cão queria agarrar num pequenote, enquanto que o pequenote não reagia, e o dono nem sequer reage! "Não é por nada, mas acho que o meu arraçado de pastor alemão quer agarrar o seu pequenote". Enfim...
Às vezes tenho inveja dos americanos, têm parques de cães e vários recursos disponíveis para vários tipos de treinos e problemas...
Quanto à coleira estranguladora, não me sinto confortável a usá-la pois não a sei usar como deve ser, e assim pode ser perigoso. Não sou contra nenhum método correctivo, pois também uso correcção, só que seria melhor recorrer a métodos menos perigosos fisicamente pois não tenho experiência a usar certas ferramentas.
Por outro lado, adquirimos uma coleira eléctrica há pouco tempo. Testámos os choques e verificámos que não magoa, mas pode ser desconfortável. Usamo-lo para corrigir certos comportamentos e tem andado a resultar (como por exemplo não saltar para o balcão da cozinha ou não ladrar). Por exemplo, no terraço do vizinho está um outro cão, que embora seja amigável, o nosso cão reagia bastante. Antes da coleira fazia o seguinte: o nosso cão estava de trela, e ao mínimo ladrar é logo levado pa dentro de casa (castigo = restrição de acesso ao terraço). Aos poucos, já reagia menos mas ainda reagia às vezes. Experimentámos a coleira eléctrica, e agora não preciso de estar lá, e ele anda livremente pelo terraço, limitando apenas a olhar para o outro cão de vez enquando.
Só que ainda não testámos a eficácia da coleira fora de casa para situações de quando ele reage a outros cães. Pois tenho o receio de se for mal aplicado, apenas irá escalar qualquer situação.

O problema é que muitas vezes não conseguimos evitar cruzar o caminho com outros cães, que também podem ser reactivos. Ainda por cima há cães que andam soltos. Não é que estes cães sejam mal comportados, porque até aproximam de forma simpática, só que depois o meu cão é reactivo. O pior é que às vezes os donos nem sequer percebem ou quando chamam o cão de volta este não obedece. Houve uma vez que o meu cão queria agarrar num pequenote, enquanto que o pequenote não reagia, e o dono nem sequer reage! "Não é por nada, mas acho que o meu arraçado de pastor alemão quer agarrar o seu pequenote". Enfim...
Às vezes tenho inveja dos americanos, têm parques de cães e vários recursos disponíveis para vários tipos de treinos e problemas...
Quanto à coleira estranguladora, não me sinto confortável a usá-la pois não a sei usar como deve ser, e assim pode ser perigoso. Não sou contra nenhum método correctivo, pois também uso correcção, só que seria melhor recorrer a métodos menos perigosos fisicamente pois não tenho experiência a usar certas ferramentas.
Por outro lado, adquirimos uma coleira eléctrica há pouco tempo. Testámos os choques e verificámos que não magoa, mas pode ser desconfortável. Usamo-lo para corrigir certos comportamentos e tem andado a resultar (como por exemplo não saltar para o balcão da cozinha ou não ladrar). Por exemplo, no terraço do vizinho está um outro cão, que embora seja amigável, o nosso cão reagia bastante. Antes da coleira fazia o seguinte: o nosso cão estava de trela, e ao mínimo ladrar é logo levado pa dentro de casa (castigo = restrição de acesso ao terraço). Aos poucos, já reagia menos mas ainda reagia às vezes. Experimentámos a coleira eléctrica, e agora não preciso de estar lá, e ele anda livremente pelo terraço, limitando apenas a olhar para o outro cão de vez enquando.
Só que ainda não testámos a eficácia da coleira fora de casa para situações de quando ele reage a outros cães. Pois tenho o receio de se for mal aplicado, apenas irá escalar qualquer situação.
Cuidado com as escolas de treino.
Tenho uma perto da minha casa, por sinal bastante conhecida e quando lá fomos para inscrever o Martim, explicámos a situação e a solução que nos arranjaram foi ele ter aulas durante a semana às 8h00 da manhã quando não havia lá mais animais.
Obviamente que tal nos era totalmente impossível pois, para além de termos horários, quer-nos parecer que ele estar a ter aulas isolado sem outros estímulos não iria resolver o caso dele.
Por outro lado, em conversa, tentámos aprofundar mais o método que eles utilizavam e de forma alguma nos conseguiram convencer. Enfim ... cão meu é que não iria para lá. Não gostei.



Tenho uma perto da minha casa, por sinal bastante conhecida e quando lá fomos para inscrever o Martim, explicámos a situação e a solução que nos arranjaram foi ele ter aulas durante a semana às 8h00 da manhã quando não havia lá mais animais.


Obviamente que tal nos era totalmente impossível pois, para além de termos horários, quer-nos parecer que ele estar a ter aulas isolado sem outros estímulos não iria resolver o caso dele.
Por outro lado, em conversa, tentámos aprofundar mais o método que eles utilizavam e de forma alguma nos conseguiram convencer. Enfim ... cão meu é que não iria para lá. Não gostei.


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Moro no centro de Almada, se quiser não me importo de disponibilizar-me com o meu cão para fazer esses treinos e explicar-lhe o treino praticado com uma treinadora (a quem recorri exactamente pela mesmas razões) me explicou, mas aviso que a treinadora a quem recorri usa o método positivo, sem estranguladora, sem coleira de choques, sem puxões, etc., portanto é esse o método que estarei disposta a usar. Se quiser mande-me MP.sheep23 Escreveu:Obrigado pelas dicas.Sou da zona de Almada, e já temos uma escola de treino em mente que nos aconselharam. O problema é que não temos outros cães calmos à nossa disposição para o treinar, quer de forma positiva quer de forma negativa. Se pudessemos ter diferentes donos e cães a cooperar conosco, do tipo os outros cães quietos num sítio enquanto que diminuíssemos gradualmente a distância (dessensitização), seria mais fácil. É por isso também que queremos ir a uma escola de treino.
O problema é que muitas vezes não conseguimos evitar cruzar o caminho com outros cães, que também podem ser reactivos. Ainda por cima há cães que andam soltos. Não é que estes cães sejam mal comportados, porque até aproximam de forma simpática, só que depois o meu cão é reactivo. O pior é que às vezes os donos nem sequer percebem ou quando chamam o cão de volta este não obedece. Houve uma vez que o meu cão queria agarrar num pequenote, enquanto que o pequenote não reagia, e o dono nem sequer reage! "Não é por nada, mas acho que o meu arraçado de pastor alemão quer agarrar o seu pequenote". Enfim...
Às vezes tenho inveja dos americanos, têm parques de cães e vários recursos disponíveis para vários tipos de treinos e problemas...
Quanto à coleira estranguladora, não me sinto confortável a usá-la pois não a sei usar como deve ser, e assim pode ser perigoso. Não sou contra nenhum método correctivo, pois também uso correcção, só que seria melhor recorrer a métodos menos perigosos fisicamente pois não tenho experiência a usar certas ferramentas.
Por outro lado, adquirimos uma coleira eléctrica há pouco tempo. Testámos os choques e verificámos que não magoa, mas pode ser desconfortável. Usamo-lo para corrigir certos comportamentos e tem andado a resultar (como por exemplo não saltar para o balcão da cozinha ou não ladrar). Por exemplo, no terraço do vizinho está um outro cão, que embora seja amigável, o nosso cão reagia bastante. Antes da coleira fazia o seguinte: o nosso cão estava de trela, e ao mínimo ladrar é logo levado pa dentro de casa (castigo = restrição de acesso ao terraço). Aos poucos, já reagia menos mas ainda reagia às vezes. Experimentámos a coleira eléctrica, e agora não preciso de estar lá, e ele anda livremente pelo terraço, limitando apenas a olhar para o outro cão de vez enquando.
Só que ainda não testámos a eficácia da coleira fora de casa para situações de quando ele reage a outros cães. Pois tenho o receio de se for mal aplicado, apenas irá escalar qualquer situação.
De qualquer das formas uma escola de treino era o ideal, em Almada existem 2 ou 3, salvo erro.
Simsaraestrelo Escreveu:Moro no centro de Almada, se quiser não me importo de disponibilizar-me com o meu cão para fazer esses treinos e explicar-lhe o treino praticado com uma treinadora (a quem recorri exactamente pela mesmas razões) me explicou, mas aviso que a treinadora a quem recorri usa o método positivo, sem estranguladora, sem coleira de choques, sem puxões, etc., portanto é esse o método que estarei disposta a usar. Se quiser mande-me MP.sheep23 Escreveu:Obrigado pelas dicas.Sou da zona de Almada, e já temos uma escola de treino em mente que nos aconselharam. O problema é que não temos outros cães calmos à nossa disposição para o treinar, quer de forma positiva quer de forma negativa. Se pudessemos ter diferentes donos e cães a cooperar conosco, do tipo os outros cães quietos num sítio enquanto que diminuíssemos gradualmente a distância (dessensitização), seria mais fácil. É por isso também que queremos ir a uma escola de treino.
O problema é que muitas vezes não conseguimos evitar cruzar o caminho com outros cães, que também podem ser reactivos. Ainda por cima há cães que andam soltos. Não é que estes cães sejam mal comportados, porque até aproximam de forma simpática, só que depois o meu cão é reactivo. O pior é que às vezes os donos nem sequer percebem ou quando chamam o cão de volta este não obedece. Houve uma vez que o meu cão queria agarrar num pequenote, enquanto que o pequenote não reagia, e o dono nem sequer reage! "Não é por nada, mas acho que o meu arraçado de pastor alemão quer agarrar o seu pequenote". Enfim...
Às vezes tenho inveja dos americanos, têm parques de cães e vários recursos disponíveis para vários tipos de treinos e problemas...
Quanto à coleira estranguladora, não me sinto confortável a usá-la pois não a sei usar como deve ser, e assim pode ser perigoso. Não sou contra nenhum método correctivo, pois também uso correcção, só que seria melhor recorrer a métodos menos perigosos fisicamente pois não tenho experiência a usar certas ferramentas.
Por outro lado, adquirimos uma coleira eléctrica há pouco tempo. Testámos os choques e verificámos que não magoa, mas pode ser desconfortável. Usamo-lo para corrigir certos comportamentos e tem andado a resultar (como por exemplo não saltar para o balcão da cozinha ou não ladrar). Por exemplo, no terraço do vizinho está um outro cão, que embora seja amigável, o nosso cão reagia bastante. Antes da coleira fazia o seguinte: o nosso cão estava de trela, e ao mínimo ladrar é logo levado pa dentro de casa (castigo = restrição de acesso ao terraço). Aos poucos, já reagia menos mas ainda reagia às vezes. Experimentámos a coleira eléctrica, e agora não preciso de estar lá, e ele anda livremente pelo terraço, limitando apenas a olhar para o outro cão de vez enquando.
Só que ainda não testámos a eficácia da coleira fora de casa para situações de quando ele reage a outros cães. Pois tenho o receio de se for mal aplicado, apenas irá escalar qualquer situação.
De qualquer das formas uma escola de treino era o ideal, em Almada existem 2 ou 3, salvo erro.

Embora uso correcções, prefiro usar métodos positivos sempre que posso, pois é melhor tanto para o cão como para mim. E depois, a socialização é sempre melhor se for positiva, pois o máximo que conseguiríamos chegar com correcções seria ele não reagir a outros cães, mas não ajudá-lo a sentir que as interacções com outros cães possam ser positivas.
Às vezes, deixo o meu cão aproximar ao outro cão quando um outro cão se aproxima e parece calmo, e tento não exercer tensão na trela, com esperança que ele deixe de reagir tanto e que comece a interagir com outros cães sem stressar. O problema é que ele começa a escalar e depois o outro dono também se começa a preocupar, pois ele é um cão grande. Ele nunca mordeu nenhum cão nem é realmente agressivo mesmo que parece ser, o que ele costuma fazer é correr para o outro cão, ladrar desconfiadamente e tentar exercer controlo agarrando o outro cão pelas costas.
Só que também tenho receio que um dia ele pode começar a reagir mesmo agressivamente se não o treinarmos o mais cedo possível.
