Novamente a vossa ajuda.
Moderador: mcerqueira
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Condessa
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- Localização: Aves e Cães.
Eu penso que esta situação necessita de uma intervenção urgente por parte de quem está a cuidar da cadela. Um animal não pode ficar duas semanas sem comer...... ainda mais nesta idade. As sequelas para a saúde dela podem ser muito más.
Eu acredito piamente que não há NADA, mas NADA mesmo que não se resolva com uma abordagem de paciência, muitas vezes, insistência (forçá-la a comer), e principalmente, muito amor. Este animal precisa se 'sentir' amado e amparado. Converse com o vet que está a acompanhá-la.
Já agora: é uma cadela mansa, deixa-se manusear? Pensa que consegue dar-lhe comida às colheradas?
Vou lhe sugerir uma coisa que eu fiz e faço com uma cadela que tenho e que devido à quimioterapia muitas vezes não queria comer: comprei uma seringa grande, mesmo enorme, e dava-lhe uma das duas coisas:
- Paté Recovery da Royal Canin (este eles não conseguem cuspir, nem por nada);
- Frango com arroz ou carne triturados, bem triturados e meio líquido (para poder passar na ponta da seringa).
Ela assim ou comia, ou comia! Nem que fosse um bocadinho. Quanto ao resto, não a deixe à chuva, no portão. Meta-a dentro de casa com uma manta. Passeie com ela (pouco, pois está velhota e se não come de jeito), faça-lhe mimos, dê-lhe um brinquedo. Alguma coisa há de a fazer despertar!
Eu acredito piamente que não há NADA, mas NADA mesmo que não se resolva com uma abordagem de paciência, muitas vezes, insistência (forçá-la a comer), e principalmente, muito amor. Este animal precisa se 'sentir' amado e amparado. Converse com o vet que está a acompanhá-la.
Já agora: é uma cadela mansa, deixa-se manusear? Pensa que consegue dar-lhe comida às colheradas?
Vou lhe sugerir uma coisa que eu fiz e faço com uma cadela que tenho e que devido à quimioterapia muitas vezes não queria comer: comprei uma seringa grande, mesmo enorme, e dava-lhe uma das duas coisas:
- Paté Recovery da Royal Canin (este eles não conseguem cuspir, nem por nada);
- Frango com arroz ou carne triturados, bem triturados e meio líquido (para poder passar na ponta da seringa).
Ela assim ou comia, ou comia! Nem que fosse um bocadinho. Quanto ao resto, não a deixe à chuva, no portão. Meta-a dentro de casa com uma manta. Passeie com ela (pouco, pois está velhota e se não come de jeito), faça-lhe mimos, dê-lhe um brinquedo. Alguma coisa há de a fazer despertar!
<p>Moderadora do Fórum do Chihuahua.</p>
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Condessa
- Membro Veterano
- Mensagens: 639
- Registado: terça ago 03, 2004 2:00 pm
- Localização: Aves e Cães.
Bem, só agora é que percebi melhor a situação. Em primeiro lugar, os meus sentimentos pela perda da sua Mãe. Não fazia mesmo ideia.
Se calhar então já está habituado à cadela, e ela permitirá que a manuseie. Aconselho vivamente o paté Recovery da Royal Canin. É uma latinha pequenina, e para um rottweiler é pouquinho, mas se a conseguir fazer comer aquilo, se calhar ela arrebita. Tente dar-lhe com uma colher (para ela cheirar e lamber). Esfregue-lhe um pouco no focinho, ela terá de lamber. E quando lamber, penso que irá comer, pois os cães são doidos por aquele paté. É importante fazê-la comer, na minha opinião.
E olha, um dia de cada vez.
Se calhar então já está habituado à cadela, e ela permitirá que a manuseie. Aconselho vivamente o paté Recovery da Royal Canin. É uma latinha pequenina, e para um rottweiler é pouquinho, mas se a conseguir fazer comer aquilo, se calhar ela arrebita. Tente dar-lhe com uma colher (para ela cheirar e lamber). Esfregue-lhe um pouco no focinho, ela terá de lamber. E quando lamber, penso que irá comer, pois os cães são doidos por aquele paté. É importante fazê-la comer, na minha opinião.
E olha, um dia de cada vez.
<p>Moderadora do Fórum do Chihuahua.</p>
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Minuxa
- Membro Veterano
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- Registado: segunda set 14, 2009 4:09 pm
- Localização: Minuxa (cocker spaniel inglês), Leo (gato rafeiro)
Antes de mais, os meus sentimentos e muita força para ultrapassar esta fase.LuMaria Escreveu:Lamento muito a vossa perda.
Estou de acordo com a condessa. Muito carinho, conforto. Tentar distrai-la com passeios. Alimentação forçada, um suplemento alimentar.
Ás vezes eles desistem e quanto maior a ligação maior o sentido de perca.
Boa sorte.
Também me parece esta a abordagem mais correcta!
Tentar compensar ao máximo a falta da dona, porque realmente existem casos em que os animais desistem da vida neste tipo de situações.
<p>"Se acreditasse na imortalidade, acreditava que muitos cães iriam para o céu, e poucas pessoas também." - James Thurder</p>
Tenho estado a analisar este relato e a conclusão a que estou a chegar não é agradável...nikoekico Escreveu:Tenho uma roteweiler com a saudade da dona deixou de comer.
Nos primeiros dias a cadela não demonstrou qualquer falta da dona, mas com os passar dos dias está cada vez pior, passa os dias ao portão com o focinho enfiado no ralo das aguas das chuvas que dá para a estrada, se chove fica imóvel e impávida não arreda as patas dali.
Se a deixar fica a noite toda a chuva ,frio ali ao portão.
Tenho que a trazer para dentro á força com atrela, a puxar mas como sempre foi uma cadela obediente acaba por vir para dentro
Deixou de comer já vai perto de duas semanas, ao princípio bebia muita água mas deixou de beber água
...
Sousa
Penso que a morte da dona acelerou a entrada da cadela na recta final. Já vi animais que estão prestes a partir adoptarem esse comportamento de se refugiarem num dado sítio e ficarem assim, a olhar, deixando de comer e de reagir aos estímulos, deixando-se levar apaticamente.
Por isso, reforço as recomendações de a tratar com carinho. E de não deixar de se esforçar por fazê-la comer, pode ser que assim se adie por algum tempo o momento que se avizinha.
Desculpe, Sousa, a crueldade de falar assim, mas é por dor partilhada que assim o faço, mesmo que não possa por agora entendê-lo.
Um abraço solidário para si e para todos os que aí em casa se estão a preocupar convosco...
<p>Olá, eu sou a Bronkas de outros fóruns e aqui já fui a LucNun.
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<p><strong>Cada vez me convenço mais que há pessoas que têm o intestino ligado à testa.</strong> - "By" alguém que tem ambas as coisas no seu devido lugar.
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<p><strong>Cada vez me convenço mais que há pessoas que têm o intestino ligado à testa.</strong> - "By" alguém que tem ambas as coisas no seu devido lugar.
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Condessa
- Membro Veterano
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- Registado: terça ago 03, 2004 2:00 pm
- Localização: Aves e Cães.
Encontrei alguns artigos sobre o comportamento dos animais diante da perda de um outro animal com quem convivia, ou do dono. Penso que poderão conter alguma indicação de como perceber o que se passa com o animal, e como ajudá-lo.
Grief in Dogs By: Dr. Dawn Ruben
Because our pets cannot speak, we don't really know what they are thinking. We must base our interpretations of their emotional state on their behavior – what they do in certain situations and under specific circumstances.
When a person experiences the death of a human loved one, we may know they feel grief based on what they say. Very often, however, it is how they react, what they do that tells us they are suffering. They lose their focus, become listless and disoriented, don't eat and become disinterested in what is happening around them. They may cry or go without sleep or they may sleep more.
An animal that is experiencing the loss of another animal companion may react similarly. "Some animals can actually become depressed when they lose a loved one," says Monique D. Chretien, MSc, AHT, Animal Behavior Consultant. "They show symptoms similar to humans such as loss of interest in their favorite activities and sleeping more than usual.
However, sometimes dogs hide and sleep more than usual when they are ill, so you should consult with your veterinarian before seeing a behaviorist if your dog exhibits symptoms such as these."
Your dog may lose his appetite, become disoriented, or become more clingy. If the deceased pet was taken to a veterinarian to be euthanized, the grieving dog may sit at the window for days watching for her return. Animal behaviorists commonly call this emotional state, separation anxiety. On the surface, the pet's behavior is similar to that of a person experiencing grief over the loss of a loved one.
The American Society for the Prevention of Cruelty to Animals conducted a Companion Animal Mourning Project in 1996. The study found that 46% of cats ate less than usual after the death of another cat companion. In some extreme cases, the cat actually starved to death. About 70% of cats meowed more than normal or meowed less. Study respondents indicated that surviving cats changed the quantity and location of sleep. More than half the surviving pets became more affectionate and clingy with their caregivers. Overall, the study revealed that 65% of cats exhibited four or more behavioral changes after losing a pet companion.
If your dog shows signs that she is grieving the loss of an animal or human family member, provide her with more attention and affection. "Try to take her mind off it by engaging her in a favorite activity," says Chretien. If she enjoys human company, invite friends that she likes to visit and spend time with her. Use environmental enrichment techniques such as balls filled with treats to help keep her busy. Hide toys at her favorite spots for her to find during the day.
If your dog is too depressed over the loss, she may not respond to extra activity right away. The old saying, "Time heals all wounds," has meaning for your dog, too. "Time is one thing that may help," says Chretien.
If your dog is barking more or whining, distract her. Don't give her treats to distract her or you might unintentionally reinforce the barking. "Giving attention during any behavior will help to reinforce it so be sure you are not reinforcing a behavior that you don't like," says Chretien. "Give attention at a time when your dog is engaging in
behaviors that you do like, such as when she is resting quietly or
watching the birds
. As the pain of the loss begins to subside, so should the vocalizing as long as it is related to the grieving process."
You may also want to consult with your veterinarian regarding drug
therapy to help decrease your dog's anxiety, advises Chretien.
If you are thinking about adding another pet, wait until you and your
surviving pet have adjusted to the loss. Forcing your dog to get to know a newcomer will only add stress to her already anxiety-ridden emotional state. And be patient. Your dog may miss her companion as much as you do.
http://www.petplace.com/dogs/grief-in-dogs/page1.aspx
Grief in Dogs By: Dr. Dawn Ruben
Because our pets cannot speak, we don't really know what they are thinking. We must base our interpretations of their emotional state on their behavior – what they do in certain situations and under specific circumstances.
When a person experiences the death of a human loved one, we may know they feel grief based on what they say. Very often, however, it is how they react, what they do that tells us they are suffering. They lose their focus, become listless and disoriented, don't eat and become disinterested in what is happening around them. They may cry or go without sleep or they may sleep more.
An animal that is experiencing the loss of another animal companion may react similarly. "Some animals can actually become depressed when they lose a loved one," says Monique D. Chretien, MSc, AHT, Animal Behavior Consultant. "They show symptoms similar to humans such as loss of interest in their favorite activities and sleeping more than usual.
However, sometimes dogs hide and sleep more than usual when they are ill, so you should consult with your veterinarian before seeing a behaviorist if your dog exhibits symptoms such as these."
Your dog may lose his appetite, become disoriented, or become more clingy. If the deceased pet was taken to a veterinarian to be euthanized, the grieving dog may sit at the window for days watching for her return. Animal behaviorists commonly call this emotional state, separation anxiety. On the surface, the pet's behavior is similar to that of a person experiencing grief over the loss of a loved one.
The American Society for the Prevention of Cruelty to Animals conducted a Companion Animal Mourning Project in 1996. The study found that 46% of cats ate less than usual after the death of another cat companion. In some extreme cases, the cat actually starved to death. About 70% of cats meowed more than normal or meowed less. Study respondents indicated that surviving cats changed the quantity and location of sleep. More than half the surviving pets became more affectionate and clingy with their caregivers. Overall, the study revealed that 65% of cats exhibited four or more behavioral changes after losing a pet companion.
If your dog shows signs that she is grieving the loss of an animal or human family member, provide her with more attention and affection. "Try to take her mind off it by engaging her in a favorite activity," says Chretien. If she enjoys human company, invite friends that she likes to visit and spend time with her. Use environmental enrichment techniques such as balls filled with treats to help keep her busy. Hide toys at her favorite spots for her to find during the day.
If your dog is too depressed over the loss, she may not respond to extra activity right away. The old saying, "Time heals all wounds," has meaning for your dog, too. "Time is one thing that may help," says Chretien.
If your dog is barking more or whining, distract her. Don't give her treats to distract her or you might unintentionally reinforce the barking. "Giving attention during any behavior will help to reinforce it so be sure you are not reinforcing a behavior that you don't like," says Chretien. "Give attention at a time when your dog is engaging in
behaviors that you do like, such as when she is resting quietly or
watching the birds
. As the pain of the loss begins to subside, so should the vocalizing as long as it is related to the grieving process."
You may also want to consult with your veterinarian regarding drug
therapy to help decrease your dog's anxiety, advises Chretien.
If you are thinking about adding another pet, wait until you and your
surviving pet have adjusted to the loss. Forcing your dog to get to know a newcomer will only add stress to her already anxiety-ridden emotional state. And be patient. Your dog may miss her companion as much as you do.
http://www.petplace.com/dogs/grief-in-dogs/page1.aspx
<p>Moderadora do Fórum do Chihuahua.</p>
<p> </p>
<p> </p>
peço desculpa não sei mexer muito bem com isto .
D.Condenssa a cadela, continua dentro de casa dorme na cama da dona que está tal e qual como a deixou. Agora até dorme no chão em cima de Edredon não consegue subir ,se não come não posso fazer a medicação.
Como está fraca o veterinário disse :d~E-lhe o caldo para ver se ela começa a comer ,mas o caldo do almoço de hoje ela vomitou ,até lhe pedi á minha esposa que cozesse, fígado de vitela tudo triturado, para lhe dar pele boca abaixo .
Uma das opções é juntarmos todos, como a cadela adora as crianças talvez, as crianças façam
Milagres
Minuxa e LulUB Espero que isso não suceda pois vou sentir que não fui capaz tratar e cuidar da coisa mais preciosa que a minha mãe tinha .
D.Condenssa a cadela, continua dentro de casa dorme na cama da dona que está tal e qual como a deixou. Agora até dorme no chão em cima de Edredon não consegue subir ,se não come não posso fazer a medicação.
Como está fraca o veterinário disse :d~E-lhe o caldo para ver se ela começa a comer ,mas o caldo do almoço de hoje ela vomitou ,até lhe pedi á minha esposa que cozesse, fígado de vitela tudo triturado, para lhe dar pele boca abaixo .
Uma das opções é juntarmos todos, como a cadela adora as crianças talvez, as crianças façam
Milagres
Minuxa e LulUB Espero que isso não suceda pois vou sentir que não fui capaz tratar e cuidar da coisa mais preciosa que a minha mãe tinha .
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Condessa
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- Registado: terça ago 03, 2004 2:00 pm
- Localização: Aves e Cães.
Mais um artigo:
Do dogs grieve their owner's passing? By: Dr. Nicholas Dodman
As victims in the terrorist attacks are recovered, the painful aftershocks will continue with more memorials and, inevitably, funerals. The nation prays that the pain can somehow, in time, become bearable for the families.
Pets may also show signs of loss and mourning in ways that the family may not recognize. Although somewhat different, they do feel the loss of loved ones. Many have a significant degree of attachment to their owner that leads to anxiety and distress when even short-term separation is thrust upon them, let alone bereavement.
Perhaps, the most famous dog-grieving story of all time is that of Greyfriars Bobby, a Skye terrier owned by a Mr. John Gray of Edinburgh, Scotland. Mr. Gray passed away in 1858 and was buried in Greyfriars Churchyard, Bobby was one of the conspicuous mourners. As time went by he never forgot his deceased master.
Every day for the next 14 years until his own death in 1872, Bobby spent each night lying on his master's grave come rain, hail and snow. In honor of Bobby's devotion, a statue and water fountain was erected to his memory in 1873.
Which Dogs Suffer?
Dogs that have the hyper-attachment syndrome of separation anxiety are likely to be hard hit following their owners' demise. Cardinal signs of this all-to-common condition, affecting up to 15 percent of dogs in the United States, are as follows:
•A checkered history of earlier neglect or multiple owners
•Excessive following behavior ("Velcro dogs")
•Pre-departure anxiety as owner prepares to leave
•Barking, whining or howling immediately after the owner's departure
•Destructive behavior only in the owner's absence (and often directed toward doors and windows)
•House soiling only in the owner's absence
•Loss of appetite when the owner is gone
•Depression/inactivity in the owner's absence
•Self-directed licking behavior in the owner's absence (e.g. lick granuloma) or other repetitive, compulsive behavior
•Excessive greeting behavior on the owner's return
A score of 5 out of 10 of the above possible signs confirms separation anxiety. Some dogs with separation anxiety are so bonded to one person that if that person leaves the dog with other people in a crowded room he will display full-blown signs of separation anxiety. Such a dog will not take well at all to his owner going away on a trip or, indeed, to the permanent separation caused by death. The dog will panic at first and will eventually become depressed. While we can't ask a dog how he feels, we can (and do) sometimes see all the visible signs of depression in bereft dogs that we see in a recently bereaved or otherwise depressed person.
Clinical Signs of Mourning in Dogs
•Lack of energy and interest
•Absence of play
•Listlessness/moping
•Loss of appetite/anorexia
•Reduced social interactions
•Increased daytime sleeping
•Nighttime restlessness/insomnia
•Weight loss
In people, post-bereavement depression following the death of a loved one usually begins to decrease. Sometimes it lasts 2 months, and sometimes it lasts longer, requiring medical or psychological help. The same is true in dogs. Some will eventually get over their loss and form new bonds whereas others enter a seemingly interminable funk. The latter cases present a therapeutic challenge.
Treatment of Dogs for Bereavement-related Depression
•Where possible, allow time to heal the wounds and merely supply appropriate supportive therapy. Make sure the dog continues to eat and drink, even if this means assisted feeding of favorite foods.
•Provide company during the daytime and at night. Have the dog sleep in the bedroom with his caretakers/remaining human/animal family.
•Provide distractions during the day such as toys, delicious food treats, games, excursions and so on, so that the dog is gainfully employed and entertained. Some coaxing may be necessary.
•Attempt to interest the dog in interacting with people or dogs. Sometimes a visitor dog to the house will stimulate the affected dog's appetite and activity by a process known as social facilitation.
•Daily exercise is extremely important as it has a calming, soothing, and mood elevating effect. Aerobic (running) exercise is best if this can be summoned.
•Medication, as a last resort, in refractory cases. Human anti-depressants work well in this situation. Either older tricyclic anti-depressants like amitriptyline or imipramine, or more modern anti-depressants like fluoxetine (Prozac®), sertraline (Zoloft®) and paroxetine (Paxil®) can be used. Each has its own unique advantages in terms of mood elevation and stabilization; and each has its own slightly different therapeutic profile and list of potential side effects. Remember, these drugs must be prescribed by a veterinarian – doses for humans are very different from what dogs are prescribed.
Following acute loss of a closely bonded owner, dogs can suffer the pangs of separation anxiety or depression just as people do. The extent of the suffering is directly proportional to the strength of the bond with the owner and is a function of the dog's reliance and perceived dependence on that person. Owners who feed into a dog's intense dependence on them are more likely to have dogs that do not cope well when left alone for any reason. The emotional pain dogs feel on their owners death is an extension of, and extreme, protracted version of separation anxiety. While we all enjoy a close bond with our pets, and children for that matter, it is as well to prepare them to stand on their own four/two feet (respectively) so that they are not adrift should anything happen to us.
http://www.petplace.com/dogs/do-dogs-g ... page1.aspx
Do dogs grieve their owner's passing? By: Dr. Nicholas Dodman
As victims in the terrorist attacks are recovered, the painful aftershocks will continue with more memorials and, inevitably, funerals. The nation prays that the pain can somehow, in time, become bearable for the families.
Pets may also show signs of loss and mourning in ways that the family may not recognize. Although somewhat different, they do feel the loss of loved ones. Many have a significant degree of attachment to their owner that leads to anxiety and distress when even short-term separation is thrust upon them, let alone bereavement.
Perhaps, the most famous dog-grieving story of all time is that of Greyfriars Bobby, a Skye terrier owned by a Mr. John Gray of Edinburgh, Scotland. Mr. Gray passed away in 1858 and was buried in Greyfriars Churchyard, Bobby was one of the conspicuous mourners. As time went by he never forgot his deceased master.
Every day for the next 14 years until his own death in 1872, Bobby spent each night lying on his master's grave come rain, hail and snow. In honor of Bobby's devotion, a statue and water fountain was erected to his memory in 1873.
Which Dogs Suffer?
Dogs that have the hyper-attachment syndrome of separation anxiety are likely to be hard hit following their owners' demise. Cardinal signs of this all-to-common condition, affecting up to 15 percent of dogs in the United States, are as follows:
•A checkered history of earlier neglect or multiple owners
•Excessive following behavior ("Velcro dogs")
•Pre-departure anxiety as owner prepares to leave
•Barking, whining or howling immediately after the owner's departure
•Destructive behavior only in the owner's absence (and often directed toward doors and windows)
•House soiling only in the owner's absence
•Loss of appetite when the owner is gone
•Depression/inactivity in the owner's absence
•Self-directed licking behavior in the owner's absence (e.g. lick granuloma) or other repetitive, compulsive behavior
•Excessive greeting behavior on the owner's return
A score of 5 out of 10 of the above possible signs confirms separation anxiety. Some dogs with separation anxiety are so bonded to one person that if that person leaves the dog with other people in a crowded room he will display full-blown signs of separation anxiety. Such a dog will not take well at all to his owner going away on a trip or, indeed, to the permanent separation caused by death. The dog will panic at first and will eventually become depressed. While we can't ask a dog how he feels, we can (and do) sometimes see all the visible signs of depression in bereft dogs that we see in a recently bereaved or otherwise depressed person.
Clinical Signs of Mourning in Dogs
•Lack of energy and interest
•Absence of play
•Listlessness/moping
•Loss of appetite/anorexia
•Reduced social interactions
•Increased daytime sleeping
•Nighttime restlessness/insomnia
•Weight loss
In people, post-bereavement depression following the death of a loved one usually begins to decrease. Sometimes it lasts 2 months, and sometimes it lasts longer, requiring medical or psychological help. The same is true in dogs. Some will eventually get over their loss and form new bonds whereas others enter a seemingly interminable funk. The latter cases present a therapeutic challenge.
Treatment of Dogs for Bereavement-related Depression
•Where possible, allow time to heal the wounds and merely supply appropriate supportive therapy. Make sure the dog continues to eat and drink, even if this means assisted feeding of favorite foods.
•Provide company during the daytime and at night. Have the dog sleep in the bedroom with his caretakers/remaining human/animal family.
•Provide distractions during the day such as toys, delicious food treats, games, excursions and so on, so that the dog is gainfully employed and entertained. Some coaxing may be necessary.
•Attempt to interest the dog in interacting with people or dogs. Sometimes a visitor dog to the house will stimulate the affected dog's appetite and activity by a process known as social facilitation.
•Daily exercise is extremely important as it has a calming, soothing, and mood elevating effect. Aerobic (running) exercise is best if this can be summoned.
•Medication, as a last resort, in refractory cases. Human anti-depressants work well in this situation. Either older tricyclic anti-depressants like amitriptyline or imipramine, or more modern anti-depressants like fluoxetine (Prozac®), sertraline (Zoloft®) and paroxetine (Paxil®) can be used. Each has its own unique advantages in terms of mood elevation and stabilization; and each has its own slightly different therapeutic profile and list of potential side effects. Remember, these drugs must be prescribed by a veterinarian – doses for humans are very different from what dogs are prescribed.
Following acute loss of a closely bonded owner, dogs can suffer the pangs of separation anxiety or depression just as people do. The extent of the suffering is directly proportional to the strength of the bond with the owner and is a function of the dog's reliance and perceived dependence on that person. Owners who feed into a dog's intense dependence on them are more likely to have dogs that do not cope well when left alone for any reason. The emotional pain dogs feel on their owners death is an extension of, and extreme, protracted version of separation anxiety. While we all enjoy a close bond with our pets, and children for that matter, it is as well to prepare them to stand on their own four/two feet (respectively) so that they are not adrift should anything happen to us.
http://www.petplace.com/dogs/do-dogs-g ... page1.aspx
Última edição por Condessa em sexta nov 19, 2010 3:47 pm, editado 1 vez no total.
<p>Moderadora do Fórum do Chihuahua.</p>
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peço desculpa não sei mexer muito bem com isto .
D.Condenssa a cadela, continua dentro de casa dorme na cama da dona que está tal e qual como a deixou. Agora até dorme no chão em cima de Edredon não consegue subir ,se não come não posso fazer a medicação.
Como está fraca o veterinário disse :d~E-lhe o caldo para ver se ela começa a comer ,mas o caldo do almoço de hoje ela vomitou ,até lhe pedi á minha esposa que cozesse, fígado de vitela tudo triturado, para lhe dar pele boca abaixo .
Uma das opções é juntarmos todos, como a cadela adora as crianças talvez, as crianças façam
Milagres
Minuxa e LulUB Espero que isso não suceda pois vou sentir que não fui capaz tratar e cuidar da coisa mais preciosa que a minha mãe tinha .
D.Condenssa a cadela, continua dentro de casa dorme na cama da dona que está tal e qual como a deixou. Agora até dorme no chão em cima de Edredon não consegue subir ,se não come não posso fazer a medicação.
Como está fraca o veterinário disse :d~E-lhe o caldo para ver se ela começa a comer ,mas o caldo do almoço de hoje ela vomitou ,até lhe pedi á minha esposa que cozesse, fígado de vitela tudo triturado, para lhe dar pele boca abaixo .
Uma das opções é juntarmos todos, como a cadela adora as crianças talvez, as crianças façam
Milagres
Minuxa e LulUB Espero que isso não suceda pois vou sentir que não fui capaz tratar e cuidar da coisa mais preciosa que a minha mãe tinha .
Também espero o mesmo, Sousa, mas se acontecer, não tem nada a ver com a maneira como tratou a cadelinha. É a ordem natural das coisas, e se a sua mãe pudesse saber como se está a preocupar, seria a primeira a dizer-lhe o que lhe estou a dizer.nikoekico Escreveu:peço desculpa não sei mexer muito bem com isto .
D.Condenssa a cadela, continua dentro de casa dorme na cama da dona que está tal e qual como a deixou. Agora até dorme no chão em cima de Edredon não consegue subir ,se não come não posso fazer a medicação.
Como está fraca o veterinário disse :d~E-lhe o caldo para ver se ela começa a comer ,mas o caldo do almoço de hoje ela vomitou ,até lhe pedi á minha esposa que cozesse, fígado de vitela tudo triturado, para lhe dar pele boca abaixo .
Uma das opções é juntarmos todos, como a cadela adora as crianças talvez, as crianças façam
Milagres
Minuxa e LulUB Espero que isso não suceda pois vou sentir que não fui capaz tratar e cuidar da coisa mais preciosa que a minha mãe tinha .
Infelizmente, é o que todos os seres vivos têm de mais certo, e nem toda a culpa e remorso deste mundo - bem naturais e normais - conseguirão evitar o desfecho. O Sousa está a fazer o que é possível e a lutar por ela, isso é o melhor que pode fazer, não duvide nem por um instante.
Mas leia com atenção os artigos que a Condessa acabou de postar, são interessantes e ajudam a compreender o que se passará com a cadelinha.
<p>Olá, eu sou a Bronkas de outros fóruns e aqui já fui a LucNun.
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<p><strong>Cada vez me convenço mais que há pessoas que têm o intestino ligado à testa.</strong> - "By" alguém que tem ambas as coisas no seu devido lugar.
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<p><strong>Cada vez me convenço mais que há pessoas que têm o intestino ligado à testa.</strong> - "By" alguém que tem ambas as coisas no seu devido lugar.
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Condessa
- Membro Veterano
- Mensagens: 639
- Registado: terça ago 03, 2004 2:00 pm
- Localização: Aves e Cães.
A LuluB tem toda a razão. O Sr. Sousa está a fazer o que pode pela cadela. Aqui não há culpas nem culpados, apenas alguém que luta para tentar ajudar um animal que ficou inesperadamente sob a sua responsabilidade.
Tenha calma, vá tentando, e vivendo um dia de cada vez. Vai ver que as coisas se recompõem.
Fale com o Vet e diga-lhe que a cadela está a vomitar. Fale no paté Recovery da Royal Canin com ele (este paté é mesmo para cães muito debilitados e em estado de anorexia, como está a sua cadela), e na possibilidade de dar um anti-depressivo à cadela, como falam nos artigos que postei.
Já agora, como se chama a sua menina?
Tenha calma, vá tentando, e vivendo um dia de cada vez. Vai ver que as coisas se recompõem.
Fale com o Vet e diga-lhe que a cadela está a vomitar. Fale no paté Recovery da Royal Canin com ele (este paté é mesmo para cães muito debilitados e em estado de anorexia, como está a sua cadela), e na possibilidade de dar um anti-depressivo à cadela, como falam nos artigos que postei.
Já agora, como se chama a sua menina?
<p>Moderadora do Fórum do Chihuahua.</p>
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Aqui vai um desabafo.
Nós, filhos quando crescemos queremos o nosso espaço, para cuidarmos da nossa vida.
Casar ter filhos damos a noticia já são avos os netos crescem, vão para a escola, não tem tempo para aturara velhos e assim vamos vivendo, os nossos dias numa correria nem nos apercebemos que aos poucos nos afastamos dos nossos pais neste caso mãe.
Que nunca aceitou a ausência dos filhos muito bem mas nunca nos colocou entraves para que seguíssemos a nossa vida.
Mas pedir pedia que vivêssemos com ela.
Foi ficando ela a cadela, que ocupou o lugar dos filhos, depois mais um abandonado mais outro e foi juntando cães, cães, cães, foi cuidando para não se sentir tão só.
O que podia ter feito e não fiz, o que podia ter dito e não disse .
Se está afastado dos seus pais ou mãe, visite os com mais frequência pegue no telefone ligue.
Peço desculpa.
Sousa
Nós, filhos quando crescemos queremos o nosso espaço, para cuidarmos da nossa vida.
Casar ter filhos damos a noticia já são avos os netos crescem, vão para a escola, não tem tempo para aturara velhos e assim vamos vivendo, os nossos dias numa correria nem nos apercebemos que aos poucos nos afastamos dos nossos pais neste caso mãe.
Que nunca aceitou a ausência dos filhos muito bem mas nunca nos colocou entraves para que seguíssemos a nossa vida.
Mas pedir pedia que vivêssemos com ela.
Foi ficando ela a cadela, que ocupou o lugar dos filhos, depois mais um abandonado mais outro e foi juntando cães, cães, cães, foi cuidando para não se sentir tão só.
O que podia ter feito e não fiz, o que podia ter dito e não disse .
Se está afastado dos seus pais ou mãe, visite os com mais frequência pegue no telefone ligue.
Peço desculpa.
Sousa
Desabafe à vontade, mas não se culpe do que fez ou deixou de fazer, isso só lhe vai fazer mal e a cadela também vai sentir isso! Tem que estar saudável para conseguir cuidar da menina, de si e do resto da família!nikoekico Escreveu:Aqui vai um desabafo.
Nós, filhos quando crescemos queremos o nosso espaço, para cuidarmos da nossa vida.
Casar ter filhos damos a noticia já são avos os netos crescem, vão para a escola, não tem tempo para aturara velhos e assim vamos vivendo, os nossos dias numa correria nem nos apercebemos que aos poucos nos afastamos dos nossos pais neste caso mãe.
Que nunca aceitou a ausência dos filhos muito bem mas nunca nos colocou entraves para que seguíssemos a nossa vida.
Mas pedir pedia que vivêssemos com ela.
Foi ficando ela a cadela, que ocupou o lugar dos filhos, depois mais um abandonado mais outro e foi juntando cães, cães, cães, foi cuidando para não se sentir tão só.
O que podia ter feito e não fiz, o que podia ter dito e não disse .
Se está afastado dos seus pais ou mãe, visite os com mais frequência pegue no telefone ligue.
Peço desculpa.
Sousa
Quem me dera conseguir ajudar essa menina, mas não sei como....
Coragem! Força!
Oh, Sousa...nikoekico Escreveu:Aqui vai um desabafo.
Nós, filhos quando crescemos queremos o nosso espaço, para cuidarmos da nossa vida.
Casar ter filhos damos a noticia já são avos os netos crescem, vão para a escola, não tem tempo para aturara velhos e assim vamos vivendo, os nossos dias numa correria nem nos apercebemos que aos poucos nos afastamos dos nossos pais neste caso mãe.
Que nunca aceitou a ausência dos filhos muito bem mas nunca nos colocou entraves para que seguíssemos a nossa vida.
Mas pedir pedia que vivêssemos com ela.
Foi ficando ela a cadela, que ocupou o lugar dos filhos, depois mais um abandonado mais outro e foi juntando cães, cães, cães, foi cuidando para não se sentir tão só.
O que podia ter feito e não fiz, o que podia ter dito e não disse .
Se está afastado dos seus pais ou mãe, visite os com mais frequência pegue no telefone ligue.
Peço desculpa.
Sousa
Não se culpe, a vida é mesmo assim! O senhor está a viver um luto terrível, cheio de culpa e de remorso, mas pense: essa mesma mãe que não queria separar-se de vocês foi a primeira a reconhecer que não vos podia prender, e por isso não pôs entraves ao vosso voar para fora do ninho...
O amor maternal é algo difícil de resolver, e a solidão que nos fica quando os filhos partem para as suas próprias vidas também o é e pesa muito... Mas é a lei da vida. Nenhum filho pode ser abafado pelo amor maternal, sob pena de nunca se tornar um ser útil e equilibrado. Todos nós, numa altura ou noutra da vida passámos (passamos) por esses difíceis dilemas, mas ninguém tem o direito de se alienar a algo que não está nas suas mãos resolver, sob pena de se tornar em nada. E agora nada do que possa ter feito de errado pode ser remediado. Portanto, não se torture com a recordação do que foi e podia não ter sido. Tem filhos, pense neles: também precisam de si e também um dia partirão para as suas vidas, como é saudável e desejável...
E os animais adorados pela sua mãe também precisam de si, tratar deles com carinho e preparar os seus filhos como a sua mãe o preparou a si e aos seus irmãos é a melhor homenagem que lhe poderá prestar e o melhor agradecimento que lhe poderá dirigir.
<p>Olá, eu sou a Bronkas de outros fóruns e aqui já fui a LucNun.
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<p><strong>Cada vez me convenço mais que há pessoas que têm o intestino ligado à testa.</strong> - "By" alguém que tem ambas as coisas no seu devido lugar.
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<p><strong>Cada vez me convenço mais que há pessoas que têm o intestino ligado à testa.</strong> - "By" alguém que tem ambas as coisas no seu devido lugar.