Pois é Emilia, infelizmente há muito ingnorantes desse por esse mundo fora. Eu tenho um boxer, e bem lengrinhas e já ouvi cada uma que até fiquei parva, uma vizinha minha tem um rott e já ouviu tambem muitas das boas.
O que temos que fazer nessess casos, porque com gente dessa não adianda dizer que são meigos e que só se tornam maus se os donos os treinarem para isso, o melhor é mada-los á fava e virar-lhe as costa.
Susana
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Pois é... mas não fui eu que lhe virei as costas, fiz com que desistisse e se fosse embora... a mulher não sabia bem com quem se estava a meter
O mais grave é que a dita cuja disse ser professora e que tinha um aluno que tinha um pitt que entrava em lutas, mas disse isto com uma naturalidade. Quando lhe disse que como cidadã e como parte activa na educação de jovens deveria fazer algo... resposta pronta foi :"então esses cães não servem só para lutas, eles não são cães normais".
Desculpem-me mas por muito que tente entender como é que alguém - que por sinal até deveria ser uma pessoa com capacidade de pensar por si, de analisar situações, de ser coerente - pensa desta forma. Revolta-me.
O meu marido, que ao disparate da mulher decidiu não se incomodar e gozar com a situação, chegou ao ponto de lhe dizer: "são maus, muito maus, este comeu duas criancinhas ao pequeno-almoço, três cães ao almoço e tenha cuidado que está na hora do lanche e ele costuma comer gaijas... gaijos é só ao jantar". A dita cuja senhora sentiu-se ofendida, ainda por cima.
Estas situações revoltam-me porque um dia destes em Portugal começamos a caça a este tipo de cães, e não só aos pitts. E a culpa, em primeiro lugar, é dos donos. Não é difícil ver isso, porque é que se culpa sempre os mais fracos!?
E, como sempre, a comunicação social deixa-se levar por o tipo de "estórias" que deram origem a este tópico, embarca na estupidez generalizada.
Se em relação aos cães a comunicação social entre por estes caminhos, imaginem quando são outros assuntos...