Diz-me o que sentes!

Este é o fórum dedicado exclusivamente ao melhor amigo do homem! Troque ideias e tire dúvidas sobre o cão.

Moderador: mcerqueira

Ponky
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terça jun 02, 2009 2:31 pm

Não sei que é esse 8) esse não é meu :P
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<p>&nbsp;" Ai se eu pudesse..." by Sofiaabreulopes :P</p>
Manuescrito
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Localização: Eu e mais 2 ou 3...!

terça jun 02, 2009 4:35 pm

Reage à linguagem corporal?! Depende do cão...a minha cadela todos os dias faz uma nova, ou é uma almofada, ou o teclado do pc, ou um xinelo, enfim, não consegue estar quieta, no entanto e sempre que faz asneira auto castiga-se indo para de baixo da mesa da cozinha, que é o sitio onde ela se enfia sempre que alguem refila com ela! O mais engraçado é que quando eu chego a casa os meus cães vêm, naturalmente, receber-me completamente doidos à porta, mas quando há alguma coisa estragada ou roida e espalhada pela casa, só o meu cao é que me vem dar as boas vindas! Sem eu proferir uma única palavra quando eu chego à cozinha ela está debaixo da mesa, toda encolhida a abanar o rabito e nem se atreve a vir ter comigo (isto sem eu ter dito ou feito seja o q for, entrando em casa normalmente), isto so acontece quando ela de facto estragou alguma coisa...em dias em que não estragou nada é a primeira a vir ter comigo!
Explica-me la isto então Texuga!
<p><strong>Benfica Sempre!</strong></p>
marijonscp
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terça jun 02, 2009 4:41 pm

LuMaria Escreveu:Eh Eh Eh....

Desde já obrigada pela participação. Conforme disse é um assunto que me é muito querido e me consome horas de pesquisa e leitura. Tanto nos animais como Humanos.

Gosto do v/ diálogo, mas se podessem apresentar algo em concreto que vá de encontro ao que dizem era excelente.

É que as nossas apreciações só por si valem o que valem, fundamentadas tornam-se fortes e mais interessantes. :wink:
Só posso mesmo falar pela minha experiência com o meu cão, fundamentar de outra forma só mesmo para um especialista na matéria que o possa fazer científicamente.

Já agora Lumaria qual é a sua opinião sobre este assunto?
<p>"Quanto mais conhe&ccedil;o os homens, mais estimo os animais" - Herculano</p>
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MiausRafa
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terça jun 02, 2009 5:29 pm

O comportamento emocional dos animais, é um tema que também me apaixona e faz com que dedique muito do meu tempo, à leitura de artigos ou livros sobre este assunto.

Sobre o artigo em questão, já conhecia esses estudos e teorias, considero que está interessante, embora eu não esteja de acordo com parte do seu conteúdo. No entanto considero que poderá fazer com que mais pessoas se venham a interessar por este tema, já que no mundo actual a tendência é humanizar os animais mas de uma forma que nada tem a ver com o que estamos a falar.

Ainda sobre o artigo, eu não chamaria "inveja" à discriminação que o cão faz a quem o trata bem ou mal.
Chamaria "amor", por quem lhe faz bem.
Por quem lhe faz mal, diria "raiva" no caso de um cão mais dominante; "medo" num cão submisso.
Na situação apresentada quando o cão está a ver outro cão a ser recompensado, ou com recompensa mais atractiva eu chamaria "desejo". Se vê outro animal a ser acariciado chamaria "ciúme". Não concordo com o termo "inveja" dado por Friederike Range.

Culpa, também concordo que eles não sentem. Não se sentem culpados por ter roído uma almofada, mas sabem que quando o fazem levam uma reprimenda o que os leva a ter também certos comportamentos, se mais submissos, vão para um cantinho, cama etc., se forem mais dominantes (caso da minha cadela), fica à porta da divisão onde tenha feito a asneira (a perdição dela são as almofadas) e à medida que eu me vou aproximando, não preciso dizer nada, fica aos saltos (aproxima e foge), ou seja sabe que vem” ralhete” e está pronta a “vazar”. Nesta situação acho que é a antecipação do desagrado do humano, como já foi aqui dito.
Pode-se comparar este sentimento por parte do cão, da antecipação negativa que espera do humano, pelo que fez mal, com o mesmo sentimento, mas positivo que recebe por parte do dono ou treinador quando lhe diz “ vamos trabalhar “ e ele sabe que trabalhando, vai receber uma recompensa (claro se o treino for com o método de reforço positivo.

Sobre esse estudo feito pelo psicólogo Martin Seligman em que submeteram cães a choques eléctricos, para concluir se haveria ou não depressão, não concordo que alguém que goste de animais possa pensar em usar esse método, quanto mais aplicá-lo.
Na situação apresentada, a minha opinião de leiga é que os cães do grupo 2 foram ensinados a carregar no botão, como se ensina um cão a dar a pata ou a rebolar, portanto aprenderam como poderiam acabar com os choques.
Aos cães do grupo 3 não foi dada nenhuma hipótese (nenhum ensinamento), como os choques eram aleatórios o que eles desenvolveram foi "medo", não sabiam se fugindo dali a situação se repetiria.
Apesar de tudo acredito que os cães e gatos (falando só nestes dois grupos), podem desenvolver depressão, cujas causas podem ser solidão por estarem muito tempo sozinhos, ausências do dono, falta de entretenimento e actividades físicas, mudanças de rotina, etc.

Falar que o animal tem alma, depende da crença de cada um. Se acreditamos que nós humanos temos alma, fácil será para quem é amante de animais acreditar que eles também a têm.

Fundamentar não é fácil, os nossos quatro patas não nos transmitem por palavras os seu sentimentos, mas por comportamentos e olhares e cabe-nos a nós dar-lhes o nome que bem entendermos, não nos esquecendo de que eles sentem…

Alegria, raiva, ciúmes, gratidão, tédio, medo, amor, etc, é nisto que eu acredito quer pela minha sensibilidade, quer pelo que tenho lido.

É interessante ler: Charles Darwin em “The Expression of the Emotions in Man and Animals”.
MiausRafa
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terça jun 02, 2009 5:39 pm

Este artigo é da autoria da Dra. Martha Follain, na minha opinião é muito simples e interessante:

Pessoas que experimentam contato com animais, não têm nenhuma dúvida de que eles demonstram amor, alegria, mau humor, raiva, ciúmes, gratidão, bom humor, tédio, medo, etc. claramente e, de forma semelhante à dos seres humanos.

Com essa assertiva, concordava Charles Darwin em “The Expression of the Emotions in Man and Animals”, afirmando que algumas de nossas expressões de sentimentos, são resquícios herdados de antepassados primitivos comuns tanto ao homem quanto a outros animais. Senão, como explicar que, ainda hoje, mostremos os dentes caninos quando enfurecidos, como fazem os macacos e os cães, apesar de não nos servirmos desses dentes para brigar ?

O escritor contemporâneo e veterinário Richard Pitcairn reitera as afirmações de Darwin : “É uma verdade inegável o fato de que os animais têm estados emocionais e sentimentos. Quem convive com eles, pode ver isso facilmente, embora não seja algo de que as pessoas precisam estar intelectualmente convencidas. Não existe dúvida, na minha mente, de que os animais apresentam o mesmo leque de emoções que as pessoas: amor, medo, raiva, tristeza, alegria, e assim por diante “.

Um estudo recente, realizado na Universidade de Bristol, coordenado por John Webster, professor de Reprodução Animal em Bristol, e autor do livro “Animal Welfare: Limping Towards Éden”, mostra que as vacas têm vida sentimental que inclui emoções como a amizade, rancor e frustração. Os pesquisadores constataram que as vacas formam, dentro de uma manada, pequenos grupos de amizade e trocam cuidados entre si. Esta descoberta foi apresentada numa conferência científica em Londres, em março de 2005.

Ainda, segundo este estudo da Universidade de Bristol, os animais estão mais próximos dos seres humanos, sob o ponto de vista emocional, do que até aqui acreditava-se. Duro golpe na presunção do homem de ser a única espécie com sentimentos do reino animal !

Keith Kendrick, professor de Neurobiologia do Instituto Babraham, em Cambridge, descobriu que as ovelhas conseguem estabelecer relações de amizade com humanos, entrando em depressão por separações longas e, festejando a volta do dono, mesmo depois de 3 anos de separação.

O psicólogo de animais, Patfield, afirma que bois possuem memória emocional. Em sua experiência, um boi e um bezerro presenciaram a matança de 150 bois. O boi foi mantido isolado e o bezerro colocado num rebanho. Passaram-se 2 anos. Após esse tempo o boi reconheceu os abatedores que haviam matado seus companheiros. Ele gemia e urrava de medo, com a aproximação daquelas pessoas. No rebanho, o bezerro foi o único animal que fugiu quando os homens (abatedores) aproximaram-se e, desembestou em pânico.

Sendo assim, a afirmação de que um animal pode utilizar suas emoções significa que seu cérebro reage a certos eventos de maneira particular. Os sentimentos surgem da mente analítica.
Mas, o pesquisador Jaak Panksepp, especialista em comportamento da Universidade Estadual de Bowling Green, Ohio, não acredita que sentimentos surjam apenas da reflexão.

Ele sustenta que a raiz das emoções encontra-se em regiões do cérebro tais como o sistema límbico (área cerebral que produz e regula as emoções), muito antigo do ponto de vista evolutivo e presente em todos os mamíferos. O sistema límbico é uma estrutura cerebral antiga, e o fato dele desempenhar papel importante no cérebro, indica que a emoção é parte fundamental na vida dos animais.

Estudos sobre o metabolismo do cérebro fornecem evidências de que os sentimentos dos animais, talvez não sejam muito diferentes dos sentimentos dos seres humanos pois, entre eles há processos cerebrais comuns. Pesquisas mostram que o neurotransmissor “dopamina” é importante no processamento de emoções como alegria e desejo, tanto em humanos como em outros mamíferos.

Ainda não é possível provar, através de observação, se um animal possui sentimentos conscientes, como também não se pode provar o que uma pessoa sente no seu íntimo.Porém, experimentos de laboratório indicam que, pelo menos, alguns animais dispõem da capacidade de autoconsciência. Podemos supor que tavez, tenham consciência de suas emoções.
E, se os animais são capazes de sentir emoções, temos mais uma razão para tratá-los com respeito, dignidade e carinho.

Alguém duvida da alegria que um cão experimenta quando seu dono chega em casa ? Ou o prazer que demonstra um gato, quando acariciado ?

Os animais são como nós, mas ao mesmo tempo diferentes, porque são melhores. Muitas vezes descobrimos que os animais são “mais humanos” do que muitos seres ditos humanos, refletindo melhores impulsos de humanidade – não mentem, não enganam, demonstram lealdade, gratidão, um amor incondicional e, são bem poucos os humanos que conseguem exibir esses sentimentos.
marijonscp
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terça jun 02, 2009 5:56 pm

Muito interessante este texto, não conhecia.
Acho particularmente verdade este último parágrafo.
MiausRafa Escreveu:
Os animais são como nós, mas ao mesmo tempo diferentes, porque são melhores. Muitas vezes descobrimos que os animais são “mais humanos” do que muitos seres ditos humanos, refletindo melhores impulsos de humanidade – não mentem, não enganam, demonstram lealdade, gratidão, um amor incondicional e, são bem poucos os humanos que conseguem exibir esses sentimentos.
<p>"Quanto mais conhe&ccedil;o os homens, mais estimo os animais" - Herculano</p>
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LuMaria
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terça jun 02, 2009 6:07 pm

nicasxi Escreveu:Na minha opinião essas posturas de "ciumes", "culpa" , etc, somos nós que as interpretamos assim para lhe dar um nome. Para um melhor entendimento. Mas , no meu ponto de vista, são reações aos sinais que enviamos.
E queria interpretar como Nicas? Em au-au? Béu-béu? Falamos de emoções e é nos seus nomes que temos de falar para nos compreendermos. Porque esse desejo enorme de negar a outros seres vivos o que sentimos? É que chega a ser surpreendente tanto empenho.
Não percebi essa do “são reações aos sinais que enviamos” género comando? Tecla 1, canal 1, tecla 2, RTP2?...
imarcelo Escreveu:Quanto à alma... Para quem acredita na vida depois da morte, como eu acredito, tenho lido coisas bastante interessantes, sobre a alma dos animais :wink:
Não me parece que o conceito de alma seja religioso Isa, mas sim o conceito de alma enquanto indivíduo único, sensível.
MiausRafa Escreveu:Ainda sobre o artigo, eu não chamaria "inveja" à discriminação que o cão faz a quem o trata bem ou mal.
Chamaria "amor", por quem lhe faz bem.
Por quem lhe faz mal, diria "raiva" no caso de um cão mais dominante; "medo" num cão submisso.
Na situação apresentada quando o cão está a ver outro cão a ser recompensado, ou com recompensa mais atractiva eu chamaria "desejo". Se vê outro animal a ser acariciado chamaria "ciúme". Não concordo com o termo "inveja" dado por Friederike Range.
Acho curiosa esta sua distinção. Se reparar ciúme/inveja são caras da mesma moeda. O ciúme aplica-se a pessoas/seres vivos e a inveja a coisas. Por exemplo o seu cão pode sentir ciúme da dona e inveja do boneco que está na boca de outro cão. Portanto se o cão é passível de um, certamente será passível de sentir o outro.
LucNun Escreveu:E todas elas me conduzem sempre às conclusões opostas às dos grandes técnicos cinófilos que andam por aqui
Fique feliz. Fique feliz! A isso chama-se sabedoria.
marijonscp Escreveu:Já agora Lumaria qual é a sua opinião sobre este assunto?
Para já gostaria de saber porque há quem diga que os cães não são capazes de sentir emoções como inveja/ciúme e que fundamentassem a sua resposta.
MiausRafa Escreveu:É interessante ler: Charles Darwin em “The Expression of the Emotions in Man and Animals”.
Charles Darwin nasceu no mesmo dia que eu há 200 anos atrás. Acho que herdei o gosto a que ele dedicou a sua vida inteira.
Muito inteligente, sabia há 200 anos atrás o que 200 anos depois ainda insistem em dizer que é mentira! Será que ainda há quem pense que o mundo é plano?

MiausRafa, só agora vi o seu 2º post. Obrigada :wink:
<p> At&eacute; Sempre... A quest&atilde;o n&atilde;o &eacute;, eles pensam? Ou, eles falam? A quest&atilde;o &eacute;, eles sofrem!&nbsp;</p>
<p>Tourada n&atilde;o &eacute; tradi&ccedil;&atilde;o, &eacute; crueldade- Assine aqui, divulgue e ajude a acabar com esta viol&ecirc;ncia</p>
marijonscp
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terça jun 02, 2009 6:12 pm

Muito bem :D Concordo inteiramente com o que escreveu.
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MiausRafa
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terça jun 02, 2009 6:40 pm

LuMaria Escreveu:Acho curiosa esta sua distinção. Se reparar ciúme/inveja são caras da mesma moeda. O ciúme aplica-se a pessoas/seres vivos e a inveja a coisas. Por exemplo o seu cão pode sentir ciúme da dona e inveja do boneco que está na boca de outro cão. Portanto se o cão é passível de um, certamente será passível de sentir o outro.
Sim, são sinónimos. Só que eu acho a palavra inveja muito agressiva para aplicar a um animal, daí que quando dei o exemplo de uma coisa, neste caso a recompensa, usei o termo "desejo". Em relação ao cão ver outro a ser acariciado pelo humano, usei o termo "ciúme".
Já aplicando a pessoas não tenho qualquer pejo em falar em "inveja".
LuMaria Escreveu:Charles Darwin nasceu no mesmo dia que eu há 200 anos atrás. Acho que herdei o gosto a que ele dedicou a sua vida inteira.
Muito inteligente, sabia há 200 anos atrás o que 200 anos depois ainda insistem em dizer que é mentira! Será que ainda há quem pense que o mundo é plano?
Engraçado somos os três da mesma geração. :oops:
Como não me considero antiga...também considero o Charles Darwin sempre actual e tem toda a razão, mesmo passados 200 anos ainda há muito a aprender com ele. :wink:
MiausRafa
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terça jun 02, 2009 6:43 pm

marijonscp Escreveu:Muito interessante este texto, não conhecia.
Acho particularmente verdade este último parágrafo.
MiausRafa Escreveu:
Os animais são como nós, mas ao mesmo tempo diferentes, porque são melhores. Muitas vezes descobrimos que os animais são “mais humanos” do que muitos seres ditos humanos, refletindo melhores impulsos de humanidade – não mentem, não enganam, demonstram lealdade, gratidão, um amor incondicional e, são bem poucos os humanos que conseguem exibir esses sentimentos.
Sim, seria bom que algumas pessoas reflectissem um pouco, sobre este parágrafo.
LuMaria
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quarta jun 03, 2009 1:23 pm

<p> At&eacute; Sempre... A quest&atilde;o n&atilde;o &eacute;, eles pensam? Ou, eles falam? A quest&atilde;o &eacute;, eles sofrem!&nbsp;</p>
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marijonscp
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quarta jun 03, 2009 2:00 pm

Gostei imenso de ler este artigo, que no fundo vai de encontro àquilo que sempre percepcionei com o meu cão.
A explicação quanto à culpa e remorso:
Seu cachorro pode não compartilhar da complexa melancolia de Hamlet, mas pode ter algo em comum com Woody Allen.
diz tudo. :D
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imarcelo
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quarta jun 03, 2009 3:10 pm

LuMaria Escreveu:
imarcelo Escreveu:Quanto à alma... Para quem acredita na vida depois da morte, como eu acredito, tenho lido coisas bastante interessantes, sobre a alma dos animais :wink:
Não me parece que o conceito de alma seja religioso Isa, mas sim o conceito de alma enquanto indivíduo único, sensível.
Chamemos-lhe então princípio espiritual. Penso que aqui não tem a ver com uma religião especifica, mas simplesmente de quem acredita na vida espiritual, neste caso após a morte.

Atenção que na minha busca sobre este assunto encontrei variadissimas referências, mas deixo aqui claro que não pertenço a nenhum credo religioso aqui exposto e por isso não estou aqui a defender coisa nenhuma, mas a tentar colocar aqui neste tópico outras teses que podem merecer alguma credibilidade ....ou não :wink:

Alan Kardec no livro dos espíritos refere:

Sobrevivendo ao corpo em que habitou, a alma do animal depois da morte fica numa espécie de erraticidade, pois que não mais se acha unida ao corpo, mas não é um Espírito errante. O Espírito errante é um ser que pensa e obra por sua livre vontade. De idêntica faculdade não dispõe o dos animais. A consciência de si mesmo é o que constitui o principal atributo do Espírito. O do animal, depois da morte, é classificado pelos Espíritos a quem incumbe essa tarefa e utilizado quase imediatamente. Não lhe é dado tempo de entrar em relação com outras criaturas.
“Os animais pensam de maneira semelhante a crianças que não aprenderam a usar a linguagem. Eles têm pensamentos muito interessantes, mas só conseguem expressá-los por meio de grunhidos, latidos e trinados.”
MARC HAUSER, Professor do Departamento de Psicologia da Universidade de Harvard, autor de Wild Minds (Mentes Selvagens, ainda sem versão para nosso vernáculo).

Ernesto Bozzano in ''A alma nos animais''
O autor tenta comprovar cientificamente a existência e a sobrevivência do principio espiritual nos animais, em diversos casos catalogados.

Para isto ele trabalha em duas vertentes: a determinação objetiva da atividade supranormal nos animais (Telepatia, premonição, mediunidade) e comprovação de casos de aparição post-mortem de fantasma de animais.
<p>Isabel</p>
<a href="http://www.apca.org.pt">www.apca.org.pt</a>
<p>&nbsp;<a href="http://www.animaisderua.org">www.animaisderua.org</a> </p>
<p>&nbsp;<a href="http://patasfelizes.blogs.sapo.pt/">htt ... pt/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
LuMaria
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quarta jun 03, 2009 5:22 pm

LOL esta parte partiu-me a rir
Há também os chimpanzés fêmeas do zoo de Tulsa, que se aproveitaram de um projeto de renovação para roubar os suprimentos dos pintores, vestir luvas e pintar seus bebês de branco sólido. Quando confrontados pelos funcionários furiosos, as mães correram para longe, retornando mais tarde com presentes de paz e bebês já sem a tinta.
Taditos! Já não se pode ser artista!
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quinta jun 04, 2009 9:52 am

Sobre o sentimento dos animais encontrei esta reportagem de Klaus Wilhelm(Biólogo e jornalista de divulgação cientifica em Berlim) e que julgo interessante.

É um pouquito extensa, mas penso que vale a pena ler :wink:

http://www2.uol.com.br/vivermente/repor ... ntos_.html
<p>Isabel</p>
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<p>&nbsp;</p>
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