No caso da Zorra não vou dizer que o meu marido fez bem.
Ele passou-se, o que é sempre desaconselhável.
No entanto, quer-me cá parecer que a menina Zorra pouco sentiu (mas percebeu muito bem a mensagem pois não voltou a repetir).
O diacho da cadela cinco minutos depois já brincava ao puxa-puxa com o dono.
Mas também já lhe dei no focinho.
Houve uma altura em que ela mordia-me sistemáticamente as mãos.
Então optei por lhe ir dando pequenos tabefes no focinho, ignorá-la durante algum tempo e dar-lhe ossos para roer.
Em pouquíssimo tempo deixou de morder e passou a mordicar gentilmente.
Dar uns tabefes ou açoites faz parte da educação.
Há asneiras que eles fazem com 1/2 anos que não vale a pena conversas, que eles não entendem (ou entendem mas não ligam).
Além do mais cada cão ou criança tem a sua maneira de ser.
O que resulta com um pode não funcionar com outro.
O essencial é que a mensagem passe e fique na memória.
O risco que se corre é o de, um belo dia, o cãozinho morder a sério alguém - que pode ser o vosso filho - e ter de ser abatido ou abandonado.
O risco para a criança é o de,um belo dia, passar a correr a rua e ser atropelada.
É disto que temos de nos lembrar, quando fizermos a opção de não castigar NUNCA o cão ou a criança, físicamente.
ainda estou em estado de choque
Moderador: mcerqueira