POr favor se alguém tem alguma indeia de fazer nisso, pense, não faça barbaridades... A noticia abaixo é no AZERBEIJÃO...não cá...não abandonem os nosso cães...
CHiça
Cão vadio morre com gripe das aves no Azerbaijão
Ângela Marques
ONU quer mais esforço
Depois dos gatos, é a vez dos cães: o ministério da Agricultura do Azerbaijão informou ontem que o vírus da gripe das aves foi detectado num cão vadio encontrado morto no país. As autoridades estão agora a analisar amostras do animal para apurar se se trata da estirpe H5N1, a mais letal e transmissível ao homem.
"O vírus do tipo A da gripe aviária foi detectado num cão recolhido a 9 de Março nos subúrbios de Bakou, mas não foi possível identificar com mais precisão", disse à AFP o ministro da Agricultura do Azerbaijão, Ismet Abbasov.
A confirmar-se esta infecção por H5N1 num cão, será o primeiro caso mundial. A tentar serenar a população, o ministério da Agricultura afirmou que "já se sabe que o homem pode ser contaminado por uma ave, mas não é certo que possa ser infectado por cães".
Também ontem, várias centenas de aves foram encontradas mortas no sul de Israel, levando as autoridades a afirmar que o país pode estar perante uma epidemia de gripe aviária. Na Dinamarca, as autoridades confirmaram o primeiro caso de infecção por H5N1. A presença desta estirpe numa ave selvagem - um bútio -, foi confirmada no laboratório de referência do Reino Unido.
"É justo dizer que, a longo prazo, a Comissão Europeia terá de aumentar o seu apoio e os seus compromissos" na luta contra a gripe aviária, alertou ontem o coordenador das Nações Unidas para a Gripe das Aves, David Nabarro. Em Bruxelas, elogiou, no entanto, o "importante papel" que a Comissão Europeia tem tido em relação aos estados-membros e a países terceiros, fazendo com que tomem medidas veterinárias.
No dia em que a Roche anunciou que vai aumentar a produção de Tamiflu - o antiviral considerado eficaz no tratamento da doença -, Nabarro recusou-se a fazer previsões sobre uma eventual pandemia, mas defendeu a importância de as pessoas estarem conscientes do risco: "Quando se trabalha em saúde pública não há risco que possa ser quantificado. É difícil fazer uma previsão. O impacto pode ser extremamente sério. Seria um disparate não chamar a atenção das pessoas para esta questão. É melhor estar preparado do que ser apanhado em lamentações, porque quando a pandemia chegar será tarde demais."