A minha esposa é professora e foi colocada a 300 kms de casa, logo o meu filho com 8 meses está longe de casa e recentemente teve de ser internado no hospital local (Castelo Branco) devido a uma infecção urinária. Naturalmente tive de largar tudo e arranjar forma de o Bowie ficar com alguem que o estimasse durante este pequeno interregno. Optei pelo Padrinho do meu filho que tem uma casa com espaço mas qual foi a minha surpresa quando este me ligou naõ tinham passado 8 horas a dizer que o Bowie estava com repirar ofegante e que se revoltava a ponto de sangrar contra a porta da garagem onde tinha sido decidido que ele iria dormir. Decisão à distância foi levar o Bowie para sua casa (empregada de limpeza tinha chave e deslocou-se passava da meia noite para o alojar). Mudou radicalmente e acalmou. No entanto ficou medroso o que levou a que me deslocasse rápidamente a casa para estar com ele. Refugia-se na sua cama, inactivo, apático e triste. Vou ter de regressar e deixá-lo a cuidados de 3 a 4 horas dia com a empregada que ele conhece e gosta mas fico preocupado. Que me aconselham dentro dos possíveis dadas as circunstâncias? Acham normal em tão pouco espaço de tempo tal reação ? Opinião ?
Desculpem a extensão da mensagem,
Atentamente,
Pmmp
Doberman medo...
Moderador: mcerqueira
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aisd
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periquito FALCANITO
Então, e não pode levá-lo consigo ?
Suponho que a sua esposa tem casa em Castelo Branco...
Suponho que a sua esposa tem casa em Castelo Branco...
<p>"O auto-convencimento manifesta-se pela falta de cordialidade nas palavras" - Teofrasto</p>
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texuga
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O seu cão sofre de Ansiedade por Separação. Muito tipico nos cães, independentemente da raça.
Solução imediata: Levá-lo consigo.
Xuga
Ainda para mais numa casa estranha.http://www.hospvetprincipal.pt/Ansiedade.htm Escreveu: Ansiedade de separação é o conjunto de comportamentos exibidos por cães quando são deixados sós, sendo um dos problemas comportamentais mais comuns em cães. Os proprietários frequentemente referem-se a estes animais como "rancorosos", "chateados", "raivosos", que agem com "despeito", "má vontade", mas este tipo de explicação não tem nenhuma base etológica. O mais correcto seria descrever este tipo de comportamento perturbado como resultado de uma resposta ao stresse pela separação da pessoa ou pessoas com quem o animal está ligado ou apegado.
Razões
A principal característica da ansiedade de separação é que os comportamentos indesejados estão claramente relacionados à ausência de um ou de todos os membros da família.
Comportamentos
- 1 . mastigam, arranham e destroem objectos domésticos ou pessoais.
2 . urinam e defecam em localizações inaceitáveis.
3 . ficam deprimidos e não comem ou bebem enquanto o proprietário não volta.
A maioria dos cães afectados fica muito excitado quando o proprietário retorna, saudando seu proprietário mais efusivamente do que o normal. Quando o proprietário retorna, o cão geralmente torna-se extremamente activo e exagera suas saudações à chegada do proprietário.
O tratamento é efectuado tendo em conta a história do animal.A possibilidade de sucesso diminui consoante a idade do animal e a execução do comportamento se torna mais elevada.
O princípio subjacente a toda técnica de tratamento para fobias, medos e ansiedades consiste em permitir que um animal experimente situações que despoletem medo e ansiedade sem que fique ansioso ou com medo. Para isso é preciso identificar quais são estes estímulos.
O cão deverá adaptar-se gradualmente a ficar só através de exposição a pequenas partidas. Se a resposta ansiosa acontecer logo após a partida do proprietário (dentro de 30 minutos), o cão deverá permanecer sozinho, no princípio, durante intervalos muito pequenos (5 minutos) para assegurar o sucesso do tratamento. O período de ausência é então gradualmente aumentado. O proprietário deve evitar a interação enquanto o animal apresenta comportamentos ansiosos. Deve assegurar que o cão não se ocupe com saudações prolongadas no retorno do proprietário, gratificando ou premiando o animal somente quando este estiver tranquilo e calmo.
A forma de prevenir o aparecimento destas situações resume-se a que o dono trate o animal como animal e não como uma pessoa. Quando ao animal não é demonstrado claramente o seu local na casa, surgem as situações de perturbações. Medicamentos existentes tratam este síndroma mas não devem ser usados de forma sistemática.
Solução imediata: Levá-lo consigo.
Xuga
http://www.apterrariofilia.org<a href="http://www.amphibio.org/apterrariofilia" target="_blank"> </a>