Penso que a memória canina, está muito ligada ao olfacto - "memória olfactiva"
Explico: O meu cão já faz 8 anos em Abril próximo. Quando tinha 10 meses foi mordido, severamente, por um bull terrier, morador na mesma freguesia.
Não voltamos a ver o cão, mas de vez em quando,muito de vez em quando, encontramos o dono do bull terrier, que nos vem cumprimentar e acariciar o Yuri.
O meu cão, enquanto o sr. está a alguma distancia, e, porque vai falando com ele, mostra contentamento, abana a cauda até o sr. se encostar e o afagar. Aqui, como se levasse um choque, afasta-se. Sempre que o sr. tenta aproximar-se ele choraminga e afasta-se.
Será memória olfactiva? Já passou tanto tempo!
"Memória Olfactiva"
Moderador: mcerqueira
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drilldown1
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<p> Sou responsável pelo que digo, não pelo que os outros entendem - By Ziggyma</p>
<p>Quer lutar comigo pela Net? Força... ESCREVA TUDO EM MAIÚSCULAS ATÉ QUE ME CONSIGA MATAR!!!</p>
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O dono do bull terrier estava presente quando o seu cão foi mordido?
Se há coisa que me impressiona é mesmo a memória dos cães.
Mas no que toca a "memória olfactiva" tive uma experiência também engraçada que até hoje me deixou a pensar. O Kalú desde que veio cá pra casa simplesmente não gosta de um tio meu (que nunca lhe fez mal, até gosta de animais... mas tem um falar "alto", parece que grita lol). Sempre que o meu tio entra em casa o Kalú foge para a rua e ladra desalmadamente, nunca se chega.
Ora bem, uma vez a minha mãe veio da casa do meu tio e trouxe uns sacos de pano dele com umas coisas que trazia de lá. Durante essa noite o Kalú não se calou e eu estava às voltas na cama... levantei-me e fui ver o que se passava. Quando chego à cozinha vejo ele a ladrar para os ditos sacos. Peguei nos sacos e levei para outra divisão da casa. Remédio santo ele calou-se e dormiu descansado... Terá detectado algum odor do meu tio e ter-se sentiddo incomodado com isso, a meu ver sim.
Se há coisa que me impressiona é mesmo a memória dos cães.
Mas no que toca a "memória olfactiva" tive uma experiência também engraçada que até hoje me deixou a pensar. O Kalú desde que veio cá pra casa simplesmente não gosta de um tio meu (que nunca lhe fez mal, até gosta de animais... mas tem um falar "alto", parece que grita lol). Sempre que o meu tio entra em casa o Kalú foge para a rua e ladra desalmadamente, nunca se chega.
Ora bem, uma vez a minha mãe veio da casa do meu tio e trouxe uns sacos de pano dele com umas coisas que trazia de lá. Durante essa noite o Kalú não se calou e eu estava às voltas na cama... levantei-me e fui ver o que se passava. Quando chego à cozinha vejo ele a ladrar para os ditos sacos. Peguei nos sacos e levei para outra divisão da casa. Remédio santo ele calou-se e dormiu descansado... Terá detectado algum odor do meu tio e ter-se sentiddo incomodado com isso, a meu ver sim.
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drilldown1
- Membro Veterano
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- Registado: quarta jun 16, 2010 5:30 pm
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O dono do bull terrier e um amigo, estavam presentes. Levou o Yuri no carro dele, que cheirava ao bull, ao vet e trouxe-nos a casa. Nos 1ºs tempos, telefonava muitas vezes e aparecia para saber como o Yuri estava.
Por fim, e a brincar dizia que teria de pagar uma escola até passar o trauma
KaluGold, parece pelo comportamento do Kalú vem fortalecer a ideia que a memória está muito ligada ao olfacto.
Por fim, e a brincar dizia que teria de pagar uma escola até passar o trauma
KaluGold, parece pelo comportamento do Kalú vem fortalecer a ideia que a memória está muito ligada ao olfacto.
<p> Sou responsável pelo que digo, não pelo que os outros entendem - By Ziggyma</p>
<p>Quer lutar comigo pela Net? Força... ESCREVA TUDO EM MAIÚSCULAS ATÉ QUE ME CONSIGA MATAR!!!</p>
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LazzieJazzie
- Membro
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- Registado: sexta set 03, 2010 2:45 pm
Eu acho que sim..os cães têm " memória olfactiva"|
Todos os cachorros que me lembre, mesmo passando anos e anos sem terem contacto connosco (como criadoras), lembram-se sempre de nós...
Exemplo:
Há 18 anos, a minha mãe vendeu um Boxer a um casal que, ao final de 4 anos de o terem, separam-se e como sobrava o cão, foi parar ao canil!
Fomos contactadas pela proprietária do canil a avisar que estava lá um cão do nosso afixo...E fui lá buscá-lo...Diziam que era agressivo e mordia toda a gente!
Mas quando me aproximei do canil, talvez pelo o olfacto, só pode...o cão começou a abanar-se e a fazer xixi de contentamento...
Tirei-o de lá, dei-o a um amigo meu...e sei que foi FELIZ para sempre...

Todos os cachorros que me lembre, mesmo passando anos e anos sem terem contacto connosco (como criadoras), lembram-se sempre de nós...
Exemplo:
Há 18 anos, a minha mãe vendeu um Boxer a um casal que, ao final de 4 anos de o terem, separam-se e como sobrava o cão, foi parar ao canil!
Fomos contactadas pela proprietária do canil a avisar que estava lá um cão do nosso afixo...E fui lá buscá-lo...Diziam que era agressivo e mordia toda a gente!
Tirei-o de lá, dei-o a um amigo meu...e sei que foi FELIZ para sempre...
Também creio que há uma memória olfactiva no cão, a qual lhe despertará evocações de toda a espécie e pelas quais ele reage.
Mas o meu cão Gaspar desmente tudo isso. Este cão, que foi criado em minha casa desde os dois ou três meses, quando foi encontrado na rua ao abandono e nos foi entregue para cuidarmos dele até se lhe arranjar um dono, criou um grande laço de afecto com o meu filho, que o adoptou. Passado algum tempo, o rapaz arranjou casa própria, mas o cão ficou comigo por razões que não vêm ao caso. Sempre que o meu filho me vinha visitar, o Gaspar fazia-lhe aquela festa! Anos mais tarde, o rapaz foi trabalhar para o estrangeiro, onde ainda se encontra. No entanto, vinha a Lisboa periodicamente, e o Gaspar sempre o recebeu com entusiasmo e grande alegria, como sempre.
Entretanto, várias circunstâncias da vida do meu filho ditaram uma ausência muito prolongada: três anos sem cá vir. Este Verão, veio, finalmente. E o Gaspar recebeu-o como faz com toda a gente estranha que entre cá em casa, ladrando e fugindo dele. Só passadas umas horas é que aceitou festas do dono, mas sempre desconfiado e sem dar mostras de o reconhecer.
Mas o Gaspar é um cão fora do padrão comum, talvez seja por isso.
Mas o meu cão Gaspar desmente tudo isso. Este cão, que foi criado em minha casa desde os dois ou três meses, quando foi encontrado na rua ao abandono e nos foi entregue para cuidarmos dele até se lhe arranjar um dono, criou um grande laço de afecto com o meu filho, que o adoptou. Passado algum tempo, o rapaz arranjou casa própria, mas o cão ficou comigo por razões que não vêm ao caso. Sempre que o meu filho me vinha visitar, o Gaspar fazia-lhe aquela festa! Anos mais tarde, o rapaz foi trabalhar para o estrangeiro, onde ainda se encontra. No entanto, vinha a Lisboa periodicamente, e o Gaspar sempre o recebeu com entusiasmo e grande alegria, como sempre.
Entretanto, várias circunstâncias da vida do meu filho ditaram uma ausência muito prolongada: três anos sem cá vir. Este Verão, veio, finalmente. E o Gaspar recebeu-o como faz com toda a gente estranha que entre cá em casa, ladrando e fugindo dele. Só passadas umas horas é que aceitou festas do dono, mas sempre desconfiado e sem dar mostras de o reconhecer.
Mas o Gaspar é um cão fora do padrão comum, talvez seja por isso.
<p>Olá, eu sou a Bronkas de outros fóruns e aqui já fui a LucNun.
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<p><strong>Cada vez me convenço mais que há pessoas que têm o intestino ligado à testa.</strong> - "By" alguém que tem ambas as coisas no seu devido lugar.
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<p><strong>Cada vez me convenço mais que há pessoas que têm o intestino ligado à testa.</strong> - "By" alguém que tem ambas as coisas no seu devido lugar.
LuluB.
O cheiro do seu filho manteve se na casa, as roupas dele o quarto.
Talvez o Gaspar ficasse sentido com a ausência e quis mostrar indiferença.
O que se passa na cabeça dos nossos amigos?
Será que á estudos correctos sobre este assunto.
O cheiro do seu filho manteve se na casa, as roupas dele o quarto.
Talvez o Gaspar ficasse sentido com a ausência e quis mostrar indiferença.
O que se passa na cabeça dos nossos amigos?
Será que á estudos correctos sobre este assunto.