No meu caso com o Martim quando ele foi adoptado esteve dois dias no vet a fazer exames a tudo incluindo à leish, tendo dado negativo.
Passado um ano e, como começou a coxear, melhorou e voltou a coxear, uma forista daqui levou-me ao vet dela (o meu actual

) e este, após um exame completo ao Martim suspeitou que ele tinha leish. De imediato fizémos os exames, os quais infelizmente deram positivo.
Segundo o meu vet, de certeza que o Martim quando saíu do canil já tinha esta doença e, como ele tinha umas feriditas quando saíu, se tivesse sido ele a vê-lo naquela altura, teria feito mais exames.
Nunca o Martim teve qualquer tipo de sintoma (peladas, emagrecimento, crescimento exagerado de unhas, nada de nada)
Com a Estrelita foi um pouco diferente. Ela saíu do canil com vários problemas de saúde começando pela febre da carraça, displasia da anca. Fez os testes da leish e deram negativos mas mesmo no border-line. Passados uns tempos repetiu e, desta vez deram negativos mas, como ela tinha tido febre da carraça, tanto o laboratório como o veterinário disseram que, se assim quisesse e por excesso de zelo, poderia repetir os testes 6/7 semanas depois. Foi o que fiz quando ela foi internada para ser operada à displasia. Aí não só a leish deu positiva como deu positiva para a dirofilariose.
A Estrelita também nunca teve nenhum sintoma da doença. Descobriu-se por acaso.
Penso que a melhor forma de se ir controlando a situação é para além obviamente da protecção que não deve falhar, no final do verão fazer testes de controlo pois, como sabemos, a protecção náo é infalível.
