Olá.
Devem estar a achar estranho o nome do tópico, mas é verdade.
Tenho um pug de 1 ano e 3 meses que é um autêntico anti-social, em relação a outros cães.
Sempre que se cruza com um começa aos saltos e a rosnar (não sei se é a brincar ou a sério), mas nunca morde.
Ontem encontrei uma cachorrinha abandonada num prédio em construção e levei-a para casa. Passou-se a mesma história e até deu-lhe umas patadas.
Mas mal sentiu-lhe o cheiro ficou louco, começou a colocar a pobrezita em posição e a tentar "viola-la".
E sempre que está com ela é a mesma coisa, nem o consigo segurar.
Ele nunca esteve com uma cadela e nunca conviveu muito com cães, afastava-os sempre com as suas palhaçadas.
Agora não sei o que fazer...isso é normal?...acham que isso lhe passa?
pug tenta violar cachorrinha
Moderador: mcerqueira
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texuga
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- Localização: Vaca, porco, galinha, frango, coelho, perú, enfim, como de tudo um pouco...
Castre-o e esterilize a cadela.
http://www.apterrariofilia.org<a href="http://www.amphibio.org/apterrariofilia" target="_blank"> </a>
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Tchintchas
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Essa solução não é muito viável para mim neste momento.
Estou a viver em Cabo Verde, e na ilha onde estou (Boavista) não existem clínicas veterinárias. Há vets mas não têm condições para fazer um procedimento desses.
Existe alguma forma de o repreender?
A cachorra está no quintal e ele está dentro de casa.
Mas gostava que eles convivessem...em paz!
Ela nem deve ter 2 meses ainda.
Estou a viver em Cabo Verde, e na ilha onde estou (Boavista) não existem clínicas veterinárias. Há vets mas não têm condições para fazer um procedimento desses.
Existe alguma forma de o repreender?
A cachorra está no quintal e ele está dentro de casa.
Mas gostava que eles convivessem...em paz!
Ela nem deve ter 2 meses ainda.
Eu cá faria ao contrário: punha o pug no quintal e trazia a cachorra para dentro de casa, que uma cadelinha tão pequena precisa de resguardo.
Mas isso sou eu, claro.
É provável que a cadelita traga algum cheiro que o excita, quer da mãe, quer de alguém que se lave pouco...
Experimente dar-lhe um "banho" de toalha molhada e bem espremida, ou então limpá-la com toalhetes de bebé. Mas a outra maneira é mais eficaz.
Depois, pode isolar a cachorra noutra divisão da casa, mas não a deixe ao ar livre. É certo que o clima é quente, mas há muitos outros factores que podem fazê-la adoecer. E sempre que o seu cão tentar montá-la, desvie-lhe a atenção e brinque com ele. É provável que esteja a reagir assim por ciúme, e então tenta dominá-la da maneira que sabe e que todos os cães usam para provar a sua dominância sobre outros.
E vá dando notícias.
Mas isso sou eu, claro.
É provável que a cadelita traga algum cheiro que o excita, quer da mãe, quer de alguém que se lave pouco...
Depois, pode isolar a cachorra noutra divisão da casa, mas não a deixe ao ar livre. É certo que o clima é quente, mas há muitos outros factores que podem fazê-la adoecer. E sempre que o seu cão tentar montá-la, desvie-lhe a atenção e brinque com ele. É provável que esteja a reagir assim por ciúme, e então tenta dominá-la da maneira que sabe e que todos os cães usam para provar a sua dominância sobre outros.
E vá dando notícias.
<p>Olá, eu sou a Bronkas de outros fóruns e aqui já fui a LucNun.
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<p><strong>Cada vez me convenço mais que há pessoas que têm o intestino ligado à testa.</strong> - "By" alguém que tem ambas as coisas no seu devido lugar.
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<p><strong>Cada vez me convenço mais que há pessoas que têm o intestino ligado à testa.</strong> - "By" alguém que tem ambas as coisas no seu devido lugar.
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BlackAdder
- Membro
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- Registado: sábado nov 14, 2009 12:04 am
Uma outra hipótese poderá passar por usar uma fralda na cadela. Algo como uma camisola ou um pano bem preso, claro que sem magoar, poderá salvar a cadela de alguns ataques que esse pug libidinoso poderá conseguir numa simples distracção.
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aisd
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- Localização: labradora retriever ZORRA
periquito FALCANITO
Sugiro o seguinte : de cada vez que o seu cão fizer isso, ponha-o noutra sala ou lá fora, longe de si, durante algum tempo (15 mns, pex).
Não comunique com ele durante esse tempo.
Depois deixe-o entrar - se repetir, repita você também o acima dito.
Até ele entender que só pode estar consigo se deixar a cadela em paz.
A ideia é mostrar ao cão que você não admite esse comportamento.
Você é que é o lider e basta você não querer para o seu pug ter de aceitar.
Isolá-lo da matilha (familia) deve bastar.
Não comunique com ele durante esse tempo.
Depois deixe-o entrar - se repetir, repita você também o acima dito.
Até ele entender que só pode estar consigo se deixar a cadela em paz.
A ideia é mostrar ao cão que você não admite esse comportamento.
Você é que é o lider e basta você não querer para o seu pug ter de aceitar.
Isolá-lo da matilha (familia) deve bastar.
<p>"O auto-convencimento manifesta-se pela falta de cordialidade nas palavras" - Teofrasto</p>
De qualquer modo a cadela vai crescer, ter cio, e o cão vai ficar doido com uma cadela em cio perto dele....
Um consultório de vet. não tem como castrar um cão? Não é uma intervenção complicada como esterilizar uma fêmea. É melhor informar-se bem sobre isto, se agora é complicado, depois vai ser muito mais. E ainda estou para ver treino que acalme um macho ou o faça mudar de ideias perante uma fêma em cio....
Um consultório de vet. não tem como castrar um cão? Não é uma intervenção complicada como esterilizar uma fêmea. É melhor informar-se bem sobre isto, se agora é complicado, depois vai ser muito mais. E ainda estou para ver treino que acalme um macho ou o faça mudar de ideias perante uma fêma em cio....
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Tchintchas
- Membro
- Mensagens: 70
- Registado: quinta jan 15, 2009 10:35 am
Acho que a LuluB tinha razão.
Ela devia trazer algum cheiro da mãe porque depois de lhe dar banho ele parou de a montar.
Sei que não é aconselhável mas tive mesmo que lhe dar um banho porque ela tava cheia de pó de cimento e terra e o pano molhado deixou-a mais suja ainda.
O Ziggy agora tá mais calmo...mas a atitude dele é mesmo de mostrar dominância, pois sempre que a cadelinha vai andando ele vai a correr e passa a frente ou em cima dela ou então empurra-a...e cheira...ele só quer saber de a cheirar e lamber as "partes"...e é mesmo chato.
De vez em quando até brincam (apesar de até aí ele ser bruto).
Por acaso usei a estratégia do aisd, mas aquele bicho é muito teimoso. Mas vou continuar porque apesar de não a montar passa a vida a chateá-la e a passar-lhe em cima como já havia dito.
Castra-lo, pra mim está fora de questão. Quando ela estiver com cio vai para o terraço. Assim não corro o risco de ela saltar a porta e fugir.
Enfim, estou confiante que ele vá acalmar-se, acho que é só falta de hábito de convivência com outros cães.
Obrigada por todas as sugestões, acreditem que isso já é uma grande ajuda.
Ela devia trazer algum cheiro da mãe porque depois de lhe dar banho ele parou de a montar.
Sei que não é aconselhável mas tive mesmo que lhe dar um banho porque ela tava cheia de pó de cimento e terra e o pano molhado deixou-a mais suja ainda.
O Ziggy agora tá mais calmo...mas a atitude dele é mesmo de mostrar dominância, pois sempre que a cadelinha vai andando ele vai a correr e passa a frente ou em cima dela ou então empurra-a...e cheira...ele só quer saber de a cheirar e lamber as "partes"...e é mesmo chato.
De vez em quando até brincam (apesar de até aí ele ser bruto).
Por acaso usei a estratégia do aisd, mas aquele bicho é muito teimoso. Mas vou continuar porque apesar de não a montar passa a vida a chateá-la e a passar-lhe em cima como já havia dito.
Castra-lo, pra mim está fora de questão. Quando ela estiver com cio vai para o terraço. Assim não corro o risco de ela saltar a porta e fugir.
Enfim, estou confiante que ele vá acalmar-se, acho que é só falta de hábito de convivência com outros cães.
Obrigada por todas as sugestões, acreditem que isso já é uma grande ajuda.
Fico contente com a evolução positiva!
Julgo que o seu cão está a passar por uma fase de adaptação à nova aquisição. Neste momento deve estar inseguro quanto ao seu lugar em casa, a entrada em cena de outro cão (neste caso, a cachorra) deve parecer-lhe não só a concorrência pelo afecto da dona, como também uma ameaça ao seu lugar na matilha, já estabelecido há bastante tempo.
Sugiro-lhe que de vez em quando se sente com calma, pegue na cachorrinha ao colo e lha "apresente", fazendo festas a ambos e conversando com o seu cão. Ele não percebe o que lhe diz, claro, mas sente a sua afeição e acalma-se. É provável que também lhe peça colo: dê-lho, mas sem pôr a cachorrinha no chão, faça-lhe sentir que o colo e os mimos são para os dois e que ele não perderá nenhum deles com a vinda dela.
Quanto às brincadeiras, não se assuste com a aparente brutalidade do maior. A cachorra também precisa de aprender umas coisas do convívio com os outros cães e ambos precisam de definir e estabelecer o seu respectivo lugar aí em casa. Eles irão adaptar-se gradualmente um ao outro e virá o dia em que se tornarão os melhores amigos.
Esse convívio até pode ter um efeito colateral positivo: é capaz de vir a melhorar as reacções do seu cão para com os que encontra na rua.
Julgo que o seu cão está a passar por uma fase de adaptação à nova aquisição. Neste momento deve estar inseguro quanto ao seu lugar em casa, a entrada em cena de outro cão (neste caso, a cachorra) deve parecer-lhe não só a concorrência pelo afecto da dona, como também uma ameaça ao seu lugar na matilha, já estabelecido há bastante tempo.
Sugiro-lhe que de vez em quando se sente com calma, pegue na cachorrinha ao colo e lha "apresente", fazendo festas a ambos e conversando com o seu cão. Ele não percebe o que lhe diz, claro, mas sente a sua afeição e acalma-se. É provável que também lhe peça colo: dê-lho, mas sem pôr a cachorrinha no chão, faça-lhe sentir que o colo e os mimos são para os dois e que ele não perderá nenhum deles com a vinda dela.
Quanto às brincadeiras, não se assuste com a aparente brutalidade do maior. A cachorra também precisa de aprender umas coisas do convívio com os outros cães e ambos precisam de definir e estabelecer o seu respectivo lugar aí em casa. Eles irão adaptar-se gradualmente um ao outro e virá o dia em que se tornarão os melhores amigos.
Esse convívio até pode ter um efeito colateral positivo: é capaz de vir a melhorar as reacções do seu cão para com os que encontra na rua.
<p>Olá, eu sou a Bronkas de outros fóruns e aqui já fui a LucNun.
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<p><strong>Cada vez me convenço mais que há pessoas que têm o intestino ligado à testa.</strong> - "By" alguém que tem ambas as coisas no seu devido lugar.
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Tchintchas
- Membro
- Mensagens: 70
- Registado: quinta jan 15, 2009 10:35 am
Muito obrigada LuluB.
Acho que tens razão e eu tenho andado a fazer as coisas de forma errada.
Quando ela não está presente dou-lhe colo, mimos e festas, mas quando ela está só sei ralhar com ele, por estar sempre a chateá-la (sempre a cheirar as "partes" e a empurrar).
E quando ela está no sofá, na maior parte das vezes, não o deixo subir.
Vou ter que adoptar outra estratégia, porque agora que a cachorra chegou não quero que ele fique com ciúmes ou se sinta indesejado.
Adoro o meu bichinho!
Ah...ele não pede colo quando ela está comigo, pelo contrário. Quando ela está ele não vê mais nada, só vê a cachorra. Eu chamo-o e ele nem liga.
Nem vem mendigar por comida quando estou a comer...o que é muuuito estranho!
Acho que tens razão e eu tenho andado a fazer as coisas de forma errada.
Quando ela não está presente dou-lhe colo, mimos e festas, mas quando ela está só sei ralhar com ele, por estar sempre a chateá-la (sempre a cheirar as "partes" e a empurrar).
E quando ela está no sofá, na maior parte das vezes, não o deixo subir.
Vou ter que adoptar outra estratégia, porque agora que a cachorra chegou não quero que ele fique com ciúmes ou se sinta indesejado.
Adoro o meu bichinho!
Ah...ele não pede colo quando ela está comigo, pelo contrário. Quando ela está ele não vê mais nada, só vê a cachorra. Eu chamo-o e ele nem liga.
Nem vem mendigar por comida quando estou a comer...o que é muuuito estranho!
Pois, ele ainda está na fase do ciúme perante a intrusa. Vá-lhe dando os mimos habituais e talvez possa até forçar alguns comportamentos que tinham antes de a cachorra entrar em cena e agora não tem, porque está desconfiado e inseguro.
Pode passar a, por exemplo, sentar-se a meio do sofá, com a cachorra de um lado, e forçar o seu a subir, mas do outro lado. Depois, faça festas a ambos, falando sempre só com o seu. E proceda assim com tudo: ele tem de perceber que não perdeu nada do seu amor nem do seu território e de aprender a partilhar este com a recém-chegada.
Embora pedinchar e receber comida durante a refeição da dona seja um hábito com que se não deve pactuar e que se deve fazer por eliminar, neste momento é mais importante estabilizar o ciumento. Por isso, reserve um pedacinho de carne do seu prato, ou do que quer que seja que ele goste, e chame-o para lho dar. Nessa altura, não faça o mesmo com a cachorra, ela tem tempo de aprender maus hábitos! lol
Vai ver que com o tempo as coisas se vão compor. Só tem é de ter paciência e, acima de tudo, não mudar as regras nem as permissões nestes primeiros tempos. Isso é coisa para se ir fazendo gradualmente depois da aceitação e adaptação.
Pode passar a, por exemplo, sentar-se a meio do sofá, com a cachorra de um lado, e forçar o seu a subir, mas do outro lado. Depois, faça festas a ambos, falando sempre só com o seu. E proceda assim com tudo: ele tem de perceber que não perdeu nada do seu amor nem do seu território e de aprender a partilhar este com a recém-chegada.
Embora pedinchar e receber comida durante a refeição da dona seja um hábito com que se não deve pactuar e que se deve fazer por eliminar, neste momento é mais importante estabilizar o ciumento. Por isso, reserve um pedacinho de carne do seu prato, ou do que quer que seja que ele goste, e chame-o para lho dar. Nessa altura, não faça o mesmo com a cachorra, ela tem tempo de aprender maus hábitos! lol
Vai ver que com o tempo as coisas se vão compor. Só tem é de ter paciência e, acima de tudo, não mudar as regras nem as permissões nestes primeiros tempos. Isso é coisa para se ir fazendo gradualmente depois da aceitação e adaptação.
<p>Olá, eu sou a Bronkas de outros fóruns e aqui já fui a LucNun.
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