Direito a luto
Moderador: mcerqueira
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Debora20
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Boa tarde, hoje quando cheguei ao trabalho ligou-me uma colega que ia entrar no horario a seguir a pedir se eu em vez de sair na minha hora se ficava mais umas quantas e fazia o horario dela tambem e fechava a loja, razão o cão velhote dela esta ás portas da morte, é velhote, tem incontinência, problemas cardiacos e esta mesmo em casa para morrer, a minha colega não teve coragem de recorrer a eutanasia e esta a passar os ultimos momentos com ele em casa, resumindo ela ligou-me a chorar, claro que disse que sim...
Quando terminei a chamada informei os meus colegas do sucedido,
- "Ela que vive sozinha com os cães ate percebo que lhe dêem o dia, mas não vejo o porque de ter que faltar pela morte de um animal de estimação, se tiveres mais familia em casa eles que fiquem em casa, não tem logica faltar por um animal..."
Isto entrou-me mal cá de uma maneira...
Peguei-me mesmo com ele em palavras, sendo que ele acabou por desculpa e ate admitir que depende da relação dono/animal de estimação!
Mas pronto, no meu caso falava com a minha chefe que é uma porreira de certeza que dava o dia, alguem ja passou pelo mesmo ou sabe como seria a reação la no trabalho?
Quando terminei a chamada informei os meus colegas do sucedido,
- "Ela que vive sozinha com os cães ate percebo que lhe dêem o dia, mas não vejo o porque de ter que faltar pela morte de um animal de estimação, se tiveres mais familia em casa eles que fiquem em casa, não tem logica faltar por um animal..."
Isto entrou-me mal cá de uma maneira...
Peguei-me mesmo com ele em palavras, sendo que ele acabou por desculpa e ate admitir que depende da relação dono/animal de estimação!
Mas pronto, no meu caso falava com a minha chefe que é uma porreira de certeza que dava o dia, alguem ja passou pelo mesmo ou sabe como seria a reação la no trabalho?
<p><strong>Ter animais é o mais saudável e recompensante dos vicios...</strong></p>
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Amigos
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Débora, infelizmente é assim...
O meu velhote morreu hoje e ao contar a uns amigos começaram a dizer "bem, só vou ao funeral se tiver comida!" e outra "Logo à noite já temos carne pro jantar!"
Peço desculpa comentar, sei que não foi num local de trabalho, mas acho que é o "dever" das demais pessoas respeitar os sentimentos de outras mesmo que não compreendam...
Peço desculpa comentar, sei que não foi num local de trabalho, mas acho que é o "dever" das demais pessoas respeitar os sentimentos de outras mesmo que não compreendam...
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Debora20
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Pois foi exactamente isso que tentei ver ao meu colega...
Há que respeitar e mais nada, existem pessoas que tem mais estima pelos animais que por certas pessoas e falo por mim...
A minha amiga não aguentou ve-lo a definhar durante o dia, e ligou ao vet para ele ir la a casa adormecer o simão...
Há que respeitar e mais nada, existem pessoas que tem mais estima pelos animais que por certas pessoas e falo por mim...
A minha amiga não aguentou ve-lo a definhar durante o dia, e ligou ao vet para ele ir la a casa adormecer o simão...
<p><strong>Ter animais é o mais saudável e recompensante dos vicios...</strong></p>
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flamingos
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- Registado: terça jan 08, 2008 6:43 pm
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olá infelizmente ao longo da minha vida já perdi mtos cães e muuuito DURO. Eu nunca deixaria de ir trabalhar, pq para min era uma maneira de me tentar abstrair da dor. Mas respeito quêm não consiga faze-lo
<p>SOU 1 BAIXOTE DE PELO SERDOSO COM 8 ANO , QUE ANDO A PROCURA DE NOVOS AMIGOS, CHAMO-ME RIP</p>
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Gypsfulvus
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Em situações dessas você deveria meter um dia de férias.Não há conversas da treta, você não deve nada a ningu+em e acabou-se
Não me parece que a entidade patronal tenha minimamente a ver com as nossas relações com os animais, e não estou a ver qualquer sentido em poder faltar por causa do cão morrer, do hamster, do piriquito, do gato ou do peixinho dourado....havia de ser bonito! Como tal, essa mesma relação é algo da nossa esfera pessoal e não faz qualquer sentido misturá-lo com o trabalho. Se estivermos a sofrer pela morte de um nosso animal e não nos sentirmos em condições de trabalhar, é meter um dia de férias, como refere o Gupsyfulvus.
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Chamarrita
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mesmo em se tratando de um dia de férias, pode ser necessária uma justificação. O director da minha escola não aceita justificações vagas como "motivos pessoais", por exemplo... num caso desses prefiro falar com um médico e pedir uma baixa. Até hoje nunca me foram colocadas objecções.
A questão do luto e assistência a animais doentes deveria estar regulamentada, bem como os direitos básicos de cuidados com os animais que estão à nossa responsabilidade, mas o estado não pode "perder" dinheiro com os animais.
só mesmo ganhar! 
A questão do luto e assistência a animais doentes deveria estar regulamentada, bem como os direitos básicos de cuidados com os animais que estão à nossa responsabilidade, mas o estado não pode "perder" dinheiro com os animais.
Acredito na Paciência, na Persistência, no Pai Natal e no Poder do Fiambre!
Mas você dá-se conta do absurdo do que está a dizer? Quer dizer, uma pessoa que tivesse uma colónia de formigas, mais valia ficar em casa e mandarem-lhe o ordenado pelo Correio! Ou essa tal 'regulamentação' também viria definir de qua animais podemos gostar e por quais podemos sentir sentimentos mais fortes?Chamarrita Escreveu:
A questão do luto e assistência a animais doentes deveria estar regulamentada, bem como os direitos básicos de cuidados com os animais que estão à nossa responsabilidade,
Às vezes parece-me que as pessoas não se dão conta de que a relação que têm com os animais são algo da sua esfera pessoal, e que as responsabilidades e as consequências dessa relação são apenas suas e de mais ninguém. Não é o Estado e nem nenhuma entidade empregadora que tem de PAGAR do seu bolso o facto de eu gostar muito de animais e ter 30 cães em casa, 10 gatos e 22 piriquitos! Se eles morrerem. se adoecerem ou o que quer que seja, sou eu que tenho de suportar isso. Se preciso de ficar em casa, meto férias!! Se não puder meter férias, paciência, problema meu, não da entidade empregadora!
E já agora, essa de meter baixa, qual é o motivo alegado? Só mesmo se tiver alguma doença, porque de resto está a usar de subterfugios ilegais e lesivos da sua entidade empregadora. No caso o Estado, ou seja, todos nós!
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Chamarrita
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quem não tem noção é o Paulo...PauloC1 Escreveu:Mas você dá-se conta do absurdo do que está a dizer? Quer dizer, uma pessoa que tivesse uma colónia de formigas, mais valia ficar em casa e mandarem-lhe o ordenado pelo Correio! Ou essa tal 'regulamentação' também viria definir de qua animais podemos gostar e por quais podemos sentir sentimentos mais fortes?Chamarrita Escreveu:
A questão do luto e assistência a animais doentes deveria estar regulamentada, bem como os direitos básicos de cuidados com os animais que estão à nossa responsabilidade,
Às vezes parece-me que as pessoas não se dão conta de que a relação que têm com os animais são algo da sua esfera pessoal, e que as responsabilidades e as consequências dessa relação são apenas suas e de mais ninguém. Não é o Estado e nem nenhuma entidade empregadora que tem de PAGAR do seu bolso o facto de eu gostar muito de animais e ter 30 cães em casa, 10 gatos e 22 piriquitos! Se eles morrerem. se adoecerem ou o que quer que seja, sou eu que tenho de suportar isso. Se preciso de ficar em casa, meto férias!! Se não puder meter férias, paciência, problema meu, não da entidade empregadora!
E já agora, essa de meter baixa, qual é o motivo alegado? Só mesmo se tiver alguma doença, porque de resto está a usar de subterfugios ilegais e lesivos da sua entidade empregadora. No caso o Estado, ou seja, todos nós!
Acredito na Paciência, na Persistência, no Pai Natal e no Poder do Fiambre!
Pode ter a certeza que não tenho!!Chamarrita Escreveu:
quem não tem noção é o Paulo...
Eu tenho cá em casa uma cadela com linfoma, e agora com diabetes, que teve de ser sujeita a quimioterapia e agora faz manutenção, tendo iniciado insulina porque entretanto apareceram também diabetes. Imagino que lhe passe pela cabeça o que um animal neste estado exige dos donos. No entanto nunca nos passou pela cabeça, passar essa exigência para outros. POr essa razão se for preciso faltar ao trabalho, mete-se férias. E olhe que já foi preciso faltar ao trabalho por causa dela (não eu, mas a minha mulher), embora se tenham tentado sempre conciliar as coisas para fazer os tratamentos (a quimioterapia foi por via venosa) durante os sabados ou fora de horas de expediente.
É assim mesmo, não faço ideia do que se passa pela sua cabeça, mas faço ideia do que se passa pela minha e das responsabilidades que sinto perante os meus animais e também perante aqueles que me pagam o ordenado e pelos meus colegas. Gosto muito dos meus animais e faço tudo por eles, mas à minha conta!
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Chamarrita
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- Localização: Chamarrita, Kyikoo & outros nobres felinos, cadelas e o ouriço Eugénio.
eu disse que não tem noção porque obviamente estamos a falar de animais de companhia e não de colónias de formigas.
Compreendo perfeitamente o que me diz, tb tenho animais doentes e tb já tive de faltar ao trabalho quer para tratar, quer para eutanasiar. Acontece que os professores só podem faltar 5 dias ao abrigo do período de férias e já me considero seriamente prejudicada com a perda do animal, quanto mais prescindir de um dia de férias.
O que alego ao médico que encontro é a verdade: tenho um animal doente que precisa de cuidados ou morreu um animal e não estou em condições para trabalhar. Se perco uma noite de volta de um que precisa de auxílio, não vou trabalhar sem dormir; se estou física e emocionalmente desgastada, não vou prejudicar duas ou 3 turmas apenas para não faltar.
Os animais que vivem comigo dependem de mim, e têm direitos consagrados, como os cuidados básicos de saúde. Agora, tal como as crianças, eles não vão ao médico sozinhos nem escolhem dia ou hora para adoecer e/ou morrer. Se tiver de flatar dois dias num mês, legalmente não me é permitido meter dois dias de férias, portanto só mesmo com baixa médica. E até hoje não houve nenhum médico que me negasse o atestado em como não me encontro em condições de ir trabalhar. Não há mentiras ou fraudes, quando muito um contorno da lei que não defende os animais.
Além das obrigações legais (vacinar contra a raiva, registar, chipar) há muitas mais a cumprir para se poder cuidar decentemente de um animal de companhia, como sabe. O patrão tb não tem nada a ver com as nossas relações pessoais e familiares, no entanto o nojo pelo falecimento de parentes próximos e o acompanhamento de familiares está previsto na lei. Entendo que "coisas" não deveriam inspirar tantos cuidados, há muito quem ache que não se deve gastar dinheiro com os animais, ou que a morte/doença de um animal não é motivo suficientemente forte para faltar ao trabalho, mas não aceito e afirmo que essas pessoas estão erradas. Não é por serem a maioria ou por não estar legislado que me vou submeter e negligenciar os que amo e dependem de mim. E, ainda que seja ilegal, mesmo com a conivência do médico, compete À ENTIDADE que se sente lesada provar essa ilegalidade.
Quanto a lesar os contribuintes, fique descansado: o dia de baixa não é pago, é descontado o subsídio de refeição e, ao fim de 15 dias, desconta no tempo de serviço. A única lesada sou eu, já que os alunos tb não ficam sem aulas. E se acontecer um animal meu precisar que eu esteja ao seu lado um mês, meto baixa um mês, legal ou ilegal. Se for errado, não me livro da penalização. Mas para mim o certo é cuidar de quem não tem mais ninguém, independentemente de opiniões e leis.
Já reparou que o estado se demite completamente da responsabilidade para com os animais?
já reparou que tudo lhe sai do bolso?
em animais de criadores ainda há recibos, há contratos legais de um bem móvel que é vendido, há declarações no irs; nos outros, nada: hoteis caninos q não passam recibos, fats remuneradas que não passam recibos, medicamentos e exames médicos caríssimos, alimentação de qualidade caríssima, obrigatoriedade de registo em que se paga uma taxa, e que benefícios colhe de pagar tanto a tanta gente?
Financeiramente seria mais benéfico para o estado incitar as pessoas à posse responsável dando alguns benefícios; e, tal como outros bens - automóvel, casa, etc. - exigir a declaração destes "bens" especiais. Afinal, ao estado paga tanto um rafeirolas pulguento de um canil municipal como um cão de raça comprado a um criador. E tanto um como outro fazem parte do "agregado familiar". O único cuidado que o estado tem é o de estabelecer um limite de animais dentro de casa, o q tb é ridículo, pois é completamente diferente ter 3 podenguitos pequenos ou 3 São Bernardo.
E se fosse permitido às pessoas faltarem ao trabalho para dar assistência aos animais, talvez não se vissem tantas desgraças que se vêem por falta de cuidados médicos. Sabe que, se encontrar um animal ferido, tem obrigação de lhe prestar assistência? pois é. Mas se for a caminho do rabalho e vir um cão ou um gato a agonizar na estrada, não pode faltar ou chegar atrasado para o socorrer... eu acho muito injusto.
(tem razão, Dinodane)
Compreendo perfeitamente o que me diz, tb tenho animais doentes e tb já tive de faltar ao trabalho quer para tratar, quer para eutanasiar. Acontece que os professores só podem faltar 5 dias ao abrigo do período de férias e já me considero seriamente prejudicada com a perda do animal, quanto mais prescindir de um dia de férias.
O que alego ao médico que encontro é a verdade: tenho um animal doente que precisa de cuidados ou morreu um animal e não estou em condições para trabalhar. Se perco uma noite de volta de um que precisa de auxílio, não vou trabalhar sem dormir; se estou física e emocionalmente desgastada, não vou prejudicar duas ou 3 turmas apenas para não faltar.
Os animais que vivem comigo dependem de mim, e têm direitos consagrados, como os cuidados básicos de saúde. Agora, tal como as crianças, eles não vão ao médico sozinhos nem escolhem dia ou hora para adoecer e/ou morrer. Se tiver de flatar dois dias num mês, legalmente não me é permitido meter dois dias de férias, portanto só mesmo com baixa médica. E até hoje não houve nenhum médico que me negasse o atestado em como não me encontro em condições de ir trabalhar. Não há mentiras ou fraudes, quando muito um contorno da lei que não defende os animais.
Além das obrigações legais (vacinar contra a raiva, registar, chipar) há muitas mais a cumprir para se poder cuidar decentemente de um animal de companhia, como sabe. O patrão tb não tem nada a ver com as nossas relações pessoais e familiares, no entanto o nojo pelo falecimento de parentes próximos e o acompanhamento de familiares está previsto na lei. Entendo que "coisas" não deveriam inspirar tantos cuidados, há muito quem ache que não se deve gastar dinheiro com os animais, ou que a morte/doença de um animal não é motivo suficientemente forte para faltar ao trabalho, mas não aceito e afirmo que essas pessoas estão erradas. Não é por serem a maioria ou por não estar legislado que me vou submeter e negligenciar os que amo e dependem de mim. E, ainda que seja ilegal, mesmo com a conivência do médico, compete À ENTIDADE que se sente lesada provar essa ilegalidade.
Quanto a lesar os contribuintes, fique descansado: o dia de baixa não é pago, é descontado o subsídio de refeição e, ao fim de 15 dias, desconta no tempo de serviço. A única lesada sou eu, já que os alunos tb não ficam sem aulas. E se acontecer um animal meu precisar que eu esteja ao seu lado um mês, meto baixa um mês, legal ou ilegal. Se for errado, não me livro da penalização. Mas para mim o certo é cuidar de quem não tem mais ninguém, independentemente de opiniões e leis.
Já reparou que o estado se demite completamente da responsabilidade para com os animais?
já reparou que tudo lhe sai do bolso?
em animais de criadores ainda há recibos, há contratos legais de um bem móvel que é vendido, há declarações no irs; nos outros, nada: hoteis caninos q não passam recibos, fats remuneradas que não passam recibos, medicamentos e exames médicos caríssimos, alimentação de qualidade caríssima, obrigatoriedade de registo em que se paga uma taxa, e que benefícios colhe de pagar tanto a tanta gente?
Financeiramente seria mais benéfico para o estado incitar as pessoas à posse responsável dando alguns benefícios; e, tal como outros bens - automóvel, casa, etc. - exigir a declaração destes "bens" especiais. Afinal, ao estado paga tanto um rafeirolas pulguento de um canil municipal como um cão de raça comprado a um criador. E tanto um como outro fazem parte do "agregado familiar". O único cuidado que o estado tem é o de estabelecer um limite de animais dentro de casa, o q tb é ridículo, pois é completamente diferente ter 3 podenguitos pequenos ou 3 São Bernardo.
E se fosse permitido às pessoas faltarem ao trabalho para dar assistência aos animais, talvez não se vissem tantas desgraças que se vêem por falta de cuidados médicos. Sabe que, se encontrar um animal ferido, tem obrigação de lhe prestar assistência? pois é. Mas se for a caminho do rabalho e vir um cão ou um gato a agonizar na estrada, não pode faltar ou chegar atrasado para o socorrer... eu acho muito injusto.
(tem razão, Dinodane)
Última edição por Chamarrita em segunda dez 14, 2009 11:02 am, editado 1 vez no total.
Acredito na Paciência, na Persistência, no Pai Natal e no Poder do Fiambre!
Uns parágrafos nesse bloco de texto ajudavam imenso a leitura...

É bem verdade! Antes os 3 São Bernardos...pois é completamente diferente ter (dentro de casa) 3 podenguitos pequenos ou 3 São Bernardo
"A inveja é a arma do incompetente" Anónimo
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Minuxa
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- Registado: segunda set 14, 2009 4:09 pm
- Localização: Minuxa (cocker spaniel inglês), Leo (gato rafeiro)
Concordo plenamente com a Chamarrita, e subscrevo completamente tudo por ela dito (escrito).
Infelizmente as pessoas em geral consideram os animais como coisas.
Infelizmente as pessoas em geral consideram os animais como coisas.
<p>"Se acreditasse na imortalidade, acreditava que muitos cães iriam para o céu, e poucas pessoas também." - James Thurder</p>