Repreensão à posteriori
Moderador: mcerqueira
Há muitos anos que tenho cães que não entram em casa. Sempre tive cães desde os 3 meses de idade e nunca nenhum teve este tipo de comportamento. E sempre ficaram horas sozinhos.
Aceito que esta raça possa ser diferente. A ajuda que pedi foi nesse sentido.
Sempre me guardaram o espaço que circunda a casa e, consequentemente esta. E nunca tive tantos problemas como agora tenho com esta raça. Eles têm mais de 1000 m2 de relva e nunca me queixei sobre o que por lá fazem.
E passo com os cães o tempo que posso. Não vivo para os cães.
Tenho vida própria sem eles e estimo os meus cães como poucos e dedico-lhes muito do meu tempo disponivel.
LuluB, lamento desapontar mas não estimo mais a minha máquina que o cão, nem me conhece para fazer esse tipo de afirmação.
Além de ter alarme gosto de ter cães, mas também estes têm que ter regras, como todos temos lá em casa.
Agradeço aos que gostam de sugerir meios ou comportamentos para ultrapassar ou alterar esta relação entre mim e o destroyer.
Aceito que esta raça possa ser diferente. A ajuda que pedi foi nesse sentido.
Sempre me guardaram o espaço que circunda a casa e, consequentemente esta. E nunca tive tantos problemas como agora tenho com esta raça. Eles têm mais de 1000 m2 de relva e nunca me queixei sobre o que por lá fazem.
E passo com os cães o tempo que posso. Não vivo para os cães.
Tenho vida própria sem eles e estimo os meus cães como poucos e dedico-lhes muito do meu tempo disponivel.
LuluB, lamento desapontar mas não estimo mais a minha máquina que o cão, nem me conhece para fazer esse tipo de afirmação.
Além de ter alarme gosto de ter cães, mas também estes têm que ter regras, como todos temos lá em casa.
Agradeço aos que gostam de sugerir meios ou comportamentos para ultrapassar ou alterar esta relação entre mim e o destroyer.
Em termos de raças de cães, 150 anos é relativamente recente.
E eu não disse que os cães têm problemas de comportamento porque não podem entrar em casa. Mas passando o dia fora e a noite a dormir, o tempo que é dedicado a treinar e ensinar o animal deve ser muito pouco. Supondo que janta dentro de casa, e se senta no sofá à noite dentro de casa (ou outra coisa qualquer), quantas horas é que passa com o animal por dia?
E eu não disse que os cães têm problemas de comportamento porque não podem entrar em casa. Mas passando o dia fora e a noite a dormir, o tempo que é dedicado a treinar e ensinar o animal deve ser muito pouco. Supondo que janta dentro de casa, e se senta no sofá à noite dentro de casa (ou outra coisa qualquer), quantas horas é que passa com o animal por dia?
issoLuluB Escreveu:Sine qua non, expressão em latim.PauloC1 Escreveu:...condição cinequanon para ter um cão estável!!
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><a href="http://www.passarilreal.com"></a></p>
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Exacto...os meus avós por exemplo sempre tiveram os cães fora de casa, no entanto, o meu avô como agricultor andava com os cães todo o santo dia....ziggy Escreveu:Em termos de raças de cães, 150 anos é relativamente recente.
E eu não disse que os cães têm problemas de comportamento porque não podem entrar em casa. Mas passando o dia fora e a noite a dormir, o tempo que é dedicado a treinar e ensinar o animal deve ser muito pouco. Supondo que janta dentro de casa, e se senta no sofá à noite dentro de casa (ou outra coisa qualquer), quantas horas é que passa com o animal por dia?
Especialmente enquanto são novos, não há forma de aprenderem sozinhos...até pode haver cães "menos exploradores", mas seja da raça ou não este claramente que o é, portanto, sem lhe dedicar um pouco mais de tempo para a educação, não vejo como é que ele pode aprender sozinho...
A minha sugestão de o deixar entrar de vez em quando em casa, não foi no sentido de o tornar num "cão caseiro" mas no sentido de ter mais oportunidades para lhe mostrar o que deve ou não fazer...
O que eu quis dizer é que não faz mal nenhum que o cão não entre dentro de casa desde que se lhe dedique o devido tempo de atenção. E esse nesse tempo até nem desempenha papel fundamental a quantidade, mas sim a qualidade.ziggy Escreveu:Em termos de raças de cães, 150 anos é relativamente recente.
E eu não disse que os cães têm problemas de comportamento porque não podem entrar em casa. Mas passando o dia fora e a noite a dormir, o tempo que é dedicado a treinar e ensinar o animal deve ser muito pouco. Supondo que janta dentro de casa, e se senta no sofá à noite dentro de casa (ou outra coisa qualquer), quantas horas é que passa com o animal por dia?
A minha postura pessoal nesta matéria é que os cães têm acesso a dentro de casa, mas isso é por opção pessoal e porque EU gosto de estar perto deles e de tê-los perto de mim o mais tempo possível. Esta visão pessoal, não obsta a que compreenda quem tenha uma postura diferente e ache que os cães devem ficar fora de casa. E da mesma forma que nem todos os cães que convivem com os donos dentro de casa são animais de comportamento estável, também não se poderá assumir que os animais que não entram dentro de casa são todos animais sem educação ou treino e de comportamento instável. Por outras palavras, e não me tendo dirigido ao Ziggy em particular, e respondendo ao que foi uma preocupação em determinada altura de quem abriu o tópico, deixar o cão entrar em casa não é condição Sine qua non (gostaste Bronkas
Ilustrei esta minha posição afirmando que o Bullmastiff não é propriamente uma raça criada nestes tempos de “animais membros da família que comem à mesa connosco” , e que desde a sua criação já devem ter sido muitos os que nunca puseram os pés dentro do espaço habitacional dos donos, e não foi por isso que ficaram conotados com problemas comportamentais!!
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Gostei, pois!PauloC1 Escreveu:...Sine qua non (gostaste Bronkas) ...
Estou de acordo contigo, parece haver qualquer coisa que falha na relação deste dono com o seu cão. Nada que não possa ser resolvido, pois os animais, como as pessoas, não são todos iguais.
<p>Olá, eu sou a Bronkas de outros fóruns e aqui já fui a LucNun.
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<p><strong>Cada vez me convenço mais que há pessoas que têm o intestino ligado à testa.</strong> - "By" alguém que tem ambas as coisas no seu devido lugar.
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<p><strong>Cada vez me convenço mais que há pessoas que têm o intestino ligado à testa.</strong> - "By" alguém que tem ambas as coisas no seu devido lugar.
Ziggy, aceito que possa passar pouco tempo com os cães, mas com os outros todos passei o mesmo. Então é este que necessita mais de tempo?
Se sim, aceito.
Chino, mas se o cão entrasse em casa, não teria nem haveria necessidade de lhe corrigir nada no que respeita à destruição de coisas ou objectos. Teria talvez só que proibir que lhe dessem de comer da mesa na boca.... o que já não seria pouco porque ele adora comer todo o tipo de fruta, mas junto à porta. Porque ele durante o tempo que está connosco porta-se lindamente...
Concordo com o PauloC1 e os outros nunca entraram e sempre fizeram asneiras, mas nunca tantas e deste tipo.
LuluB, aquilo que pode falhar é eu não poder ter o tempo para o cão que, possivelmente, ele necessitaria, mas que todos gostariam, ou seja, de estarem com os donos e serem acompanhados e acarinhados.
Mas repito, é só com este que estou a ter problemas, pela especificidade da raça? Talvez, até porque nunca tive um cão que passasse tanto tempo junto à porta, junto de nós, como este.
E penso que por isso sente mais a nossa falta que todos os outros que já tive.
Mas aquilo que me fez abrir este tópico era saber se, mostrando o obecto danificado ao cão e ao mesmo tempo o repreendesse, ele associaria as 2 coisas objecto destruido e repreensão.
Se sim, aceito.
Chino, mas se o cão entrasse em casa, não teria nem haveria necessidade de lhe corrigir nada no que respeita à destruição de coisas ou objectos. Teria talvez só que proibir que lhe dessem de comer da mesa na boca.... o que já não seria pouco porque ele adora comer todo o tipo de fruta, mas junto à porta. Porque ele durante o tempo que está connosco porta-se lindamente...
Concordo com o PauloC1 e os outros nunca entraram e sempre fizeram asneiras, mas nunca tantas e deste tipo.
LuluB, aquilo que pode falhar é eu não poder ter o tempo para o cão que, possivelmente, ele necessitaria, mas que todos gostariam, ou seja, de estarem com os donos e serem acompanhados e acarinhados.
Mas repito, é só com este que estou a ter problemas, pela especificidade da raça? Talvez, até porque nunca tive um cão que passasse tanto tempo junto à porta, junto de nós, como este.
E penso que por isso sente mais a nossa falta que todos os outros que já tive.
Mas aquilo que me fez abrir este tópico era saber se, mostrando o obecto danificado ao cão e ao mesmo tempo o repreendesse, ele associaria as 2 coisas objecto destruido e repreensão.
Ora era esta certeza que eu gostaria de ter, para não andar a castigar o cão, com todas as consequências que daí decorrem e que minam a relação entre cão e dono.
E se eu acho esta raça fantástica! Mas detesto a capacidade de destruição dela.
Obrigado
E se eu acho esta raça fantástica! Mas detesto a capacidade de destruição dela.
Obrigado
Mas a isso já lhe tinham respondido, dolphydolphy Escreveu:Ora era esta certeza que eu gostaria de ter, para não andar a castigar o cão, com todas as consequências que daí decorrem e que minam a relação entre cão e dono.
E se eu acho esta raça fantástica! Mas detesto a capacidade de destruição dela.
Obrigado
Paciência nesta caminhada, acredite que não está só.
dolphy Escreveu:Lumaria (...)Depois não disse que o prenderia em vez de mudar a moto de local.
dolphy Escreveu:ziggy, espero que passe, senão vou ter que o fechar.
(...)Mas rorer a alavanca de velocidades, os cubos das rodas, os piscas da moto 4, espelhos laterais dos carros que ficam fora da garagem....
Está a ser demais....
<p> Até Sempre... A questão não é, eles pensam? Ou, eles falam? A questão é, eles sofrem! </p>
<p>Tourada não é tradição, é crueldade- Assine aqui, divulgue e ajude a acabar com esta violência</p>
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Pois...assim é mais complicado apanha-lo (literalmente) com a boca na botija para dar o ralhete e dar-lhe um brinquedo para lhe mostrar o que é que ele deve roer e abocanhar...dolphy Escreveu:Chino, mas se o cão entrasse em casa, não teria nem haveria necessidade de lhe corrigir nada no que respeita à destruição de coisas ou objectos. Teria talvez só que proibir que lhe dessem de comer da mesa na boca.... o que já não seria pouco porque ele adora comer todo o tipo de fruta, mas junto à porta. Porque ele durante o tempo que está connosco porta-se lindamente...
É que (como já disse) acredito que assim em vez de o ensinar a não estragar acredito que lhe está a ensinar apenas que "o dono quando pega em qualquer coisa da mota ou num tapete ou numa toalha é porque vai ralhar comigo"...daí ele fugir quando o vê com estes objectos...
Tem que arranjar uma estratégia qualquer que lhe permita um bom timing para lhe ensinar o certo e o errado!!!
Em todo o caso se estiver disposto a largar uns €'s para os poupar em coisas partidas, creio que uma escola de treino pode ajudar...
Comparando com um rafeiro do alentejo? Sim, muito mais.dolphy Escreveu:Ziggy, aceito que possa passar pouco tempo com os cães, mas com os outros todos passei o mesmo. Então é este que necessita mais de tempo?
Se sim, aceito.
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BrownEye
- Membro Veterano
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- Registado: quinta fev 04, 2010 3:47 pm
- Localização: caes e tartarugas terrestres
Pois...LuMaria Escreveu:dolphy Escreveu:Lumaria (...)Depois não disse que o prenderia em vez de mudar a moto de local.dolphy Escreveu:ziggy, espero que passe, senão vou ter que o fechar.
(...)Mas rorer a alavanca de velocidades, os cubos das rodas, os piscas da moto 4, espelhos laterais dos carros que ficam fora da garagem....
Está a ser demais....
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joanaduarte
- Membro
- Mensagens: 178
- Registado: quarta fev 17, 2010 2:14 pm
Para um castigo ter efeito tem de provocar uma ligação emocional negativa com o acto cometido.
Quando mostramos o objecto destruido é obvio que o cão se lembra que o destruiu mas se o castigar-mos ele associará o castigo ao momento da sua aplicação e não ao momento da destruição. Usando o seu exemplo do castigo á postriori pelo tapete destruido o efeito será:
Dono + tapete = ligação negativa (devido ao castigo)
Roer + tapete = ligação positiva (devido ao prazer de o roer)
A diferença entre nós e os cães é de que emocionalmente eles vivem no presente não criando relações emocionais com o pasado ou o futuro independentemente de terem, sem margem para duvidas consciencia desse pasado e futuro, e por isso que só castigar no acto é que produz efeito.
Cumps
Quando mostramos o objecto destruido é obvio que o cão se lembra que o destruiu mas se o castigar-mos ele associará o castigo ao momento da sua aplicação e não ao momento da destruição. Usando o seu exemplo do castigo á postriori pelo tapete destruido o efeito será:
Dono + tapete = ligação negativa (devido ao castigo)
Roer + tapete = ligação positiva (devido ao prazer de o roer)
A diferença entre nós e os cães é de que emocionalmente eles vivem no presente não criando relações emocionais com o pasado ou o futuro independentemente de terem, sem margem para duvidas consciencia desse pasado e futuro, e por isso que só castigar no acto é que produz efeito.
Cumps
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