...Esta ultima lembrou-me os tempos do Gonçalvismo
Tiro ao alvo
Moderador: mcerqueira
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CasadeAnaval
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Antes de lutar para que um grupo de norugueses bêbados deixe de abater cães vadios no Kosovo prefiro lutar para que os portugueses boçais abandonem menos cãe n as nossas ruas. sempre tem algum efeito prático...
...Esta ultima lembrou-me os tempos do Gonçalvismo
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<p><a href="http://www.antidoto-portugal.org">http://www.antidoto-portugal.org</a></p>
Pessoalmente não há muita coisa que me surpreenda neste mundo. Mas é uma perspectiva interessante, verificar que, afinal os "outros" são como "nós". Que Portugal e os Portugueses são um povo como os outros, com tudo de bom e de mau; isto para quem gosta de arvorar com o lá fora é que é bom e trinta por uma linha. Isto foi o que mais retive. Aliás outra coisa interessante de se verificar aqui neste fórum por exemplo, é que, mesmo sem estar em guerra, gostam muito de relativizar as opiniões dos outros e as atitudes dos outros, muitas vezes de forma que, se fosse ao vivo daria direito a cenas dignas de um combate de boxe para título (desta vez não foi o caso);
Cada um deve insurgir-se com aquilo que considera ser do seu desagrado; eu, p ex. relatei a reportagem que vi, dei áquele assunto a mesma importância que dou quando, p ex., vêm para aqui com adopções, peditórios, e afins. Ou seja não muita importância; cada um tem a sua opinião e trabalha e reage de acordo com as suas ideias; as minhas é que tenho mais que fazer, por muita pena que as situações me posssam dar, tenho as minhas prioridades. Porque antes de me doer a cabeça com os animais (primeiro os meus), doi-me primeiro com todos os problemas que há para resolver por cá. Quem quiser trabalhar que faça voluntariado com as crianças vítimas de HIV, de cancro, etc. Há quem tenha adoptado 20 cães, 30 gatos, 50 piriquitos e afins, faça voluntariado nos canis, chore os animais abandonados que por aí há, etc. Fazem o que lhes manda o coração, são as suas prioridades. Eu...encontro outros problemas mais graves e de resolução mais urgente que esses. Mas respeito.
Concluindo, a reportagem chocou-me na medida do possível, se é que é possível alguém chocar-se actualmente com tudo o que se vê na nossa sociedade; mas quem se sentiu realmente chocado e magoado com isso...tem todo o direito de o fazer. sem que lhes venham relativizar os sentimentos de indignação.
Quem não se choca, faz como eu, vê, relata a situação, comenta com outras pessoas, quer concordem comigo ou não, e passa à frente.
Cumprimentos,
(Eu, quando me falam em guerras (preventivas ou não) seja pelo que for, seja pela liberdade(?), ainda me lembro dos 800 mil mortos do Ruanda...sim foi há poucos anos, e sim foram mais de 800 mil mas... alguém se preocupou?!).
Cada um deve insurgir-se com aquilo que considera ser do seu desagrado; eu, p ex. relatei a reportagem que vi, dei áquele assunto a mesma importância que dou quando, p ex., vêm para aqui com adopções, peditórios, e afins. Ou seja não muita importância; cada um tem a sua opinião e trabalha e reage de acordo com as suas ideias; as minhas é que tenho mais que fazer, por muita pena que as situações me posssam dar, tenho as minhas prioridades. Porque antes de me doer a cabeça com os animais (primeiro os meus), doi-me primeiro com todos os problemas que há para resolver por cá. Quem quiser trabalhar que faça voluntariado com as crianças vítimas de HIV, de cancro, etc. Há quem tenha adoptado 20 cães, 30 gatos, 50 piriquitos e afins, faça voluntariado nos canis, chore os animais abandonados que por aí há, etc. Fazem o que lhes manda o coração, são as suas prioridades. Eu...encontro outros problemas mais graves e de resolução mais urgente que esses. Mas respeito.
Concluindo, a reportagem chocou-me na medida do possível, se é que é possível alguém chocar-se actualmente com tudo o que se vê na nossa sociedade; mas quem se sentiu realmente chocado e magoado com isso...tem todo o direito de o fazer. sem que lhes venham relativizar os sentimentos de indignação.
Quem não se choca, faz como eu, vê, relata a situação, comenta com outras pessoas, quer concordem comigo ou não, e passa à frente.
Cumprimentos,
(Eu, quando me falam em guerras (preventivas ou não) seja pelo que for, seja pela liberdade(?), ainda me lembro dos 800 mil mortos do Ruanda...sim foi há poucos anos, e sim foram mais de 800 mil mas... alguém se preocupou?!).
Última edição por Nrc em sábado fev 21, 2004 3:02 pm, editado 2 vezes no total.
Pois se é para isso que aqui estamos caro Anaval...queria que se falasse dos lindos olhos dos foristas que frequentam este fórum?CasadeAnaval Escreveu: E vêm falar dos cães ?
Quanto ao resto, tem o seu sítio próprio para falar, quiçá outros fóruns e, para quem faz mais do que fala, outros sítios fora da net, na vida real. O que não invalida que se abordem assuntos fora do factor cão claro.
Portanto aqui vimos falar de cães, pois claro.
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CasadeAnaval
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Pois, com o meu posiconamento democrático, tudo bem que o chocou, a mim não, que já sei o que a casa gasta 
<p><a href="http://www.antidoto-portugal.org">http://www.antidoto-portugal.org</a></p>
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aisd
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periquito FALCANITO
Eu já esperava estas reacções.
Na verdade estou com
Acontece que uma das minhas primas é norueguesa e que ela é uma pessoa fantástica enquanto o irmão é um nazi (assumido, penso eu).
Seja como fôr, há que desaprovar o que está errado - seja na guerra, seja no extremo oriente, seja aonde fôr.
Para mim o conceito de relatividade é meramente pessoal.
Isto é, uma pessoa pode dizer que nestas ou naquelas circunstâncias reagiu de determinada maneira.E nós podemos aceitar, dadas as circunstâncias e aí, sim, relativizar.
Mas, globalmente, isso não existe.
Há o que está certo e o que está errado.
Não há cá relativizações.
Dizer que é relativo é o mesmo que dizia um amigo meu para evitar o confronto: "bem, visto por esse prisma...".
Bullshit.
Na verdade estou com
Era aqui mesmo que eu queria chegar.Mas é uma perspectiva interessante, verificar que, afinal os "outros" são como "nós". Que Portugal e os Portugueses são um povo como os outros, com tudo de bom e de mau; isto para quem gosta de arvorar com o lá fora é que é bom e trinta por uma linha.
Acontece que uma das minhas primas é norueguesa e que ela é uma pessoa fantástica enquanto o irmão é um nazi (assumido, penso eu).
Seja como fôr, há que desaprovar o que está errado - seja na guerra, seja no extremo oriente, seja aonde fôr.
Para mim o conceito de relatividade é meramente pessoal.
Isto é, uma pessoa pode dizer que nestas ou naquelas circunstâncias reagiu de determinada maneira.E nós podemos aceitar, dadas as circunstâncias e aí, sim, relativizar.
Mas, globalmente, isso não existe.
Há o que está certo e o que está errado.
Não há cá relativizações.
Dizer que é relativo é o mesmo que dizia um amigo meu para evitar o confronto: "bem, visto por esse prisma...".
Bullshit.
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him
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Eu nem tenho palavras para descrever essa situação, na minha opinião deviam fazer-lhes o mesmo que eles fizeram aos animais! 
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CasadeAnaval
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E viva a lei de Talião...
<p><a href="http://www.antidoto-portugal.org">http://www.antidoto-portugal.org</a></p>
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Madonna
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E viva os idiotas que buscam num fórum de animais a vidinha parva que não conseguem levar lá fora!CasadeAnaval Escreveu: E viva a lei de Talião...
Olha Nrc, não venhas para aqui queixar-te dos cães que são barbaramente abatidos, porque há tanta criança mal tratada que isso é uma preocupação ridícula.
Cruza os braços, não te revoltes, não faças nada...
Todos temos o direito à opinião, indignação etc, mas não se chateiem aqui que não vale a pena. Isto são tudo opiniões e valem o que valem. E já agora, valem o que vale quem as deu
(Isto de ter direitos tem muito que se lhe diga mas...)
Cumprimentos,
(Isto de ter direitos tem muito que se lhe diga mas...)
Cumprimentos,
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CasadeAnaval
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Cara Madonna.Madonna Escreveu:E viva os idiotas que buscam num fórum de animais a vidinha parva que não conseguem levar lá fora!CasadeAnaval Escreveu: E viva a lei de Talião...
Olha Nrc, não venhas para aqui queixar-te dos cães que são barbaramente abatidos, porque há tanta criança mal tratada que isso é uma preocupação ridícula.
Cruza os braços, não te revoltes, não faças nada...
Espero ansiosamente o momento em que vá ao Kosovo sensibilizar os soldados noruegueses para esta situação.
Entretanto continue a insultar as pessoas que comem carne e que nãos ejam elevadamente vegans como você
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topdown
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Caro Casadeanaval:CasadeAnaval Escreveu: Há aqui uma certa inocência. Já se esqueceram dos processos a soldados da ONU que recorriam a prostituição infantil em Africa ?
De como num país dito civilizado como a Jugoslávia se reeditaram os campos de concentração e a violação étnica ?
E vêm falar dos cães ?
Pois eu não fico surpreendida com esta situação, mas indignada, isso sim...
A relatividade serve quanto muito para contextualizar o ocorrido, nunca para o apagar. Se é importante ou não, depende da sensibilidade de cada um. E cada um lhe dará a devida importancia.
<p>Francisco Barros</p>
<p><a href="http://vigilantesnatureza.paginas.sapo.pt">http://apgvn.pt.vu</a></p>
<p><a href="http://www.biodiversity4all.org">http://www.biodiversity4all.org</a> </p>
<p><a href="http://vigilantesnatureza.paginas.sapo.pt">http://apgvn.pt.vu</a></p>
<p><a href="http://www.biodiversity4all.org">http://www.biodiversity4all.org</a> </p>
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PauloC
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A relatividade serve quanto muito para contextualizar o ocorrido, nunca 
Nem maispara o apagar. Se é importante ou não, depende da sensibilidade de cada um. E cada um lhe dará a devida importancia
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aisd
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periquito FALCANITO
Espero não me estar a repetir - eu pensava já ter enviado a minha opinião antes mas, pelos vistos, não.
Essa história da sensibilidade de cada um ... tem muito que se lhe diga.
A sensibilidade de cada um é muito boa para chorar num filme - ninguém tem nada com isso.
Mas perante a crueldade é outra história.
Imaginemos que o meu vizinho espanca a mulher (ou os filhos).
Será isto uma questão de sensibilidade ?
Eu acho que não.
É uma questão de todos.
Não há cá sensibilidades, nem meias sensibilidades - há que agir !
Há que tomar uma posição, há que reagir.
Não me venham falar de questão cultural, de educação, de estar bêbado ou desempregado ou ter traumas de guerra.
É NÃO !
E todos temos de assumir esse não.
Diz-nos respeito, o mundo em que queremos viver.
Quais são as regras desse mundo, o que é admissível ou não é.
E temos de ser pró-activos e não amorfos.
Temos de combater e agir perante as situações.
Este é o nosso mundo, cada vez mais global.
Nada nos é inteiramente estranho.Nada é realmente estrangeiro.
Tudo diz respeito ao mundo que se desenha dia a dia.
Que NÓS desenhamos.
Essa história da sensibilidade de cada um ... tem muito que se lhe diga.
A sensibilidade de cada um é muito boa para chorar num filme - ninguém tem nada com isso.
Mas perante a crueldade é outra história.
Imaginemos que o meu vizinho espanca a mulher (ou os filhos).
Será isto uma questão de sensibilidade ?
Eu acho que não.
É uma questão de todos.
Não há cá sensibilidades, nem meias sensibilidades - há que agir !
Há que tomar uma posição, há que reagir.
Não me venham falar de questão cultural, de educação, de estar bêbado ou desempregado ou ter traumas de guerra.
É NÃO !
E todos temos de assumir esse não.
Diz-nos respeito, o mundo em que queremos viver.
Quais são as regras desse mundo, o que é admissível ou não é.
E temos de ser pró-activos e não amorfos.
Temos de combater e agir perante as situações.
Este é o nosso mundo, cada vez mais global.
Nada nos é inteiramente estranho.Nada é realmente estrangeiro.
Tudo diz respeito ao mundo que se desenha dia a dia.
Que NÓS desenhamos.