Os limites da “humanização”
Moderador: mcerqueira
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Olá
Um dos motivos por que abri este tema foi exactamente pelo facto de se notar uma excessiva humanização do cão. Isso é feito umas vezes inconscientemente outras irresponsavelmente, sempre fruto da vida urbana a que o homem se foi "obrigando" a viver, encaixotado em espaços empilhados uns nos outros aos quais chamamos apartamentos.
A ida do cão para esses hábitos de vida, que muita gente até considera naturais, vai necessariamente desenvolver um conjunto de fenómenos sociais e comportamentais que, neste momento, a meu ver, são irreversíveis.
Mas no meio deste mundo urbano, de certo modo "surrealista", há prós e contras. Isto é, não são só desgraças. E creio que paralelamente à adaptação do homem à vida urbana, no cão também se vão desvanecendo alguns dos seus instintos ancestrais. Alguns, não todos.
Por isso, em muitos casos, ou em relação a algumas raças, o cão da cidade já não é o lobo, quer se queira ou não. Será uma fatalidade? Pois às tantas será...
Eu defendo que o justo equilíbrio está em aceitarmos a evolução social (talvez seja preferível dizer modificação social) de forma tranquila e inteligente e não ficarmos presos a um passado que, realmente já... passou.
Um dos motivos por que abri este tema foi exactamente pelo facto de se notar uma excessiva humanização do cão. Isso é feito umas vezes inconscientemente outras irresponsavelmente, sempre fruto da vida urbana a que o homem se foi "obrigando" a viver, encaixotado em espaços empilhados uns nos outros aos quais chamamos apartamentos.
A ida do cão para esses hábitos de vida, que muita gente até considera naturais, vai necessariamente desenvolver um conjunto de fenómenos sociais e comportamentais que, neste momento, a meu ver, são irreversíveis.
Mas no meio deste mundo urbano, de certo modo "surrealista", há prós e contras. Isto é, não são só desgraças. E creio que paralelamente à adaptação do homem à vida urbana, no cão também se vão desvanecendo alguns dos seus instintos ancestrais. Alguns, não todos.
Por isso, em muitos casos, ou em relação a algumas raças, o cão da cidade já não é o lobo, quer se queira ou não. Será uma fatalidade? Pois às tantas será...
Eu defendo que o justo equilíbrio está em aceitarmos a evolução social (talvez seja preferível dizer modificação social) de forma tranquila e inteligente e não ficarmos presos a um passado que, realmente já... passou.
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O problema é que muitos dos nossos cães não conseguiriam sobreviver sem a ajuda do homem.FBC Escreveu: Por exemplo, no caso dos cães é indispensável conhecer a vida dos cães na natureza ( ou lobos) para compreender a psique do cão.
Cumprimentos
Francisco Bica
Para bem ou para o mal os cães já não são lobos.
Os cães são o produto de uma selecção genética milenar, que começou na Pré-História e que dura até hoje.
Ao longo dos séculos foi-se establecendo uma relação simbiótica entre humanos e cães, existe uma relação de dependência mútua.
A serio ? Qd andavamos com tudo ao leu e a descoberto ? Belos velhos tempos :pGuida__F Escreveu:
Os cães são o produto de uma selecção genética milenar, que começou na Pré-História e que dura até hoje.
Good friend Vs true friend: A good friend will come bail you out of jail....But a true friend will be sitting next to you saying "... WE screwed up! BUT WASN'T IT FUN!!!
Os cães foram os primeiros animais a serem domesticados, segundo achados arqueológicos.
Quanto ao uso de roupa: ela já existia, e se era escassa nos climas quentes, aqui na Europa vestiam-se pesadas peles para proteger do tempo, não tive-se a Europa ainda a recuperar do último período glaciar, o qual tinha coberto toda a europa de neve e gelo.
Quanto ao uso de roupa: ela já existia, e se era escassa nos climas quentes, aqui na Europa vestiam-se pesadas peles para proteger do tempo, não tive-se a Europa ainda a recuperar do último período glaciar, o qual tinha coberto toda a europa de neve e gelo.
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O caso mais grave que vi foi um cão em Almada, um cocker spaniel extremamente obeso ( OK, GORDO comá PORRA ) num Restaurante a comer à mesa um bifinho com batatas partido aos bocados.
Sei que não vão acreditar...na altura meteu-me sinceramente NOJO e PENA...
Sei que não vão acreditar...na altura meteu-me sinceramente NOJO e PENA...
<p><a href="http://www.antidoto-portugal.org">http://www.antidoto-portugal.org</a></p>
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Não vão mais longe...CasadeAnaval Escreveu: O caso mais grave que vi foi um cão em Almada, um cocker spaniel extremamente obeso ( OK, GORDO comá PORRA ) num Restaurante a comer à mesa um bifinho com batatas partido aos bocados.
Sei que não vão acreditar...na altura meteu-me sinceramente NOJO e PENA...
Conheci uma caniche gordissima. Quando falei nisso á dona, que teria de ter mais cuidado com a alimentação da cadela porque ela já não era nova e tal, ela responde-me que a cadela não come muitas gorduras, só comia um nestum ao peq. almoço, ao almoço um bifinho de perú ou vaca com pouco sal, acompanhado de um arrozinho de ervilhas com um bocadinho de manteiga para dar sabor, ao lanche um leitinho e ao jantar uma sopinha de legumes!


Ou seja, se ela come coisas tão magrinhas como pode estar tão gorda!

Não vale a pena, alguma vez essa senhora sequer quis saber de ração.
O cão foi, de facto, o primeiro animal a viver perto do homem e como tal é inevitável que após milhares de anos em convívio esteja algo humanizado ( e talvez nós também estejamos algo "canizados"). Mas apesar de muitos milhares de anos de domesticarão o cão continua a ser um lobo.
“Segundo estudos de genética, os cães evoluíram a partir dos lobos e mantêm semelhanças tão grandes relativamente a estes animais como as que ligam entre si os seres humanos com características físicas diferentes” (revista National Geografic de janeiro de 2002, pag 29).
Muitas pessoas têm incutido no subconsciente que o seu cão de companhia é uma pessoa. Isto é grave. Uma coisa é domesticar um cão, isto é, aproveitar as suas características naturais e, segundo métodos de selecção, evidenciar algumas delas para nosso próprio proveito, outra coisa é fazer tábua rasa de tudo o que é um cão e quere-lo transformar em gente.
Hoje em dia há sinais relativamente à relação homem-cão que me deixam chocados:
--- Há pessoas que tratam os cães exactamente como se fossem crianças e para justificação de tal comportamento argumentam que gostam do cão tanto como de um filho. Isto é preocupante, tanto para o cão ( que não terá um desenvolvimento correcto) como para as pessoas que estão a um problema na orientação dos afectos. Eu não ponho em causa a quantidade de amor que essas pessoas têm pelo cão ( neste assunto não fico atrás de ninguém) a natureza do amor ( e consequentemente o tratamento) é que têm que ser diferentes. Um cão não é um filho, nem sequer são da mesma espécie, logo exigem tratamento ( e amor) totalmente diferentes).
--- As lojas de “toiletes” caninas que proliferam por esse mundo “civilizado” ( bem, não sei se os EUA são civilizados) e que também já chegaram a Portugal são a prova que os cães, para uns são gente da família, para outros são adereços de moda.
Enfim, muito mais haveria a dizer!
Cumprimentos
Francisco Bica
“Segundo estudos de genética, os cães evoluíram a partir dos lobos e mantêm semelhanças tão grandes relativamente a estes animais como as que ligam entre si os seres humanos com características físicas diferentes” (revista National Geografic de janeiro de 2002, pag 29).
Muitas pessoas têm incutido no subconsciente que o seu cão de companhia é uma pessoa. Isto é grave. Uma coisa é domesticar um cão, isto é, aproveitar as suas características naturais e, segundo métodos de selecção, evidenciar algumas delas para nosso próprio proveito, outra coisa é fazer tábua rasa de tudo o que é um cão e quere-lo transformar em gente.
Hoje em dia há sinais relativamente à relação homem-cão que me deixam chocados:
--- Há pessoas que tratam os cães exactamente como se fossem crianças e para justificação de tal comportamento argumentam que gostam do cão tanto como de um filho. Isto é preocupante, tanto para o cão ( que não terá um desenvolvimento correcto) como para as pessoas que estão a um problema na orientação dos afectos. Eu não ponho em causa a quantidade de amor que essas pessoas têm pelo cão ( neste assunto não fico atrás de ninguém) a natureza do amor ( e consequentemente o tratamento) é que têm que ser diferentes. Um cão não é um filho, nem sequer são da mesma espécie, logo exigem tratamento ( e amor) totalmente diferentes).
--- As lojas de “toiletes” caninas que proliferam por esse mundo “civilizado” ( bem, não sei se os EUA são civilizados) e que também já chegaram a Portugal são a prova que os cães, para uns são gente da família, para outros são adereços de moda.
Enfim, muito mais haveria a dizer!
Cumprimentos
Francisco Bica
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Existia uma empresa de venda de roupas para cães, que tinha pijamas, sapatos,etc, pnso que se chamava vestani. Um absurdo completo.
Ainda acho que o que falta é bom senso...não digo muito, só um bocadinho.
Ainda acho que o que falta é bom senso...não digo muito, só um bocadinho.
<p><a href="http://www.antidoto-portugal.org">http://www.antidoto-portugal.org</a></p>
Quando eu era miúda tinhamos um rafeirinho de raça pequena e pêlo curto.
- Apesar de estarmos no Algarve o pobre tremia que nem varas verdes no Inverno. Então ..... o pobre era um santo....
.... bem era vestido, por mim e pela minha mãe, com blusas minhas velhas... pelo menos ficava mais quentinho.... e menina ficava toda feliz que tinha vestido o cão como uma boneca...
( mais tarde começamos só a por-lhe uma capinha)
Pensas que este cão ficou humanizado por ter usado roupa no Inverno (e atenção que era só dentro de casa):
- Era um guarda incansável em todas as situações.
- Perseguia ratos e matava-os (e eles eram quase do tamanho dele)
- Outros animais pequenos que encontra-se também eram boas presas.
- Nunca aceitou comida de estranhos e os únicos autorizados a fazer-lhe festas eram os seus donos e familiares próximos.
- Chegou a ferar dentadas nas pernas daqueles que ele considerava como uma ameaça para a sua família. E não avisava quando atacava, ia a rastejar silênciosamente e só se levantava para agarrar a perna como os dentes.
Para nós, sua família/matilha era um amor para os outros era do género: não se metam comigo, que eu não me meto com vocês e se se meterem comigo já vão ver o que acontece.
Assim não me parece que as roupas humanizem um cão, especialmente quando se tratam de cães que morrem de frio no Inverno. Deviam ter visto como era o meu Boby a tremer, até metia dó.
PS: Presentemente com o Snoopy tenho uma ave rara, ele até de Inverno tem calor
- Apesar de estarmos no Algarve o pobre tremia que nem varas verdes no Inverno. Então ..... o pobre era um santo....
.... bem era vestido, por mim e pela minha mãe, com blusas minhas velhas... pelo menos ficava mais quentinho.... e menina ficava toda feliz que tinha vestido o cão como uma boneca...
( mais tarde começamos só a por-lhe uma capinha)
Pensas que este cão ficou humanizado por ter usado roupa no Inverno (e atenção que era só dentro de casa):
- Era um guarda incansável em todas as situações.
- Perseguia ratos e matava-os (e eles eram quase do tamanho dele)
- Outros animais pequenos que encontra-se também eram boas presas.
- Nunca aceitou comida de estranhos e os únicos autorizados a fazer-lhe festas eram os seus donos e familiares próximos.
- Chegou a ferar dentadas nas pernas daqueles que ele considerava como uma ameaça para a sua família. E não avisava quando atacava, ia a rastejar silênciosamente e só se levantava para agarrar a perna como os dentes.
Para nós, sua família/matilha era um amor para os outros era do género: não se metam comigo, que eu não me meto com vocês e se se meterem comigo já vão ver o que acontece.
Assim não me parece que as roupas humanizem um cão, especialmente quando se tratam de cães que morrem de frio no Inverno. Deviam ter visto como era o meu Boby a tremer, até metia dó.
PS: Presentemente com o Snoopy tenho uma ave rara, ele até de Inverno tem calor

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- Registado: domingo nov 16, 2003 7:59 pm
- Localização: Uma cadela (Tascha) 5 periquitos(pp,lolita,tomé,pinxi,Marieta)2 gatas(Links e Iscas)
A Meggy é feita de mimos da pontinha do nariz à pontinha da cauda. Dou-lhe mimos porque sim e pronto. Sempre que me apetece e sempre que ela pede, ou seja, todos os minutos do dia em que estamos juntas. Há um pequeno grande problema. Como já foi referido, a Meggy é muito dependente da dona...para tudo! Não come e desconfio que nem bebe enquanto eu não chego! É a minha sombra! Para onde vou ela vai airosa, sempre muito contente e olhando sempre para trás para ver se está a ir para o sítio certo. Uma verdadeira melga, como costumo dizer-lhe!
Se calhar, voltando atrás, modificaria qualquer coisa! Tentava que ela não fosse tão dependente, mas não sei se ia conseguir! Há coisas que a Meggy não faz, simplesmente não aprende. Já questionei o vet sobre muitas coisas que ela devia ter aprendido e não aprendeu! Perguntei-lhe se eu não a soube educar. Ele diz-me que a minha cadelita é muito "limitada"! A cegueira dela pela dona é mais forte e nem tenta agradar aprendendo seja o que for. Simplesmente se cola a mim e olha-me com aqueles olhinhos redondos e muito meigos, quando digo alguma coisa sai uma dose de lambidelas! Ora, também estou para aqui a passar um atestado de burrice à Meggy, não é essa a ideia. Ela senta quando mando, vem quando chamo, fica onde a mandar ficar e sabe o que pode ou não fazer. Mas isto tudo dentro de casa. Quando saio com ela tem de estar presa porque é amante da liberdade e a vontade de explorar é muito grande...ficando surda!!!
Aqui penso que falhei muito, mas uma vez que está sempre com trela nunca tive problemas!
[/quote]
Acontece-me exactamente o mesmo com a minha Tascha, ela é muito dependente de mim, nas últimas férias ficou em casa de uma amiga, quase nem comia, bebia água e fartava-se de ganir
quando voltei voltou ao normal... Mas é uma cadela que quer sempre mimo, quer sempre correr, mesmo depois de ter andado com ela uns bons kilómetros....isto tudo enquanto tenta desesperadamente estar sempre a lamber-me... É claro que a adoro e penso que não está demasiado "humanizada", o único problema é mesmo o feitio dela em relação a mim, pois eu sempre tentei educá-la habituando-a ao resto da família, mas mesmo assim ficou muito dependente, não posso dar um passo.
Se calhar, voltando atrás, modificaria qualquer coisa! Tentava que ela não fosse tão dependente, mas não sei se ia conseguir! Há coisas que a Meggy não faz, simplesmente não aprende. Já questionei o vet sobre muitas coisas que ela devia ter aprendido e não aprendeu! Perguntei-lhe se eu não a soube educar. Ele diz-me que a minha cadelita é muito "limitada"! A cegueira dela pela dona é mais forte e nem tenta agradar aprendendo seja o que for. Simplesmente se cola a mim e olha-me com aqueles olhinhos redondos e muito meigos, quando digo alguma coisa sai uma dose de lambidelas! Ora, também estou para aqui a passar um atestado de burrice à Meggy, não é essa a ideia. Ela senta quando mando, vem quando chamo, fica onde a mandar ficar e sabe o que pode ou não fazer. Mas isto tudo dentro de casa. Quando saio com ela tem de estar presa porque é amante da liberdade e a vontade de explorar é muito grande...ficando surda!!!

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Acontece-me exactamente o mesmo com a minha Tascha, ela é muito dependente de mim, nas últimas férias ficou em casa de uma amiga, quase nem comia, bebia água e fartava-se de ganir

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- Registado: sábado mar 30, 2002 6:33 pm
- Localização: 9 gatos, 2 cães
eu não costumo dar guloseimas a cães e gatos. enfim... feitios. agora, festas
são todos festo-dependentes. enfim... feitios. claro que são uns chatos. a carlota, nem por isso. é mais independentezinha, embora seja super mansa e querida. os outros...os chatarrões
o max anda sempre atrás, às focinhadelas, cabeçadas, a pedir festas. os gatos, à excepção do flávio que foi adoptado recentemente e já com uns 4/5 anos... são festo-dependentes. não vejo mal nenhum nisso, embora se torne cansativo. quando fazem asneira, não perdoo. como dizia a minha mãezinha... quem dá o pão :p quanto a educação...pois, deve ter falhado muita coisa. não sou especialista e não escolhi te-los. agora, fico pasmada com atitudes como a que presenciei ontem. um cão ladrava furiosamente à janela, porque tinha visto a dona na rua. diz esta - está calado, senão não levas o bolinho. eu para os meus botões- ladra!ladra!




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- Registado: sexta mai 10, 2002 3:46 pm
- Localização: labradora retriever ZORRA
periquito FALCANITO
Eu mimo a Zorra indecentemente.
Sei muito bem que faço mal mas eu gosto.
Gosto de lhe fazer festinhas, de lhe dar biscoitos (por alguma razão ela está gorda), deixo-a ir para cima do sofá (é de cabedal) na sala, etc.
Mas não creio que esteja humanizada.
Está é mimada.
Claro que não é bom.
Ela lá se vai fazendo esquecida das regras e, de vez em quando, lá tem de ser relembrada...
Isto não acontecia se não fosse tão mimada (pensa que pode avançar).
Mas não há qualquer confusão, na minha cabeça, sobre o que ela é e o que ela pode compreender e executar.
Sou muito mais exigente com crianças (excepto bébés que acho parecidos na sua incapacidade de perceberem situações um pouquinho mais complexas).
Guida__F,
cuidar do nosso cão não é humanizar.
Vestir uma camisolinha não é diferente de pôr uma capinha, se o que está em causa é o bicho ter frio.
Não se trata de pensar que lhe fica bem, ou que fica mais jeitoso.
A humanizaçãp dos cães é um problema mental dos donos.
Do género de sentar o animal à mesa de jantar porque também é da família...
Sei muito bem que faço mal mas eu gosto.
Gosto de lhe fazer festinhas, de lhe dar biscoitos (por alguma razão ela está gorda), deixo-a ir para cima do sofá (é de cabedal) na sala, etc.
Mas não creio que esteja humanizada.
Está é mimada.
Claro que não é bom.
Ela lá se vai fazendo esquecida das regras e, de vez em quando, lá tem de ser relembrada...
Isto não acontecia se não fosse tão mimada (pensa que pode avançar).
Mas não há qualquer confusão, na minha cabeça, sobre o que ela é e o que ela pode compreender e executar.
Sou muito mais exigente com crianças (excepto bébés que acho parecidos na sua incapacidade de perceberem situações um pouquinho mais complexas).
Guida__F,
cuidar do nosso cão não é humanizar.
Vestir uma camisolinha não é diferente de pôr uma capinha, se o que está em causa é o bicho ter frio.
Não se trata de pensar que lhe fica bem, ou que fica mais jeitoso.
A humanizaçãp dos cães é um problema mental dos donos.
Do género de sentar o animal à mesa de jantar porque também é da família...
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- Registado: sábado jan 25, 2003 1:09 am
- Localização: 2 cadelas cdp, Angie e Lua , uma tartaruga
Acho que a vestani até tem coisas muito giras, claro que isso depende de cada um e do bom senso dos donos.
A vestani tb tem camas para cães, tem capas própias para a chuva, tem capas quentes. Claro tb tem os pijamas, sapatos e chapéus que eu muito honestamente não lhes acho uso nenhum sem ser a brincadeira ou o exagero. Mas isso sou eu...
Que mal tem um animal ter uma capa de ganga com pelo no interior, isso faz dele humano? Ou faz dele mal educado, ou menos cão? Claro que não. Eu propria já andei a namorar essa mesma capinha de ganga para a Lua aqui há tempos. :p E ela continua a ser cão. Não come á mesa, não usa a minha sanita, não usa a minha maquilhagem, nem a minha roupa, nem dorme na minha cama, só se eu tiver frio.
A vestani tb tem camas para cães, tem capas própias para a chuva, tem capas quentes. Claro tb tem os pijamas, sapatos e chapéus que eu muito honestamente não lhes acho uso nenhum sem ser a brincadeira ou o exagero. Mas isso sou eu...
Que mal tem um animal ter uma capa de ganga com pelo no interior, isso faz dele humano? Ou faz dele mal educado, ou menos cão? Claro que não. Eu propria já andei a namorar essa mesma capinha de ganga para a Lua aqui há tempos. :p E ela continua a ser cão. Não come á mesa, não usa a minha sanita, não usa a minha maquilhagem, nem a minha roupa, nem dorme na minha cama, só se eu tiver frio.
