Olá a todos. Estava para aqui a sonhar com o dia em que finalmente terei a minha casa e posso ter o meu cão e o meu gato em condições (isto é com tudo o que eles precisam e merecem porque por agora prefiro não ter animais pois os meus pais não podem tar a suportar os meus estudos e a gastar o dinheiro necessário em comida de qualidade, vet., etc). Tento comprar o máximo de revistas sobre animais de estimação que tenha artigos sobre o tema: será que vai ser um bom dono? dicas para a escolha do seu animal de estimação! enfim, coisas deste género. Também costumo ler artigos sobre a raça Setter Irlandês Vermelho, a qual gosto muito, para saber principalmente como é o seu temperamento, e se o estilo de vida que espero vir a ter me permite ter um animal desta raça. Ainda não tenho a certeza de que vou querer um cão de raça, porque há muitos nos canis e etc. que precisam de um lar. Por outro lado é um sonho antigo. Ainda vou ter que decidir. A principal vantagem que de momento vejo é o facto de que, apesar de cada animal ser diferente, a raça tem padrões de temperamento +/- definidos, e também o criador poderá me aconselhar sobre se o animal se adequa ao meu estilo de vida (quero dizer, questões de espaço e tempo). Também o ser de raça ou não se calhar acaba por ser o que menos importa. Não sei, quanto a isto estou confusa. A minha questão é: se eu viver num apartamento T2, +/- espaçoso, e apesar de não poder estar todo o dia em casa, posso passear o cão de manhã durante um bom tempo, à hora de almoço (eu ou os meus pais) e à noite tenho todo o tempo do mundo para ele, para passear, brincar, se isto assim dará para um cão desse tamanho. Também tava a pensar ter um gatinho para lhe fazer alguma companhia quando não estivesse em casa. A questão é que eu gosto um bocadinho mais de cães assim +/- do tamanho do Setter. É impossível ter dois num apartamento (coitados). Ou não? Eu acho que é apertado... Ou é um cão desse tamanho e um gato. Ou para ser dois cães tinham de ser pequenos...Mas depois não dava para ter gato, que isso também é muita despesa. É por isso que preciso de opiniões. Na descrição da raça Setter Irlandês Vermelho diz que se adaptam bem à vida em apartamento, desde que também tenhamos tempo de os levar as dar uns bons passeios. Isso eu asseguro. Gostava que pessoas com mais experiência com animais de estimação me ajudassem a pensar sobre estas questões. Também se alguém com experiência com a raça me pudesse falar mais sobe ela. Às vezes complico-me toda a falar (neste caso a escrever), não sei se deu para perceber bem as minhas dúvidas. Quero muito no mínimo ter um cão e um gato. E gosto preferencialmente de cães assim para o grande. E como isto está, tenho muita sorte se conseguir um T2. E claro, se não o puder passear no mínimo duas x por dia acho que se calhar é melhor nem ter cão nenhum. Portanto um cão de raça Setter Irlandês Vermelho (supondo que eu sempre opto pela raça) ou tamanho semelhante, a viver num T2, com a companhia de um gato, mas "sozinho" (sem pessoas por perto) durante uma boa parte do dia. Será boa ideia? Ou será melhor um cãozinho mais pequeno? Ou mesmo para um mais pequeno será demasiado tempo "sozinho" e é melhor ter só um gato????
Agradeço a opinião de todos. Obrigado e um abraço.
Felicidades.
Ter ou não ter? Eis a questão...
Moderador: mcerqueira
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WhiteLirium
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Nascemos de um sonho, vivemos num sonho e morremos quando o sonho acaba.
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Carpeju
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Olá, minha situação foi parecida, em relação a ter um cão após sair da casa dos pais.
Do setter, só sei que é muito belo e originariamente utilizado para caça. Penso que exigem espaço. Mas o springer também o é, o labrador, e muitos outros, e vivem em apartamento desde que saiam sempre. E pelo que li, você anda a pesquisar sobre a raça, bom sinal.
Meus cães permanecem em casa numa boa, mas no quintal ou na rua é que se vê muito mais alegria neles. Tendo espaço, poupa-nos da obrigação de sair todos os dias, não sei quantas vezes por dia...enfim, saímos porque gostamos e realmente faz bem aos cães, mas ocorrendo imprevistos eles tem muita área livre para brincar em casa.
Tendo espaço para um cão de médio / grande porte é muito bom possuir um outro. Agora em apartamento e sozinho na maior parte do dia não sei se seria justo para o animal.
Decida pelo cão quando estiver em condições de cuidá-lo, sem depender de terceiros.
Outros membros podem auxiliar com experiências parecidas.
Do setter, só sei que é muito belo e originariamente utilizado para caça. Penso que exigem espaço. Mas o springer também o é, o labrador, e muitos outros, e vivem em apartamento desde que saiam sempre. E pelo que li, você anda a pesquisar sobre a raça, bom sinal.
Meus cães permanecem em casa numa boa, mas no quintal ou na rua é que se vê muito mais alegria neles. Tendo espaço, poupa-nos da obrigação de sair todos os dias, não sei quantas vezes por dia...enfim, saímos porque gostamos e realmente faz bem aos cães, mas ocorrendo imprevistos eles tem muita área livre para brincar em casa.
Tendo espaço para um cão de médio / grande porte é muito bom possuir um outro. Agora em apartamento e sozinho na maior parte do dia não sei se seria justo para o animal.
Decida pelo cão quando estiver em condições de cuidá-lo, sem depender de terceiros.
Outros membros podem auxiliar com experiências parecidas.
<p><strong>Mata Atlântica - RBMA</strong></p>
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WhiteLirium
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pois, também comecei a perguntar agora porque quero ter tempo para tomar uma decisão. Quer dizer ainda vou fazer o mestrado...quanto mais comprar uma casa....Mas eu sou assim, gosto de começar a pensar nas coisas importantes com (muita) antecedência. lol
Pois primeiro tenho que ver como vai ser a minha vida.
Depois muito importante, como disse, não contar com terceiros à partida.
E não quero ter o animal só porque quero, por egoísmo se não for uma vida boa e feliz para ele.
Mas ainda tenho tempo para que pessoas mais experientes, e se calhar mais sensatas que eu, me possam ajudar.
Obrigado.
Pois primeiro tenho que ver como vai ser a minha vida.
Depois muito importante, como disse, não contar com terceiros à partida.
E não quero ter o animal só porque quero, por egoísmo se não for uma vida boa e feliz para ele.
Mas ainda tenho tempo para que pessoas mais experientes, e se calhar mais sensatas que eu, me possam ajudar.
Obrigado.
Nascemos de um sonho, vivemos num sonho e morremos quando o sonho acaba.
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Carpeju
- Membro Veterano
- Mensagens: 655
- Registado: sexta ago 29, 2008 5:23 pm
- Localização: Cadela: Kira
Exato, esperei muitos anos...
Possuí quando morava com meus pais, tive que doar a um primo, ficou tudo bem, mas foi frustrante.
Depois meus pais tiveram e após muitos anos adquiri uma, minha mulher veio com outro, então estamos com dois. Queria mais, mas sinceramente não daríamos conta por enquanto.
Imagine sua vida com um cão em tudo. Verá que mesmo assim temos que abdicar de certas coisas. Claro que eventualmente poderá contar com uma ajuda, mas é bom ter em mente que pode nunca contar por motivos alheios. Exemplo, se eu precisar viajar a trabalho e minha mulher também, teríamos que convocar os pais como babás...
De início, acho um gato bom para você, mas nunca tive, portanto não sou indicado para tal conselho...
Possuí quando morava com meus pais, tive que doar a um primo, ficou tudo bem, mas foi frustrante.
Depois meus pais tiveram e após muitos anos adquiri uma, minha mulher veio com outro, então estamos com dois. Queria mais, mas sinceramente não daríamos conta por enquanto.
Imagine sua vida com um cão em tudo. Verá que mesmo assim temos que abdicar de certas coisas. Claro que eventualmente poderá contar com uma ajuda, mas é bom ter em mente que pode nunca contar por motivos alheios. Exemplo, se eu precisar viajar a trabalho e minha mulher também, teríamos que convocar os pais como babás...
De início, acho um gato bom para você, mas nunca tive, portanto não sou indicado para tal conselho...
<p><strong>Mata Atlântica - RBMA</strong></p>
No que respeita a tê-lo ou não o ter em apartamento, o tamanho do cão importa muito menos do que a sua maneira de ser. Há cães enormes e pachorrentos que se adaptam muito bem a viver em espaços que poderão parecer apertados para o seu tamanho e cães minúsculos e eléctricos que exigem uma quinta inteira para se sentirem bem.
O apartamento ser um T2 ou ser T0, também é relativo, conte mais com a área que tiver: um estúdio pode ser tão vasto como um T2, para já não contar com coisas como varandas, terraços, etc. Por exemplo, eu moro num T2 com 75 m2, sem varandas nem áreas descobertas, e uma sobrinha minha vive num T1 que tem 90 m2 de área coberta, mais um terraço de 20 m2. Como vê, este aspecto é bastante variável, mas importante.
Quanto a raças, sim, deve informar-se o mais que puder sobre elas e avaliar não só se será boa dona para a raça X, como também se esta poderá adaptar-se bem aos seus gostos, modo de vida e capacidade financeira.
Suponha, por exemplo, que o seu trabalho é desgastante e exige de si toda a força psicológica e resistência de que puder dispor. Se ao fim de um dia fatigante em que só lhe apetece chegar a casa e estender-se no sofá a descansar, talvez não tenha muita paciência para aturar um cão aos saltos à sua volta e a ladrar para sair com ele, a ir buscar bolas e brinquedos para que lhos atire, em correrias de energia acumulada, e por aí fora. Além disso, o cão também nos exige alguns sacrifícios: será muito injusto para ele que depois de nove ou dez horas de solidão fechado em casa, a dona ainda esteja fora parte da noite, no cinema ou na discoteca, por exemplo. Para já não falar nas férias, que devem ser tratadas também em função dele.
Considera a hipótese de arranjar um gato para fazer companhia ao cão, ou, caso não consiga ter vida para ter um cão, ficar só pelo gato. Não se iluda: um gato sofre de solidão e aborrecimento, exactamente como um cão. E também dá trabalho: tem de comer várias vezes por dia, há que limpar os WC todos os dias e mudar o areão duas vezes por semana, deve ter "mobiliário" próprio - arranhadores, túneis para brincar, etc. E nos tais dias de grande cansaço pode não ser muito grato ter o gato a miar atrás de si porque quer comer, aturar-lhe as correrias pelo corredor a altas horas, etc., etc.
Enfim, arranjar um animal de companhia, tanto cão como gato, implica algum esforço da nossa parte. Faz bem em encarar essa hipótese, e ainda melhor em pesar prós e contras.
Quanto à raça... bem, eu sou fã dos vira-latas, para mim são do melhor que há.
O apartamento ser um T2 ou ser T0, também é relativo, conte mais com a área que tiver: um estúdio pode ser tão vasto como um T2, para já não contar com coisas como varandas, terraços, etc. Por exemplo, eu moro num T2 com 75 m2, sem varandas nem áreas descobertas, e uma sobrinha minha vive num T1 que tem 90 m2 de área coberta, mais um terraço de 20 m2. Como vê, este aspecto é bastante variável, mas importante.
Quanto a raças, sim, deve informar-se o mais que puder sobre elas e avaliar não só se será boa dona para a raça X, como também se esta poderá adaptar-se bem aos seus gostos, modo de vida e capacidade financeira.
Suponha, por exemplo, que o seu trabalho é desgastante e exige de si toda a força psicológica e resistência de que puder dispor. Se ao fim de um dia fatigante em que só lhe apetece chegar a casa e estender-se no sofá a descansar, talvez não tenha muita paciência para aturar um cão aos saltos à sua volta e a ladrar para sair com ele, a ir buscar bolas e brinquedos para que lhos atire, em correrias de energia acumulada, e por aí fora. Além disso, o cão também nos exige alguns sacrifícios: será muito injusto para ele que depois de nove ou dez horas de solidão fechado em casa, a dona ainda esteja fora parte da noite, no cinema ou na discoteca, por exemplo. Para já não falar nas férias, que devem ser tratadas também em função dele.
Considera a hipótese de arranjar um gato para fazer companhia ao cão, ou, caso não consiga ter vida para ter um cão, ficar só pelo gato. Não se iluda: um gato sofre de solidão e aborrecimento, exactamente como um cão. E também dá trabalho: tem de comer várias vezes por dia, há que limpar os WC todos os dias e mudar o areão duas vezes por semana, deve ter "mobiliário" próprio - arranhadores, túneis para brincar, etc. E nos tais dias de grande cansaço pode não ser muito grato ter o gato a miar atrás de si porque quer comer, aturar-lhe as correrias pelo corredor a altas horas, etc., etc.
Enfim, arranjar um animal de companhia, tanto cão como gato, implica algum esforço da nossa parte. Faz bem em encarar essa hipótese, e ainda melhor em pesar prós e contras.
Quanto à raça... bem, eu sou fã dos vira-latas, para mim são do melhor que há.
Olá, eu sou a Bronkas de outros fóruns!
Em relação ao espaço.... bem tenho um dogue alemão que até num T( menos ) 2 se encaixava... só para poder estar ao pé de nós.
Um setter... um setter mais do que companhia precisa de exercicio... muito exercicio.
Já o gato não. O gato gosta de companhia , mas suporta bem umas horinhas de soneca na cama do dono, ou no sofá, ou na cadeira, ou no vaso das flores, ou no alto do roupeiro, ou no boneco de peluche , ou na janela , ou....
Mas convem não abusar.... tambem sentem muito a falta do dono... são talvez um pouco mais independentes e não requerem saídas diárias à rua para descarregar energias.
Sei bem o que custa , chegar a casa, fazer ainda uma data de tarefas e ainda ter que ir com o cão à rua.....não nos iludamos, nem tentemos colorir a coisa.... às vezes custa.... se custa!
Um setter... um setter mais do que companhia precisa de exercicio... muito exercicio.
Já o gato não. O gato gosta de companhia , mas suporta bem umas horinhas de soneca na cama do dono, ou no sofá, ou na cadeira, ou no vaso das flores, ou no alto do roupeiro, ou no boneco de peluche , ou na janela , ou....
Sei bem o que custa , chegar a casa, fazer ainda uma data de tarefas e ainda ter que ir com o cão à rua.....não nos iludamos, nem tentemos colorir a coisa.... às vezes custa.... se custa!
Dedico esta assinatura a quem lhe "acentar" a carapuça :
"Quem nasce lagartixa, nunca chega a jacaré, por muito que se inche .... " By , um amigo muito querido ...
"Dogs are better than human beings because they know but do not tell."
— Emily Dickinson
À espera que os frangos que o Terug, o Paulo Santos e o Zefe andam a virar, fiquem prontos.
... e já agora tambem das courgettes da LuMaria!;)
"Quem nasce lagartixa, nunca chega a jacaré, por muito que se inche .... " By , um amigo muito querido ...
"Dogs are better than human beings because they know but do not tell."
— Emily Dickinson
À espera que os frangos que o Terug, o Paulo Santos e o Zefe andam a virar, fiquem prontos.
... e já agora tambem das courgettes da LuMaria!;)
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SiameseMaria
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- Registado: terça out 31, 2006 2:02 pm
Recuperei este meu texto, onde fiz algumas alterações, mas penso que tem alguma coisa a ver…
Quando era ainda um adolescente e os meus pais não me deixavam ter um cão, todos os dias lhes dizia, que quando tivesse uma casa minha, iria ter montes de cães… Queria ter um Doberman, queria um São Bernardo, queria um Pastor Alemão, queria um Rotteveiler, … Nunca, na altura, me passou pela cabeça ter um outro cão que não fosse de uma qualquer destas raças que atrás enumerei. Era um sonho meu!
Andei até durante algum tempo em exposições caninas por todos o país, acompanhando e ajudando um criador de cães meu amigo – raça Rottveiler e Pastor Alemão. Se não os podia ter em casa, pelo menos podia conviver directamente com eles…
Com estas andanças conheci e fiz amizade com montes de criadores das mais diversas raças de cães. Dada a minha dedicação e ao gosto pelos animais, foram-me oferecendo cachorrinhos das mais diversas raças, mas dado ainda viver sobre as regras dos meus pais, que sempre respeitei, nunca aceitei nenhum! Mas sempre corria no meu pensamento que quando tivesse a minha casa, iria logo, logo, buscar um ou dois cachorros destes.
Entretanto, chegou a hora! Casei, saí de casa dos meus pais e após várias hipóteses de casa acabámos por escolher uma vivenda, com um terreno bom, na margem sul do Tejo, pertinho da praia para viver!
Poderia então concretizar o sonho de ter os meus cães.
Fiz as minhas continhas, contabilizei o tempo que lhes podia dedicar, pensei de como seria quando fosse de férias, de quando teria que me ausentar para o estrangeiro em trabalho, acrescentei ainda uns gastos que poderia ter com qualquer doença súbita de um deles e … comecei à procura, dentro dos criadores das raças que gostava, dos meus dois fieis amigos!
Esta procura durou pouco, no entanto! Um dia, a caminho das compras, num Sábado, deparei-me com um gato atropelado no meio da estrada, que levantou a cabecita no preciso momento em que passei por ele! Assim que pude, inverti a marcha e lá fui eu apanhá-lo! Obviamente que fiquei com ele! Foi (já faleceu) o Bernardo, o meu 1º animal na minha casa nova!
E eu que queria um cão!
O Bernardo, para além de ter ficado sem uma das patas da frente, tinha “todas as doenças e mais algumas”, era surdo, e passei uma boa parte desse tempo em idas ao veterinário com ele! Infelizmente, não resistiu (era PIF) e passados 6 meses foi para o Céu!
Entretanto aquela vontade enorme que tinha de ter um Rotteveiler e um Pastor Alemão, e que finalmente tinha todas as condições para os ter, e que inclusive já estavam quase apalavrados com aquele meu amigo que fazia criação, foi sendo adiada, devido a ter precisamente um gato doente em casa!
Ora, nestas minhas andanças, quase diárias, pelo veterinário, fui falando com as pessoas na sala de espera do consultório, fui vendo os anúncios sem fim de animais abandonados, de animais para dar, tudo afixado naquelas mesmas paredes do consultório.
Aquilo foi mexendo comigo e a minha “cabeça” foi mudando…
Tanto mudou que, ainda antes do Bernardo ter ido para o Céu, já eu tinha mais um Gato, o Gastão! Tipo Siamês, “acabadinho” de ser abandonado! Não resisti e fui buscá-lo! Tal como mais tarde ainda, fui buscar a Mafalda, outra gata abandonada e mal tratada, com uma patita da frente partida.
Bem, o sonho dos cães, esse, estava cada vez mais longe…
Passados tempos, num jantar de amigos lá em casa, dei por mim a recusar uma oferta que muitos quereriam: um casal de Rotteveiler’s, com 10 semanas, com LOP e tudo, que o meu amigo criador me quis oferecer. Nesse dia à noite, lembro-me de estar na cama a pensar sobre o porquê de ter recusado aquela oferta, se até era um sonho antigo e tinha todas as condições para os ter?!?
Não cheguei a conclusão nenhuma, mas sei que ao outro dia, uma 6ª feira, dia 22 de Junho de 2007, saí mais cedo do trabalho, e quando dei por mim, estava à porta da União Zoófila!
Tinha visto um apelo qualquer, em algum lado, a pedir ajuda para a situação de falta de dinheiro e a alertar para lotação esgotada da UZ e daí lá ter ido, sem saber bem até ao que ia.
Enquanto estive à porta a pensar bem no que ia (ou não) fazer, reparei num canito que espreitava do lado de lá do muro e que não tirava os olhos de mim! Estive lá fora, sem entrar, seguramente, mais de meia hora e conforme “circulava envolto nos meus pensamentos”, sempre que levantava a cabeça e olhava, via aquela cabecita a olhar para mim!
Num impulso, entrei e disse: “ Quero levar comigo aquele cão ali empoleirado no muro!”
Fiquei a saber que era uma cadela e que tinha quase 3 anos. Como já “tinha” uma cadela, disse à Sra. que agora também queria um cão! Qualquer um! Queria aquele que ela achasse que precisava mais de um Lar! Após alguns minutos de espera, apareceu-me com um cachorro de 4 meses, que até fazia xixi pelas pernas abaixo, tal o medo que tinha de pessoas! Vinha “preso” no colo da Sra., senão mandava-se contra as grades/paredes a tentar fugir de tudo e de todos.
Agarrei neles, preenchi o que tinha a preencher e vim para casa, com a certeza de ter excedido até o maior dos meus sonhos, que era o de ter um cão! Eu tinha dois! São a Bia e o Rafa!
Duvido que qualquer outro supere a amizade, a meiguice, o agradecimento, a educação, a dedicação, que estes dois nos dão! Por vezes até sentimos que não somos merecedores dessa enorme fidelidade e amizade sem igual que eles nos dão diariamente!
Continuo a adorar as raças do início do texto. Continuo a apreciar (e até mesmo quase "babar"!), sempre que passo por alguém que passeia um cão dessas raças, bem tratado. (E aqui agradeço aos criadores a “sério”, o facto de me proporcionarem poder continuar a apreciar estas magníficas raças). Por vezes até meto conversa com os Donos, e fico ali a trocar impressões com eles sobre o cão, mas o meu sonho está concretizado, ali, bem na ponta das minhas trelas!
Um dia, quem sabe, não me aparecerá à porta um desses a precisar de ajuda! Até lá, e como melhor ou pior, o “mercado” vai absorvendo os cães de raça, até porque é ele, criador “sério”, que define qual a melhor altura para ter as ninhadas, ao contrário das outras que nascem na rua sem qualquer controlo, fico-me por estes (por enquanto), que estão abandonados a um canto e que todos teimamos em ignorar ou a fingir que não existe.
Quero com isto dizer… Não faça planos! O que vier virá, e a seu tempo! De uma maneira totalmente diferente daquela que eu tinha planeado, o meu sonho de ter os cães está concretizado!
Optámos sempre por dois + dois, ou seja, 2 cães e 2 gatos, para terem sempre a companhia uns dos outros quando não estamos em casa!
Quando era ainda um adolescente e os meus pais não me deixavam ter um cão, todos os dias lhes dizia, que quando tivesse uma casa minha, iria ter montes de cães… Queria ter um Doberman, queria um São Bernardo, queria um Pastor Alemão, queria um Rotteveiler, … Nunca, na altura, me passou pela cabeça ter um outro cão que não fosse de uma qualquer destas raças que atrás enumerei. Era um sonho meu!
Andei até durante algum tempo em exposições caninas por todos o país, acompanhando e ajudando um criador de cães meu amigo – raça Rottveiler e Pastor Alemão. Se não os podia ter em casa, pelo menos podia conviver directamente com eles…
Com estas andanças conheci e fiz amizade com montes de criadores das mais diversas raças de cães. Dada a minha dedicação e ao gosto pelos animais, foram-me oferecendo cachorrinhos das mais diversas raças, mas dado ainda viver sobre as regras dos meus pais, que sempre respeitei, nunca aceitei nenhum! Mas sempre corria no meu pensamento que quando tivesse a minha casa, iria logo, logo, buscar um ou dois cachorros destes.
Entretanto, chegou a hora! Casei, saí de casa dos meus pais e após várias hipóteses de casa acabámos por escolher uma vivenda, com um terreno bom, na margem sul do Tejo, pertinho da praia para viver!
Poderia então concretizar o sonho de ter os meus cães.
Fiz as minhas continhas, contabilizei o tempo que lhes podia dedicar, pensei de como seria quando fosse de férias, de quando teria que me ausentar para o estrangeiro em trabalho, acrescentei ainda uns gastos que poderia ter com qualquer doença súbita de um deles e … comecei à procura, dentro dos criadores das raças que gostava, dos meus dois fieis amigos!
Esta procura durou pouco, no entanto! Um dia, a caminho das compras, num Sábado, deparei-me com um gato atropelado no meio da estrada, que levantou a cabecita no preciso momento em que passei por ele! Assim que pude, inverti a marcha e lá fui eu apanhá-lo! Obviamente que fiquei com ele! Foi (já faleceu) o Bernardo, o meu 1º animal na minha casa nova!
E eu que queria um cão!
O Bernardo, para além de ter ficado sem uma das patas da frente, tinha “todas as doenças e mais algumas”, era surdo, e passei uma boa parte desse tempo em idas ao veterinário com ele! Infelizmente, não resistiu (era PIF) e passados 6 meses foi para o Céu!
Entretanto aquela vontade enorme que tinha de ter um Rotteveiler e um Pastor Alemão, e que finalmente tinha todas as condições para os ter, e que inclusive já estavam quase apalavrados com aquele meu amigo que fazia criação, foi sendo adiada, devido a ter precisamente um gato doente em casa!
Ora, nestas minhas andanças, quase diárias, pelo veterinário, fui falando com as pessoas na sala de espera do consultório, fui vendo os anúncios sem fim de animais abandonados, de animais para dar, tudo afixado naquelas mesmas paredes do consultório.
Aquilo foi mexendo comigo e a minha “cabeça” foi mudando…
Tanto mudou que, ainda antes do Bernardo ter ido para o Céu, já eu tinha mais um Gato, o Gastão! Tipo Siamês, “acabadinho” de ser abandonado! Não resisti e fui buscá-lo! Tal como mais tarde ainda, fui buscar a Mafalda, outra gata abandonada e mal tratada, com uma patita da frente partida.
Bem, o sonho dos cães, esse, estava cada vez mais longe…
Passados tempos, num jantar de amigos lá em casa, dei por mim a recusar uma oferta que muitos quereriam: um casal de Rotteveiler’s, com 10 semanas, com LOP e tudo, que o meu amigo criador me quis oferecer. Nesse dia à noite, lembro-me de estar na cama a pensar sobre o porquê de ter recusado aquela oferta, se até era um sonho antigo e tinha todas as condições para os ter?!?
Não cheguei a conclusão nenhuma, mas sei que ao outro dia, uma 6ª feira, dia 22 de Junho de 2007, saí mais cedo do trabalho, e quando dei por mim, estava à porta da União Zoófila!
Tinha visto um apelo qualquer, em algum lado, a pedir ajuda para a situação de falta de dinheiro e a alertar para lotação esgotada da UZ e daí lá ter ido, sem saber bem até ao que ia.
Enquanto estive à porta a pensar bem no que ia (ou não) fazer, reparei num canito que espreitava do lado de lá do muro e que não tirava os olhos de mim! Estive lá fora, sem entrar, seguramente, mais de meia hora e conforme “circulava envolto nos meus pensamentos”, sempre que levantava a cabeça e olhava, via aquela cabecita a olhar para mim!
Num impulso, entrei e disse: “ Quero levar comigo aquele cão ali empoleirado no muro!”
Fiquei a saber que era uma cadela e que tinha quase 3 anos. Como já “tinha” uma cadela, disse à Sra. que agora também queria um cão! Qualquer um! Queria aquele que ela achasse que precisava mais de um Lar! Após alguns minutos de espera, apareceu-me com um cachorro de 4 meses, que até fazia xixi pelas pernas abaixo, tal o medo que tinha de pessoas! Vinha “preso” no colo da Sra., senão mandava-se contra as grades/paredes a tentar fugir de tudo e de todos.
Agarrei neles, preenchi o que tinha a preencher e vim para casa, com a certeza de ter excedido até o maior dos meus sonhos, que era o de ter um cão! Eu tinha dois! São a Bia e o Rafa!
Duvido que qualquer outro supere a amizade, a meiguice, o agradecimento, a educação, a dedicação, que estes dois nos dão! Por vezes até sentimos que não somos merecedores dessa enorme fidelidade e amizade sem igual que eles nos dão diariamente!
Continuo a adorar as raças do início do texto. Continuo a apreciar (e até mesmo quase "babar"!), sempre que passo por alguém que passeia um cão dessas raças, bem tratado. (E aqui agradeço aos criadores a “sério”, o facto de me proporcionarem poder continuar a apreciar estas magníficas raças). Por vezes até meto conversa com os Donos, e fico ali a trocar impressões com eles sobre o cão, mas o meu sonho está concretizado, ali, bem na ponta das minhas trelas!
Um dia, quem sabe, não me aparecerá à porta um desses a precisar de ajuda! Até lá, e como melhor ou pior, o “mercado” vai absorvendo os cães de raça, até porque é ele, criador “sério”, que define qual a melhor altura para ter as ninhadas, ao contrário das outras que nascem na rua sem qualquer controlo, fico-me por estes (por enquanto), que estão abandonados a um canto e que todos teimamos em ignorar ou a fingir que não existe.
Quero com isto dizer… Não faça planos! O que vier virá, e a seu tempo! De uma maneira totalmente diferente daquela que eu tinha planeado, o meu sonho de ter os cães está concretizado!
Optámos sempre por dois + dois, ou seja, 2 cães e 2 gatos, para terem sempre a companhia uns dos outros quando não estamos em casa!
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Xelele
- Membro Veterano
- Mensagens: 225
- Registado: segunda abr 13, 2009 10:06 am
- Localização: Becas e Vickie
Na minha opinião: faça planos! imagine a sua vida com um cão. Se nunca teve nenhum é mais difícil, mas de certeza que tem amigos com cães em casa, fale com eles e passe tempo em casa deles. Ter caes em apartamento exige disponibilidade e uma maior entrega para cuidar deles. Vivi durante 10 anos com um cão em casa dos meus pais - uma casa térrea com muito jardim e o cão (Willy) sempre andou dentro de casa e dormia nos quartos connosco, mas nunca deu muito trabalho. Quando fui morar sozinha, há cerca de 4 anos comecei por sentir necessidade de animais de estimação mas infelizmente sou muito alérgica a gatos, e não sinto que um gato seja feliz num apartamento (é o meu ponto de vista, o meu sentir), nem que faça companhia a um cão, sempre tivemos gatos lá por casa e não me parece que essa situação aconteça - os feitios são muito distintos. Bem, aonde quero chegar é o seguinte, há cerca de ano e meio comprei a Becas, uma westie que saiu tal e qual a encomenda, costumo dizer que ela é o cão do catálogo, tão igual é aos artigos que se escrevem sobre as raças, que eu pesquisei para adquirir um cão que se adaptasse a mim, na verdade todos os dias cedemos as duas um bocadinho para nos adaptarmos uma à outra.
A minha escolha por um cão em apartamento dá-se num momento em que mudo de emprego e passo a ter horários de sair e chegar a casa, tenho disponidilidade fisica e emocional para passar todo o tempo com ele, assim como capacidade financeira para a alimentação, veterinário e eventualmente ter de a deixar num hotel se me ausentar, e a minha casa tem grandes envidraçados até ao chão que proporcionam horas de lazer à cadela para admirar o que se passa na rua. Nunca ponderei a hipótese de recorrer aos meus pais para tratar dela, se você o fizer é provável que ainda não reúna condições para se sacrificar pelo seu animal de estimação, lembre-se um cão exige tempo, paciência e dedicação e os primeiros tempos são dificeis: muito xixi e cócó, dores de barriga e diarreias, móveis e tapetes roídos, etc e tal. Ao levar um cão para casa esteja preparada para tudo isso e muito mais, mas a recompensa de um amigo verdadeiro é muito superior a todos os sacrificios. Os animais tornam-nos pessoas melhores, mais tolerantes e felizes.
Boa sorte (ah, escolha uma raça que largue pouco pêlo, é o pior em apartamentos - o tamanho não é o mais importante, mas o temperamento)
A minha escolha por um cão em apartamento dá-se num momento em que mudo de emprego e passo a ter horários de sair e chegar a casa, tenho disponidilidade fisica e emocional para passar todo o tempo com ele, assim como capacidade financeira para a alimentação, veterinário e eventualmente ter de a deixar num hotel se me ausentar, e a minha casa tem grandes envidraçados até ao chão que proporcionam horas de lazer à cadela para admirar o que se passa na rua. Nunca ponderei a hipótese de recorrer aos meus pais para tratar dela, se você o fizer é provável que ainda não reúna condições para se sacrificar pelo seu animal de estimação, lembre-se um cão exige tempo, paciência e dedicação e os primeiros tempos são dificeis: muito xixi e cócó, dores de barriga e diarreias, móveis e tapetes roídos, etc e tal. Ao levar um cão para casa esteja preparada para tudo isso e muito mais, mas a recompensa de um amigo verdadeiro é muito superior a todos os sacrificios. Os animais tornam-nos pessoas melhores, mais tolerantes e felizes.
Boa sorte (ah, escolha uma raça que largue pouco pêlo, é o pior em apartamentos - o tamanho não é o mais importante, mas o temperamento)
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roquesoares
- Membro
- Mensagens: 136
- Registado: sábado jun 19, 2004 9:58 pm
Boas!!!
Já tens conselhos de todos os tipos, mas mesmo assim cá vai mais um!!!!
A decisão de ter um cão, se for consciente e não obra do acaso, deve ser ponderada e fortemente. Para mim um dos factores decisivos é o tempo que pode dispender para o seu cão. este factor depende muito do ´teu próprio estilo de vida.Se não poderes passar pelo menos (mas pelo menos mesmo) 1 hora com o teu cão por dia, então não tenhas nenhum!!!!
Outro factor seguinte tem haver com o local onde estará, apartamento, vivenda, canil, corrente, etc. Qualquer um destes locais pode ser igualmente horrivel ou bom para o seu cão. Muita gente fica chocada por ver um cão na corrente,mas aquele cão pode estar ali momentaneamente e passar o resto do dia na companhia do dono na sua actividade diária, nos Açores, onde moro isto acontece muito, principalmente com os lavradores. A vivenda será, em principio, o melhor, mas também tem os seus problemas, comopor exemplo o gato do viznho que fica em cima do muro e cão ladra durante duas horas (alguém vai-se quixar).
A alimentação também deve ser tida em conta. Na minha opinião não é necessário entrar em locuras, procure o melhor para si (euros) e o melhor para ele (qualidade).
Outra situação importante, é a saude do seu animal, importante para ele, para si e pessoas circundantes e para outros animais. Ter vacinas em dia, desparazitações, cuidados com o pelo, etc.
Por fim, mas também de importancia relevante o treino básico do seu cão e socialização do mesmo. O treino básicos é fundamental para poderes controlar o teu cão de forma eficiente, para que não corra para o emio da estrada, para que não salte para cima de tudo e todos e outras situações. A socialização é importante, principalmente na prespectiva de conheres melhor o teu cão. Saberes como reage a estranhos, como reage a outros cães e animais, se é mais dominante ou submisso, etc.
Não quero lançar mais confusão, mas alertar os mais possível para os pontos que acho essenciais para quem quer ter um cão pela primeira vez.
Até à próxima!!!!
Já tens conselhos de todos os tipos, mas mesmo assim cá vai mais um!!!!
A decisão de ter um cão, se for consciente e não obra do acaso, deve ser ponderada e fortemente. Para mim um dos factores decisivos é o tempo que pode dispender para o seu cão. este factor depende muito do ´teu próprio estilo de vida.Se não poderes passar pelo menos (mas pelo menos mesmo) 1 hora com o teu cão por dia, então não tenhas nenhum!!!!
Outro factor seguinte tem haver com o local onde estará, apartamento, vivenda, canil, corrente, etc. Qualquer um destes locais pode ser igualmente horrivel ou bom para o seu cão. Muita gente fica chocada por ver um cão na corrente,mas aquele cão pode estar ali momentaneamente e passar o resto do dia na companhia do dono na sua actividade diária, nos Açores, onde moro isto acontece muito, principalmente com os lavradores. A vivenda será, em principio, o melhor, mas também tem os seus problemas, comopor exemplo o gato do viznho que fica em cima do muro e cão ladra durante duas horas (alguém vai-se quixar).
A alimentação também deve ser tida em conta. Na minha opinião não é necessário entrar em locuras, procure o melhor para si (euros) e o melhor para ele (qualidade).
Outra situação importante, é a saude do seu animal, importante para ele, para si e pessoas circundantes e para outros animais. Ter vacinas em dia, desparazitações, cuidados com o pelo, etc.
Por fim, mas também de importancia relevante o treino básico do seu cão e socialização do mesmo. O treino básicos é fundamental para poderes controlar o teu cão de forma eficiente, para que não corra para o emio da estrada, para que não salte para cima de tudo e todos e outras situações. A socialização é importante, principalmente na prespectiva de conheres melhor o teu cão. Saberes como reage a estranhos, como reage a outros cães e animais, se é mais dominante ou submisso, etc.
Não quero lançar mais confusão, mas alertar os mais possível para os pontos que acho essenciais para quem quer ter um cão pela primeira vez.
Até à próxima!!!!