Boa Noite.
Antes de mais vou fazer uma breve apresentação.
Sou dono do Seth, um rafeiro-te super inteligente e saudável com 9 meses.
O Seth foi adoptado por nós com 4 meses. Tem sido uma excelente companhia e animação cá em casa. É super amigável com pessoas e outros cães.
No entanto o motivo que me traz aqui hoje não é dos melhores.
Estou um pouco preocupado com o comportamento que o Seth tem tomado.
O Seth é um cão de apartamento, sempre que era altura de o levar a rua ele ficava sempre super animado até certo dia...
Resumidamente o que se passou foi que num passeio normal diário o Seth deparou-se com 1 cadela sua amiga a ladrar da varanda, sem saber de onde vinha o ladrar o Seth ficou apavorado. Ainda tentei mostrar-lhe de onde vinha o ladrar mas ele tava cego, de rabo entre as pernas e a tremer.
Resolvi leva-lo para casa...
Agora cada vez que o levo a rua fica cheio de medo, ja nem vem para a porta quando o chamo. Foge mas lá deicha por-lhe a trela.
Assim que descemos e sai do edificio fica de rabo entre as pernas e puxa com muita força para nao ir a lado nenhum. A verdade é que depois de passar o local onde foi causado o trauma ele esquece todos os problemas e fica animado novamente.
O que devo fazer para eliminar este trauma...
Obg
Cumps
Cão fica com medo de sair e passar em local de trauma
Moderador: mcerqueira
Não sou um expert na matéria, com o detalhe que dá, vou-me atrever a disser.
Ou vai a um treinador primeiro ou talvez...com muita calma e persistência ( mas sem o forçar) associar aquele local (específico) a boas experiências, utilize o sentido de faro e o instinto de comida que eles têm, ou seja, o método de recompensa e reforce com carinho, brincadeira e elogios (lance os foguetes e vá apanhar as canas sozinho). , vá aumentado a distância. Aliando isso à repetição, repetição, rep..., mas não utilize a comida em todas as vezes.
Pelo menos no inicio tente fazer isso num ambiente mais controlado possível, sem a presença da tal cadela ou de qualquer outra coisa que ele não esteja habituado.
Depois tente familiarizar o cão com tudo o que se lembrar, carros, motas, etc por habituação, cães inclusive, (não sei se é o caso) mas o seu cão sociabiliza muito?
Pelo menos foi o que fiz à minha pequena ( só por habituação) para perder o medo dos carros ( agora é quase indiferente), as motas ( está quase lá), cães grandes ( ainda em progressos). Mas a minha nunca perdeu a vontade de ir à rua. (nunca teve uma reacção assim tão fincada)
Se não funcionar, então vá a um treinador.
P.s.- Ele já se encontrou lá com amiga dele depois disso? E como foi?
Ou vai a um treinador primeiro ou talvez...com muita calma e persistência ( mas sem o forçar) associar aquele local (específico) a boas experiências, utilize o sentido de faro e o instinto de comida que eles têm, ou seja, o método de recompensa e reforce com carinho, brincadeira e elogios (lance os foguetes e vá apanhar as canas sozinho). , vá aumentado a distância. Aliando isso à repetição, repetição, rep..., mas não utilize a comida em todas as vezes.
Pelo menos no inicio tente fazer isso num ambiente mais controlado possível, sem a presença da tal cadela ou de qualquer outra coisa que ele não esteja habituado.
Depois tente familiarizar o cão com tudo o que se lembrar, carros, motas, etc por habituação, cães inclusive, (não sei se é o caso) mas o seu cão sociabiliza muito?
Pelo menos foi o que fiz à minha pequena ( só por habituação) para perder o medo dos carros ( agora é quase indiferente), as motas ( está quase lá), cães grandes ( ainda em progressos). Mas a minha nunca perdeu a vontade de ir à rua. (nunca teve uma reacção assim tão fincada)
Se não funcionar, então vá a um treinador.
P.s.- Ele já se encontrou lá com amiga dele depois disso? E como foi?
Eu optaria por uma solução diferente: fá-lo-ia parar debaixo da varanda onde a tal cadela estava, falando calmamente com ele e fazendo-o sentir que o local não oferece nenhum perigo para ele. Pediria mesmo a alguém que me acompanhasse para pararmos ali, a conversar calmamente, sem ligar nem ceder aos temores do cão e fazendo-o sentar-se e aguardar que terminássemos a conversa.
Tentaria assim dessensibilizá-lo, eventualmente com a presença da cadela. Se ela se mantiver silenciosa, óptimo. Se não, então andaria para a frente, mas com calma e segurança, falando sempre com ele ou com o amigo/a num tom de voz normal e tranquilo. E só iniciaria as recompensas quando visse que ele começava a aceitar mas descontraidamente o local e tudo o resto associado à má experiência.
Tentaria assim dessensibilizá-lo, eventualmente com a presença da cadela. Se ela se mantiver silenciosa, óptimo. Se não, então andaria para a frente, mas com calma e segurança, falando sempre com ele ou com o amigo/a num tom de voz normal e tranquilo. E só iniciaria as recompensas quando visse que ele começava a aceitar mas descontraidamente o local e tudo o resto associado à má experiência.
<p>Olá, eu sou a... Floripes3 que já foi 2. :mrgreen:</p>
<p>''Tome partido. A neutralidade ajuda o opressor, nunca a vítima. O silêncio encoraja o torturador, nunca o torturado'' - Elie Wiesel</p>
<p> "Nas costas dos outros vemos espelhadas as nossas." - Dito popular</p>
<p>''Tome partido. A neutralidade ajuda o opressor, nunca a vítima. O silêncio encoraja o torturador, nunca o torturado'' - Elie Wiesel</p>
<p> "Nas costas dos outros vemos espelhadas as nossas." - Dito popular</p>